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Jovem some em montanha do Paraná após passar a virada do ano no lugar

Por Junior Melo
02/jan/2026
Em Policial
Jovem some em montanha do Paraná após passar a virada do ano no lugar

Pico Paraná - Foto: Denis Ferreira Netto/SEDEST

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O desaparecimento de um jovem de 20 anos no Pico Paraná, após passar a virada do ano na montanha, chamou a atenção para os riscos envolvidos em trilhas de alta montanha no estado do Paraná, mobilizando equipes especializadas do Corpo de Bombeiros e levantando questionamentos sobre segurança, preparo físico e estrutura disponível em um dos principais pontos de montanhismo do país.

Como foi o desaparecido do jovem no Pico Paraná?

De acordo com informações da corporação, o rapaz iniciou a subida ao Pico Paraná na tarde de 31 de dezembro, acompanhado de uma amiga. Durante o trajeto até o cume, ele passou mal, chegando a vomitar algumas vezes, o que pode indicar desidratação, exaustão ou outro problema de saúde que comprometeu seu desempenho físico.

Mesmo com os sinais de mal-estar, o grupo prosseguiu a caminhada e alcançou o topo da montanha por volta das 4h da manhã do dia 1º de janeiro, horário em que diversas pessoas costumam estar no local para assistir ao nascer do sol. Após descansar por cerca de duas horas com outros grupos de trilheiros, iniciaram a descida, mas em determinado ponto da trilha o jovem se separou dos demais e não foi mais visto.

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Como estão sendo feitas as buscas na montanha?

As buscas pelo jovem no Pico Paraná começaram ainda na tarde de quinta-feira, dia 1º, e se estenderam para os dias seguintes, com uso de diferentes recursos operacionais. O Corpo de Bombeiros do Paraná utiliza aeronaves equipadas com câmeras térmicas, capazes de identificar fontes de calor em áreas de difícil acesso, além de equipes em solo que percorrem trilhas oficiais, acessos alternativos e áreas de mata densa.

O trecho onde o jovem foi visto pela última vez é descrito como uma área com poucas condições de recursos para abrigo e alimentação, o que aumenta a preocupação com o passar das horas. A estratégia de resgate inclui mapeamento da rota provável, análise de comportamento de trilheiros em situações semelhantes e cruzamento de depoimentos para delimitar com mais precisão a área de busca.

Quais riscos o Pico Paraná apresenta para trilheiros e turistas?

O Pico Paraná é o ponto culminante da região Sul do Brasil e uma das trilhas mais procuradas por praticantes de montanhismo, mas é considerado um percurso de nível intermediário a avançado. Fatores como relevo íngreme, longos trechos de esforço contínuo, exposição ao frio, possibilidade de neblina intensa e mudanças climáticas bruscas aumentam a chance de fadiga, desorientação e acidentes.

No episódio envolvendo o jovem desaparecido, o mal-estar durante a subida, a caminhada noturna, o desgaste da virada do ano e a descida após poucas horas de descanso formam um quadro de maior vulnerabilidade. Em áreas com pouca estrutura para abrigo e difícil acesso a água, a permanência prolongada sem auxílio reduz as chances de sobrevivência e torna a operação de busca ainda mais urgente.

Quais cuidados básicos ajudam a reduzir riscos em trilhas de alta montanha?

Especialistas em atividades de montanha destacam que boa parte dos incidentes poderia ser evitada com planejamento adequado e respeito aos limites pessoais. Antes de enfrentar o Pico Paraná ou trilhas similares, é essencial considerar preparo físico, equipamentos, condições climáticas e experiência prévia em ambientes de montanha.

Nesse contexto, algumas recomendações práticas são frequentemente citadas por entidades de montanhismo e pelo Corpo de Bombeiros como medidas mínimas de segurança para trilheiros:

  • Avaliar o preparo físico antes de enfrentar trilhas longas, íngremes e com trechos técnicos.
  • Planejar horário de subida e descida, evitando depender apenas de lanternas e reduzindo caminhadas noturnas.
  • Levar água, alimentos e agasalhos, mesmo em caminhadas aparentemente curtas ou em dias de clima estável.
  • Informar familiares ou amigos sobre o trajeto, horário estimado de retorno e pontos de acampamento planejados.
  • Respeitar sinais de mal-estar, interrompendo ou recuando na atividade sempre que necessário para preservar a integridade física.

O desaparecimento no Pico Paraná reacende o debate sobre segurança em áreas naturais de grande fluxo turístico, especialmente em datas festivas como a virada do ano. A combinação de grande número de pessoas na trilha, escuridão, cansaço, clima variável e trechos técnicos mostra como um passeio para contemplar a paisagem pode rapidamente se transformar em uma ocorrência de busca e salvamento.

FAQ sobre desaparecimento de jovem em montanha do Paraná

  • Qual a estrutura de apoio disponível no Pico Paraná para trilheiros? O Pico Paraná possui algumas bases de apoio e abrigos simples em pontos estratégicos da trilha, mas a infraestrutura é limitada. Não há serviços regulares de alimentação ou atendimento médico no percurso, e áreas de descanso podem ser improvisadas apenas em pontos mais planos da montanha.
  • É necessário guia ou permissão para subir o Pico Paraná? Não é obrigatório ter guia para a trilha principal, mas é altamente recomendado, especialmente para quem não tem experiência em montanhismo. Algumas rotas alternativas exigem autorização prévia do Parque Nacional e acompanhamento de profissionais devido à dificuldade e risco de desorientação.
  • Como o clima pode afetar a segurança durante a trilha? Mudanças bruscas de temperatura, neblina intensa e chuva aumentam o risco de desorientação, escorregões e hipotermia. Trilheiros devem checar a previsão do tempo antes de subir, levar roupas adequadas para frio e umidade e estar preparados para interromper a caminhada se as condições se tornarem perigosas.
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