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Clientes da Caixa Econômica Federal e do Bradesco que usam Pix devem ficar atentos a aviso urgente emitido em 01/02

Por Yudi Soares
01/fev/2026
Em Geral
Clientes da Caixa Econômica Federal e do Bradesco que usam Pix devem ficar atentos a aviso urgente emitido em 01/02

Golpes com Pix crescem no Brasil e ameaçam milhões de usuários (Créditos: depositphotos.com / thenews2.com // Créditos: depositphotos.com / Alisonnunes // Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom)

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O golpe da falsa central telefônica continua em expansão no Brasil e tende a se sofisticar ainda mais em 2026. Criminosos se passam por atendentes oficiais de bancos, como Caixa Econômica Federal e Bradesco, usam dados reais das vítimas e exploram falhas de atenção no dia a dia, resultando em esvaziamento de contas, contratação de empréstimos não autorizados e clonagem de cartões em poucos minutos.

O que é o golpe da falsa central e por que ele cresce no Brasil?

O golpe da falsa central é uma fraude em que o golpista simula ser atendente do banco ou de uma central de segurança. Em muitos casos, o telefone exibido no visor da vítima é um número parecido ou até idêntico ao da central da Caixa, do Bradesco ou de outras instituições, graças a softwares de falsificação de identificador de chamadas, prática conhecida como spoofing.

O crescimento desse golpe está ligado ao aumento de vazamentos de dados pessoais, ao uso intenso de aplicativos bancários e à falta de conhecimento sobre os procedimentos reais das instituições. Em 2026, a tendência é que os criminosos usem ainda mais informações precisas, como CPF, endereço, limite de cartão e últimos dígitos da conta, reforçando a impressão de contato genuíno e seguro.

Clientes da Caixa Econômica Federal e do Bradesco que usam Pix devem ficar atentos a aviso urgente emitido em 01/02
Homem mascarado aplicando golpe – Créditos: depositphotos.com / VitalikRadko

Como funciona o golpe da falsa central na prática?

O golpe da falsa central bancária geralmente segue um roteiro bem definido, com pequenas variações conforme o banco usado como isca, como Caixa Econômica Federal ou Bradesco. O esquema pode envolver ligações, mensagens falsas, sites clonados e até visitas presenciais, explorando pressa, medo e falta de conferência pelos canais oficiais.

Um esquema típico ocorre em etapas encadeadas, nas quais o criminoso primeiro ganha a confiança da vítima e, em seguida, a leva a executar ações que liberam o acesso à conta ou ao cartão. Entender cada fase ajuda a interromper o golpe logo no início e evita prejuízos maiores.

  • 1. Contato inicial: o criminoso liga ou manda mensagem dizendo que identificou operações suspeitas ou uma tentativa de compra não reconhecida.
  • 2. Criação de pânico: o golpista afirma que a conta está em risco imediato, que é preciso agir “na hora” e que a central está ligando para “ajudar a bloquear”.
  • 3. Coleta de dados: a pessoa é induzida a confirmar dados pessoais e bancários, fornecendo mais informações do que imagina.
  • 4. Indução à ação: o fraudador orienta a instalar aplicativos de acesso remoto, informar códigos de SMS, gerar chaves Pix ou entregar o cartão a um motoboy.
  • 5. Execução do golpe: com dados e autorizações em mãos, o grupo realiza transferências, faz Pix, contrata empréstimos e esvazia o saldo disponível.

Como o golpe utiliza o nome da Caixa Econômica Federal e do Bradesco?

Muitos criminosos escolhem grandes bancos pela alta base de clientes e pela confiança construída ao longo dos anos. A Caixa Econômica Federal, responsável por benefícios sociais, FGTS e programas habitacionais, costuma ser usada em golpes que simulam atualização de cadastro ou liberação de valores, enquanto o Bradesco é alvo frequente em golpes com cartões de crédito e supostas compras internacionais.

Essas instituições são exploradas em narrativas que soam plausíveis para o cotidiano financeiro do brasileiro, desde o recebimento de benefícios até o uso de limites e cartões em viagens. Algumas estratégias recorrentes dos fraudadores ilustram como o nome dos bancos é usado para gerar confiança imediata:

  • Mensagens falsas de benefício: no caso da Caixa, golpistas enviam SMS ou mensagens dizendo que existe saldo de benefício, PIS ou FGTS para saque, com link para “central de atendimento”.
  • Ligação sobre cartão clonado: no Bradesco, é comum a narrativa de compras não reconhecidas e suposto cartão “clonado”, com pedido de senha ou retirada do cartão por motoboy.
  • Simulação de segurança digital: fraudadores se passam por equipe de “segurança Caixa” ou “segurança Bradesco” para convencer a instalar aplicativos que dão acesso remoto ao aparelho.

Quais sinais ajudam a identificar o golpe da falsa central?

Apesar da sofisticação, o golpe da falsa central costuma deixar pistas claras para quem conhece os procedimentos oficiais dos bancos. Instituições financeiras reais nunca pedem senha completa, código de segurança do cartão, envio de fotos de documentos ou instalação de aplicativos de terceiros para “liberar” ou “bloquear” valores.

Observar o tom da abordagem, o tipo de dado solicitado e a insistência em decisões imediatas é fundamental para desconfiar. Alguns comportamentos e pedidos recorrentes funcionam como alertas importantes para interromper a conversa antes que dados sensíveis sejam compartilhados:

Sinais de Golpe

Principais Sinais de Golpe

Como identificar tentativas de fraude
Tipo de sinal Descrição
⚠️ Pressa e ameaça Uso de urgência extrema, com risco de bloqueio imediato ou perda total de valores.
🔐 Pedido de senha ou token Solicitação de senha de acesso, PIN do cartão, código de SMS ou token.
📲 Aplicativo estranho Orientação para baixar aplicativos não oficiais, especialmente de acesso remoto.
🏍️ Retirada de cartão Promessa de envio de motoboy para recolher o cartão “por segurança”.

Como se proteger do golpe da falsa central em 2026?

Para reduzir o risco, é essencial adotar hábitos de verificação constante e nunca agir apenas com base em ligações ou mensagens recebidas. A orientação geral dos bancos, incluindo Caixa e Bradesco, é encerrar o contato suspeito e buscar os canais oficiais antes de qualquer ação, confirmando se há realmente problema na conta.

Algumas medidas simples, como não fornecer senhas, evitar links recebidos e ativar notificações de transações, aumentam muito a segurança no dia a dia. Em caso de prejuízo, agir rápido com o banco e as autoridades pode facilitar a contestação das operações:

  • Desligar e retornar pelos canais oficiais: usar números do site ou do verso do cartão.
  • Nunca informar senhas ou códigos: manter senha, token e SMS sob sigilo absoluto.
  • Evitar clicar em links de mensagens: sempre acessar pelo app ou site digitado manualmente.
  • Ativar notificações: receber alertas de qualquer movimentação na conta.
  • Registrar ocorrência e avisar o banco: comunicar imediatamente para tentar reverter operações.

O que o brasileiro precisa ter em mente daqui para frente?

Em 2026, a principal proteção contra o golpe da falsa central é a informação, aliada a uma postura de desconfiança saudável diante de contatos inesperados. Criminosos vão continuar explorando nomes conhecidos, como Caixa Econômica Federal e Bradesco, e adaptando o discurso a novos serviços digitais, Pix e cartões.

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Compartilhar esse conhecimento com familiares, especialmente idosos e pessoas com pouca familiaridade digital, reduz significativamente o impacto das fraudes. Quanto mais gente souber reconhecer os sinais do golpe da falsa central, menor será o espaço para as quadrilhas atuarem no sistema financeiro brasileiro nos próximos anos.

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