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Maior obra ferroviária do Brasil avança 1 km por dia em Mato Grosso, recebe R$ 5 bilhões em investimentos e promete revolucionar o agronegócio

Por Felipe Dantas
09/jan/2026
Em Geral
Maior obra ferroviária do Brasil avança 1 km por dia em Mato Grosso, recebe R$ 5 bilhões em investimentos e promete revolucionar o agronegócio

Ferrovia no Brasil

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A Ferrovia de Mato Grosso (FMT) entrou em uma nova fase de impacto para o agronegócio brasileiro. Considerada hoje a maior obra ferroviária em andamento no país, o projeto avança em ritmo acelerado pelo interior mato-grossense, com frentes de trabalho que chegam a instalar até 1 quilômetro de trilhos por dia. Com 73% de execução física, investimento inicial de cerca de R$ 5 bilhões e apoio recente de R$ 2 bilhões do BNDES, a ferrovia é vista como peça central para reduzir custos de frete, encurtar distâncias e reorganizar a logística de grãos até o Porto de Santos.

Por que a Ferrovia de Mato Grosso é considerada estratégica?

A Ferrovia de Mato Grosso é uma extensão de 743 quilômetros da Malha Norte, já operada pela Rumo a partir de Rondonópolis. Hoje, caminhões carregados com soja, milho e farelo percorrem mais de 500 quilômetros até o terminal ferroviário existente, antes de seguir por trem até o Porto de Santos em uma viagem de aproximadamente 76 horas.

Com a nova ferrovia, esse percurso rodoviário tende a diminuir, redistribuindo o fluxo de cargas e reduzindo congestionamentos nas rodovias. O traçado aproxima os trilhos das principais fronteiras agrícolas do estado, ampliando o raio de atendimento em áreas com produção crescente de grãos.

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Maior obra ferroviária do Brasil avança 1 km por dia em Mato Grosso, recebe R$ 5 bilhões em investimentos e promete revolucionar o agronegócio
Ferrovia de Mato Grosso (FMT) – Foto: Site da Ferrovia de Mato Grosso

Como a ferrovia deve reduzir fretes e reorganizar a logística?

A lógica da redução de frete na Ferrovia de Mato Grosso baseia-se em menor distância percorrida por caminhões, ganho de escala no transporte ferroviário e maior previsibilidade de operação. Trens com dezenas de vagões levam grandes volumes de grãos de uma só vez, consumindo menos combustível por tonelada transportada.

Em trechos de cerca de mil quilômetros, a substituição do frete rodoviário pelo ferroviário pode gerar queda de até 50% no custo do transporte. Essa mudança de matriz reduz o desgaste das rodovias, diminui riscos de atraso na safra e corta emissões por tonelada transportada, trazendo ganhos diretos de competitividade.

Em que estágio estão as obras e quais são as próximas etapas?

A FMT começou a ser construída em 2022 e foi dividida em três fases. A fase 1 liga Rondonópolis a um novo terminal entre Dom Aquino e Campo Verde, somando 162 quilômetros, e deve entrar em operação no início do segundo semestre de 2026, a tempo de atender a safrinha de milho.

No local está sendo erguido o Terminal BR-070, com capacidade projetada para 10 milhões de toneladas por ano, nas bordas do Vale do Araguaia. As fases 2 e 3 pretendem levar os trilhos até Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, além de um possível ramal para Cuiabá, ainda dependentes de análise de retorno e custo de capital pela Rumo. Veja detalhes sobre a ferrovia no vídeo divulgado pelo influenciador Edy Drone, via Instagram:

Ver essa foto no Instagram

Um post compartilhado por Edy.drone (@edy.drone)

Quais impactos regionais a ferrovia deve gerar no Mato Grosso?

O avanço da FMT tende a provocar mudanças em cadeia no sul e no médio-norte de Mato Grosso. Um corredor ferroviário de alta capacidade estimula a instalação de armazéns, indústrias de processamento de grãos e serviços de apoio logístico nas proximidades dos terminais, além de dinamizar comércio e serviços locais.

Para produtores rurais, cooperativas e tradings, a ferrovia deve abrir espaço para novos arranjos de armazenagem e comercialização, reduzindo a dependência de rotas rodoviárias longas e aumentando a previsibilidade de escoamento. A seguir, alguns números ajudam a dimensionar o projeto e seus efeitos esperados na região:

  • Extensão planejada – 743 km de trilhos adicionais na Malha Norte
  • Investimento inicial estimado – cerca de R$ 5 bilhões já em execução
  • Empréstimo do BNDES – R$ 2 bilhões para apoiar a obra
  • Capacidade do Terminal BR-070 – 10 milhões de toneladas/ano

Quais são as principais características da ferrovia?

O modelo de implantação da Ferrovia de Mato Grosso combina capital privado, emissão de debêntures e financiamentos de longo prazo. A autorização estadual permitiu maior agilidade no traçado e no cronograma, ao mesmo tempo em que transfere à empresa o risco integral do investimento e da demanda futura de cargas. Veja os detalhes do projeto:

CaracterísticaDetalhes
Localização• Estado de Mato Grosso• Conecta região produtora ao eixo ferroviário nacional
Extensão prevista• Aproximadamente 730 km
Trecho principal• Rondonópolis → Lucas do Rio Verde
Tipo de ferrovia• Ferrovia estadual• Uso predominantemente de cargas
Carga transportada• Soja• Milho• Farelo• Fertilizantes
Velocidade de avanço• Média de até 1 km de obra por dia
Investimentos• Cerca de R$ 5 bilhões
Modelo de concessão• Concessão à iniciativa privada
Impacto logístico• Redução do custo de transporte• Menor dependência de rodovias
Impacto econômico• Maior competitividade do agronegócio• Atração de novos investimentos
Impacto ambiental• Menor emissão de CO₂ por tonelada transportada

FAQ sobre a Ferrovia de Mato Grosso

  • A Ferrovia de Mato Grosso é uma obra pública ou privada? A FMT é um empreendimento com capital 100% privado, operado pela Rumo, em regime de autorização estadual.
  • Qual é a principal diferença entre autorização ferroviária e concessão tradicional? Na autorização, a empresa assume o risco do investimento com mais liberdade para definir traçado e cronograma, enquanto na concessão comum o projeto é estruturado e licitado pelo poder público com regras mais rígidas.
  • A ferrovia transportará apenas grãos? O foco inicial é o agronegócio, sobretudo soja, milho e farelo, mas a infraestrutura permite, em tese, o transporte de outros tipos de carga, conforme demanda futura.
  • Quem decide a expansão para Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Cuiabá? A decisão cabe ao conselho de administração da Rumo, que avalia cenário de juros, retorno esperado e volume de cargas disponível em cada região.
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