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Anvisa retira marca de chá natural das prateleiras por conter substâncias não permitidas no Brasil

Por Yudi Soares
10/jan/2026
Em Geral
Anvisa retira marca de chá natural das prateleiras por conter substâncias não permitidas no Brasil

Anvisa retirando marca de chá do mercado

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A decisão de suspender e recolher um produto do mercado costuma chamar a atenção de consumidores, especialmente quando envolve itens ligados à saúde e ao bem-estar. Em situações recentes, ações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltaram a destacar a importância do controle de qualidade em alimentos, cosméticos e outros produtos comercializados no país, para proteger a população de riscos relacionados à fabricação inadequada, contaminações e falta de regularização.

Anvisa retira marca de chá natural das prateleiras por conter substâncias não permitidas no Brasil
Anvisa – Créditos: depositphotos.com / rafapress

Quando um produto é considerado irregular pela Anvisa?

Quando um produto apresenta irregularidades, diferentes etapas são acionadas, desde a identificação do problema até a publicação de resoluções oficiais. Em muitos casos, a própria empresa comunica a falha e inicia um recolhimento voluntário, o que leva a uma atuação mais ampla dos órgãos reguladores.

Assim, a segurança sanitária envolve tanto a responsabilidade das empresas quanto a fiscalização permanente do poder público. Esse processo inclui monitoramento de mercado, análise de risco e comunicação transparente com a sociedade, para reduzir danos e orientar o consumo.

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Por que um lote de chá de camomila pode ser recolhido pela Anvisa?

O chá de camomila é um dos produtos naturais mais consumidos no Brasil, associado ao relaxamento e ao cuidado diário com a saúde. Porém, um lote específico do Chá de Camomila Lavi Tea, da marca Água da Serra, foi alvo de atenção sanitária após a identificação de falhas nas boas práticas de fabricação e de problemas na qualidade da matéria-prima.

Os testes apontaram elementos não característicos para esse tipo de produto, como talos, ramos e sementes estranhos ao padrão esperado. Exames específicos também encontraram fragmentos de insetos e larvas acima do limite aceitável, evidenciando falhas nas rotinas de higiene, controle de pragas e controle de qualidade da linha de produção.

Quais são os riscos de consumir chá de camomila contaminado?

A contaminação em chá de camomila e em outros produtos vegetais não se limita a um desconforto visual ou sensorial. A presença de partes estranhas em níveis superiores ao permitido pode indicar condições inadequadas de colheita, secagem, armazenamento ou empacotamento, elevando o risco de contaminação por microrganismos e resíduos.

Isso pode afetar a saúde de qualquer pessoa, mas o risco é maior em grupos sensíveis, como crianças, idosos, gestantes e indivíduos com imunidade comprometida. Nesses casos, podem ocorrer desde reações alérgicas e distúrbios gastrointestinais até infecções mais graves, dependendo do tipo e da quantidade de contaminantes presentes.

Quais são os limites de contaminantes em alimentos e bebidas?

Os limites de fragmentos de insetos e outras matérias estranhas em alimentos e bebidas são estabelecidos com base em critérios técnicos e sanitários. Esses parâmetros consideram a viabilidade tecnológica, o risco à saúde e a realidade agrícola, já que alguns resíduos mínimos podem ocorrer mesmo em condições adequadas de produção.

Quando o limite é ultrapassado, como no caso do lote recolhido, entende-se que houve falhas relevantes nas boas práticas de fabricação. Isso inclui controle de pragas, higienização de equipamentos, monitoramento da matéria-prima e inspeções de rotina, medidas que visam reduzir ao máximo qualquer risco de ingestão de contaminantes pelo consumidor.

O que o consumidor deve fazer diante de lotes de produtos recolhidos?

Para o consumidor, a orientação diante de lotes oficialmente recolhidos é simples e direta. Ao identificar que o produto adquirido faz parte de um lote alvo de medida sanitária, é fundamental interromper o uso imediatamente, mesmo que não haja sinais visíveis de alteração ou problemas aparentes.

Além de evitar o consumo do produto afetado, é importante buscar informações em canais oficiais da Anvisa ou da própria empresa. Em muitos casos, fabricantes oferecem canais de atendimento para esclarecimentos, orientações sobre devolução e, quando aplicável, troca ou reembolso do item recolhido.

Como funciona o recolhimento voluntário de produtos?

O recolhimento voluntário ocorre quando a própria empresa identifica uma falha, irregularidade ou risco potencial em um de seus produtos e comunica espontaneamente o problema à autoridade sanitária. A partir dessa comunicação, é elaborado um plano de ação para localizar os lotes, retirá-los do mercado e informar distribuidores e consumidores.

A Anvisa acompanha esse processo, podendo publicar resoluções para ampliar a transparência e reforçar a proibição de venda e uso do lote afetado. Embora o recolhimento demonstre monitoramento interno, ele também indica que os mecanismos preventivos falharam em algum ponto, exigindo revisões de processo e correções nas rotinas de inspeção e controle de qualidade.

Quais são as etapas principais de um recolhimento de produto?

O processo de recolhimento segue um fluxo organizado, que busca reduzir a exposição da população ao risco e garantir a rastreabilidade dos produtos. Para isso, empresas e autoridades sanitárias atuam de forma coordenada, observando procedimentos padronizados.

  • Identificação do problema no produto ou no lote;
  • Comunicação à Anvisa e às autoridades locais de vigilância sanitária;
  • Rastreamento dos pontos de venda e de distribuição;
  • Retirada do produto das prateleiras físicas e virtuais;
  • Divulgação de orientações ao público e aos parceiros comerciais.

Por que uma pomada cicatrizante pode ser proibida pela Anvisa?

No campo dos produtos para cuidados com a pele, a atuação regulatória também se mantém constante. Uma pomada cicatrizante para uso pós-tatuagem só pode ser fabricada e comercializada no Brasil se estiver devidamente regularizada junto à Anvisa, por registro ou notificação, conforme a categoria do produto e o risco envolvido.

Quando uma pomada é identificada sem qualquer registro, com origem desconhecida ou sem informações adequadas de fabricação, a agência pode determinar a suspensão de fabricação, importação, distribuição, comercialização, divulgação e utilização. Nesses casos, o produto não passou pelos procedimentos formais de avaliação de segurança, eficácia e qualidade exigidos para itens de cuidados com a pele.

Quais são os riscos do uso de pomadas não regularizadas em pele lesionada?

Produtos usados em pele lesionada, como no caso de tatuagens recentes, entram em contato direto com áreas sensíveis e mais expostas a infecções. Sem controle sobre composição, concentração de ativos, presença de conservantes, validade e condições de armazenamento, não há como garantir que a pomada seja segura.

A ausência de regularização aumenta o risco de reações alérgicas, irritações, infecções locais, atraso na cicatrização e até complicações sistêmicas em casos mais graves. Por isso, é fundamental priorizar produtos registrados ou notificados na Anvisa e seguir sempre as orientações de profissionais de saúde ou tatuadores habilitados.

Como verificar se uma pomada cicatrizante está regularizada?

O consumidor pode adotar alguns cuidados simples para conferir se uma pomada cicatrizante está em situação regular. A checagem do rótulo e a consulta a bases oficiais ajudam a evitar produtos clandestinos, falsificados ou de procedência duvidosa, que podem representar risco à saúde.

  1. Verificar se o rótulo apresenta nome do fabricante, CNPJ e número de registro ou notificação;
  2. Consultar o site ou o aplicativo oficial da Anvisa para checar a situação do produto;
  3. Evitar o uso de itens de origem desconhecida, sem rotulagem completa ou vendidos de forma informal;
  4. Em caso de reação na pele, interromper o uso e procurar atendimento de saúde.

Como o consumidor pode acompanhar alertas e decisões da Anvisa?

A publicação de resoluções no Diário Oficial da União e no portal da Anvisa permite que qualquer pessoa acompanhe atualizações sobre recolhimentos, suspensões e proibições de produtos. A agência também mantém canais de comunicação com linguagem acessível, explicando os motivos das medidas e orientando sobre o que fazer em cada situação.

A consulta periódica a essas fontes contribui para um consumo mais informado e para a identificação rápida de eventuais riscos em produtos já adquiridos. Ao observar rótulos, checar registros e buscar informações oficiais, o público participa ativamente da prevenção de problemas de saúde relacionados a produtos irregulares ou fora dos padrões de qualidade exigidos no país.

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