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Anvisa alerta sobre cuidados após casos de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas na Bahia

Por Yudi Soares
02/jan/2026
Em Geral
Anvisa alerta sobre cuidados após casos de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas na Bahia

Pessoa recebendo vacina- Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom

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Casos recentes de intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas voltaram a chamar a atenção para um problema de saúde pública no Brasil. A combinação de álcool adulterado, comércio informal e falta de informação tem exposto consumidores a um risco muitas vezes desconhecido, como evidenciado por novos episódios na Bahia em 2025, que reforçaram a necessidade de atenção redobrada na escolha do que consumir.

Como funciona a intoxicação por metanol em bebidas alcoólicas adulteradas?

A intoxicação por metanol costuma ocorrer após o consumo de bebidas alcoólicas adulteradas, principalmente destilados como cachaças, vodcas e uísques falsificados. Em alguns casos, o metanol é usado ilegalmente para baratear a produção ou aumentar o volume das bebidas, o que configura grave crime contra a saúde pública.

O organismo humano não consegue lidar com o metanol da mesma forma que com o etanol presente nas bebidas regulares. Depois de ingerido, ele é metabolizado no fígado e transformado em formaldeído e ácido fórmico, compostos altamente tóxicos que podem causar lesões irreversíveis em órgãos vitais.

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Quais são os riscos e sintomas da intoxicação por metanol?

Os riscos da intoxicação por metanol vão muito além de um simples mal-estar após o consumo de bebida alcoólica. Como o problema costuma se manifestar algumas horas depois da ingestão, muitas pessoas não associam os sintomas ao que beberam, o que atrasa a procura por atendimento médico.

Para facilitar a identificação precoce, é importante reconhecer os principais sinais que podem surgir após o consumo de bebidas suspeitas, especialmente quando aparecem em conjunto ou de forma progressiva:

  • Náuseas e vômitos persistentes;
  • Dor abdominal e cólicas;
  • Tontura e sonolência excessiva;
  • Visão turva, pontos escuros na visão ou dificuldade para enxergar;
  • Fotofobia (sensibilidade à luz);
  • Confusão mental e agitação;
  • Taquicardia (aumento da frequência cardíaca);
  • Convulsões e coma em quadros mais graves.

Sem atendimento rápido, esses sintomas podem evoluir para comprometimento neurológico grave, cegueira permanente, insuficiência renal, choque e óbito. Qualquer suspeita de ingestão de bebida possivelmente adulterada associada a esses sinais exige busca imediata por serviço de urgência.

Como o antídoto fomepizol atua no tratamento da intoxicação?

O fomepizol é atualmente um dos principais antídotos usados no tratamento da intoxicação por metanol. Ele age bloqueando a enzima responsável por transformar o metanol em seus metabólitos tóxicos, reduzindo a formação de formaldeído e ácido fórmico e diminuindo o dano aos órgãos.

Em situações de surto, estoques de fomepizol costumam ser reforçados para hospitais de referência, e o etanol de uso hospitalar pode ser empregado como alternativa terapêutica. O protocolo inclui avaliação clínica rápida, exames laboratoriais quando disponíveis, uso de antídotos, suporte intensivo e, em casos graves, hemodiálise para remover o metanol e seus metabólitos do sangue.

Como se proteger de bebidas alcoólicas contaminadas por metanol?

A prevenção da intoxicação por metanol depende principalmente da escolha cuidadosa das bebidas alcoólicas. A recomendação central é evitar produtos de origem duvidosa, especialmente os comercializados informalmente, sem rótulo ou sem registro adequado nos órgãos competentes.

Alguns cuidados simples ajudam a reduzir significativamente o risco e podem ser incorporados à rotina de compra e consumo de bebidas, tanto em casa quanto em bares, restaurantes e eventos:

  • Verificar se a bebida tem rótulo completo, com fabricante, ingredientes e número de registro;
  • Observar a presença de lacre de segurança e selo fiscal válido;
  • Desconfiar de preços muito abaixo da média de mercado;
  • Examinar a aparência: destilados devem ser límpidos; turvação, partículas ou alteração de cor são sinais de alerta;
  • Preferir a compra em locais regularizados, como mercados, distribuidoras e bares licenciados;
  • Guardar nota fiscal ou comprovante de compra para facilitar o rastreio em caso de investigação sanitária.

Por que a informação é essencial no enfrentamento ao metanol?

A recorrência de surtos de intoxicação por bebidas adulteradas mostra que a informação é uma das principais ferramentas para reduzir danos. Conhecer o que é o metanol, entender seus efeitos e saber reconhecer sintomas iniciais pode antecipar a busca por atendimento médico e melhorar o desfecho dos casos.

Quando episódios são notificados, a atuação coordenada de secretarias de saúde, vigilância sanitária, polícias e laboratórios permite identificar rapidamente a origem das bebidas contaminadas, recolher lotes suspeitos e orientar a população. Em paralelo, o reforço de estoques de antídotos como o fomepizol mantém a rede de saúde preparada para responder com mais eficiência a novas ocorrências, enquanto campanhas educativas alertam sobre os riscos das bebidas de procedência desconhecida.

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