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Após cair em anúncio falso no Facebook, vítima recupera Pix de R$ 16 mil na Justiça ao provar que banco falhou

Por Guilherme Silva
28/jan/2026
Em Geral
Justiça condena banco a devolver R$ 16 mil de Pix feito em anúncio falso

Justiça condena banco a devolver R$ 16 mil de Pix feito em anúncio falso

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Uma decisão do Tribunal de Justiça do Ceará garantiu a um consumidor a restituição integral de R$ 16 mil perdidos em uma fraude digital de compra e venda. A condenação dos bancos Santander e BRB reforça a tese de que falhas na abertura de contas geram responsabilidade objetiva das instituições financeiras.

Como funciona o golpe da falsa venda em redes sociais?

A vítima negociou a compra de uma máquina de corte a laser anunciada no Facebook, realizando quatro transferências via Pix para contas distintas. Ao tentar retirar o equipamento, descobriu que o verdadeiro dono não havia recebido pagamento algum e que o anúncio era fraudulento.

O esquema utilizou engenharia social e um endereço real para dar credibilidade à transação, enganando o comprador sobre a legitimidade do vendedor. Essa divisão estratégica dos pagamentos buscou burlar os sistemas de monitoramento automático dos bancos envolvidos.

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Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom
Utilizando PIX no smartphone – Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom

Quais passos garantem a recuperação do dinheiro na Justiça?

A documentação robusta anexada ao processo, incluindo comprovantes detalhados das transferências e o registro imediato do Boletim de Ocorrência, foi decisiva. A boa-fé processual do músico ficou evidente ao tentar resolver o problema administrativamente antes de ingressar com a ação.

Para quem enfrenta situações similares, o roteiro adotado neste caso serve como um guia eficiente de produção de provas e demonstração de diligência:

Cronograma Ação Recomendada Objetivo da Prova
Imediata Acionamento do MED (Mecanismo Especial de Devolução). Garantir a tentativa de bloqueio de saldo nos bancos de origem e destino.
Oficial Registro de reclamação formal no Banco Central. Denunciar a falha de segurança das instituições recebedoras dos valores.
Consensual Esgotamento das vias administrativas. Demonstrar a tentativa prévia de solução amigável antes de ingressar na justiça.

Por que o banco responde por contas abertas por fraudadores?

A 5ª Câmara de Direito Privado entendeu que houve defeito na prestação do serviço, pois as instituições permitiram a abertura de contas utilizadas exclusivamente para o ilícito. A Justiça aplicou o conceito de risco do empreendimento, impedindo que o prejuízo da fraude fosse transferido ao consumidor.

O Santander não conseguiu comprovar a regularidade cadastral da conta da fraudadora, enquanto o BRB sequer apresentou defesa no processo. Essa ausência de mecanismos eficazes de verificação de identidade foi o pilar central para a condenação unânime.

Créditos: depositphotos.com / seb_ra
Estátua da justiça – Créditos: depositphotos.com / seb_ra

É possível receber danos morais além do reembolso?

O tribunal manteve a condenação por danos morais fixada em R$ 6.000,00, reconhecendo o abalo emocional e o desvio produtivo causado ao consumidor. A sentença destacou que o transtorno superou o mero aborrecimento, exigindo uma reparação financeira adicional além da simples devolução dos valores.

Também foi considerada a perda de tempo útil do consumidor para resolver o problema administrativo. Essa tese do desvio produtivo pune o desgaste desnecessário imposto pela negligência bancária.

Quais normas judiciais garantem a proteção do seu dinheiro?

Este caso consolida o entendimento de que os bancos devem responder por fraudes cometidas por terceiros quando falham em seus deveres de segurança e vigilância. A decisão judicial baseou-se em três pilares fundamentais que protegem o correntista:

  • Aplicação da Súmula 479 do STJ sobre responsabilidade em fraudes bancárias.
  • Inversão do ônus da prova quando o banco não demonstra segurança na abertura de contas.
  • Reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor diante de sistemas bancários falhos.

Manter-se informado sobre a jurisprudência atual é essencial para proteger seu patrimônio e saber como agir diante de golpes digitais. Acompanhe as novas decisões dos tribunais para entender melhor seus direitos bancários.

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