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A impressionante rodovia que corta a Amazônia tem mais de 4 mil quilômetros, nunca foi concluída e ainda desafia o Brasil

Por Felipe Dantas
16/dez/2025
Em Geral
Pavimentação da BR-230 no sudoeste do Pará começa em 2026 e promete transformar trecho da Transamazônica para facilitar a vida dos motoristas

BR-230 Transamazônica - Foto: Divulgação/DNIT

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A BR-230, mais conhecida como Transamazônica, é uma das rodovias mais emblemáticas do país e, ao mesmo tempo, uma das mais desafiadoras. Inaugurada na década de 1970 com a promessa de integrar o Norte e o Nordeste ao restante do Brasil, a rodovia se estende por milhares de quilômetros cortando estados como Paraíba, Piauí, Maranhão, Pará e Amazonas, mas grande parte de sua extensão nunca foi totalmente pavimentada, o que ainda desperta dúvidas e curiosidade em 2025.

Por que a BR-230 Transamazônica não foi totalmente pavimentada?

Pavimentar milhares de quilômetros em áreas de floresta amazônica envolve investimento muito superior ao de rodovias em regiões já consolidadas, pois o solo frágil, sujeito a chuvas intensas e erosão, exige projetos de engenharia mais complexos e manutenção frequente.

Além dos custos, a rodovia atravessa unidades de conservação, terras indígenas e áreas de floresta primária, o que impõe rigorosos estudos de impacto ambiental e licenciamento detalhado. A combinação de demanda de tráfego relativamente baixa em alguns trechos, forte restrição ambiental e orçamento público limitado fez com que a pavimentação integral fosse sucessivamente adiada ou reduzida ao longo das décadas.

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BR-230 Transamazônica – Foto: Wikimedia Commons

Quais são as principais características da BR-230 Transamazônica?

A BR-230 é a 3ª maior BR do Brasil, com mais de 4 mil quilômetros, conectando o litoral do Nordeste ao coração da Amazônia e atravessando principalmente Paraíba, Piauí, Maranhão, Pará e Amazonas. Em muitos trechos, é a única ligação terrestre entre cidades isoladas e centros maiores, sendo vital para o escoamento de produção agrícola, transporte de insumos e acesso a serviços públicos.

Seu traçado combina segmentos totalmente asfaltados, trechos em obras e longas partes de estrada de terra ou cascalho, que se tornam críticos na temporada de chuvas. Para entender melhor a diversidade da rodovia e sua importância regional, vale observar algumas de suas características marcantes:

  • Passagem por biomas sensíveis, especialmente a Floresta Amazônica;
  • Trechos com pontes improvisadas ou estruturas antigas, exigindo cuidado na travessia;
  • Comunidades ribeirinhas e rurais que dependem da rodovia para acessar saúde, educação e comércio;
  • Áreas de produção agrícola e pecuária que utilizam a BR-230 para escoar safras;
  • Conexão com outras BRs importantes, ampliando seu papel de integração nacional.

Quais desafios tornam a pavimentação da rodovia tão difícil e custosa?

Os desafios da pavimentação da BR-230 combinam fatores técnicos, climáticos e logísticos. O regime de chuvas da região amazônica provoca alagamentos, rios cheios e deslizamentos, enquanto o solo argiloso perde resistência quando encharcado, exigindo drenagem reforçada, bueiros, pontes robustas e sistemas de contenção que encarecem cada quilômetro construído.

Levar máquinas, insumos, combustível e equipes até áreas remotas também aumenta custos e prazos, já que, em alguns pontos, o acesso depende de balsas ou estradas vicinais precárias. Além disso, os projetos de pavimentação envolvem diferentes esferas de governo, licenças ambientais complexas e, muitas vezes, ações judiciais, o que resulta em interrupções, revisões de traçado e mudanças de prioridade orçamentária. Veja os detalhes desse projeto no vídeo pelo Horizon Geo, via TikTok:

@horizongeo Porque essa rodovia nunca foi concluída? #mapas #geografia #rodovia #br230 #amazonas ♬ som original – Horizon Geo

Qual é a importância da BR-230 no desenvolvimento regional?

Mesmo sem pavimentação completa, a BR-230 continua sendo eixo essencial de integração e circulação na Amazônia e no interior do Nordeste. Em muitos municípios, a presença da rodovia está diretamente ligada ao acesso a mercados, à chegada de serviços públicos, ao turismo regional e ao avanço da fronteira agrícola, especialmente nos trechos já asfaltados.

Especialistas apontam que futuras intervenções na Transamazônica devem buscar equilíbrio entre desenvolvimento e preservação, priorizando segmentos estratégicos e soluções de engenharia de menor impacto. Comunidades locais, povos indígenas e organizações ambientais participam ativamente do debate sobre o modelo de ocupação ao longo da BR-230, discutindo desde melhorias de manutenção até alternativas multimodais de transporte. Veja os impactos da rodovia:

AspectoImportância da BR-230 (Transamazônica)
Integração territorial• Conecta Norte e Nordeste ao Centro-Oeste• Reduz isolamento de municípios amazônicos
Ocupação e povoamento• Estimulou migração interna• Deu origem a cidades e projetos de colonização
Economia regional• Facilitou escoamento agrícola e extrativista• Impulsionou comércio local e serviços
Infraestrutura básica• Viabilizou acesso a saúde, educação e energia• Atraiu investimentos públicos iniciais
Logística e mobilidade• Alternativa terrestre em áreas sem rios navegáveis• Reduz custos e tempo de transporte (onde pavimentada)
Soberania e presença do Estado• Ampliou presença governamental na Amazônia• Reforçou controle e integração nacional
Limitações e desafios• Trechos inacabados e não pavimentados• Impactos ambientais e sociais significativos

FAQ sobre a rodovia BR-230 Transamazônica

  • A BR-230 passa por quais estados brasileiros? A Transamazônica atravessa principalmente os estados da Paraíba, Piauí, Maranhão, Pará e Amazonas, conectando o litoral nordestino à região amazônica.
  • Qual é a extensão aproximada da BR-230? A BR-230 tem mais de 4 mil quilômetros de extensão, o que a coloca entre as rodovias federais mais longas do Brasil.
  • A Transamazônica é transitável o ano inteiro? Em trechos asfaltados, o tráfego costuma ser contínuo, mas nos segmentos de terra o período de chuvas pode provocar atoleiros, interrupções temporárias e aumento do tempo de viagem.
  • A pavimentação total da BR-230 ainda é discutida? Sim. A pavimentação da Transamazônica segue em debate, com projetos pontuais em estudo ou execução, sempre condicionados a recursos disponíveis e ao cumprimento das normas ambientais.
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