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Início Geral

Homem erra Pix de R$ 50 mil, busca a Justiça e sai com valor devolvido e indenização

Por Larissa Hisashi
30/nov/2025
Em Geral
Homem erra Pix de R$ 50 mil, busca a Justiça e sai com valor devolvido e indenização

Pessoa que se recusou a devolver Pix foi condenada a pagar indenização (Créditos: depositphotos.com / Krakenimages.com)

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Incidentes envolvendo erros em transferências bancárias, como o Pix, podem causar complicações legais sérias, a exemplo de um caso julgado em Mato Grosso, no qual o Tribunal de Justiça determinou a devolução de R$ 50 mil transferidos por engano e o pagamento de R$ 10 mil por danos morais, demonstrando a importância jurídica desses deslizes financeiros e a necessidade de pronta cooperação do recebedor na correção do erro.

Os erros no Pix possuem o mesmo tratamento legal que outros tipos?

Erros em transferências tradicionais ou via Pix costumam ser tratados de maneira semelhante pela Justiça, incluindo a obrigação de devolução dos valores. Recusar a devolução pode resultar em demandas civis e até danos morais conforme o contexto.

No Pix, o Banco Central disponibiliza o Mecanismo Especial de Devolução (MED), que foi desenvolvido para agilizar o processo de recuperação administrativa dos valores enviados de forma equivocada, sobretudo nos casos de fraude.

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Homem erra Pix de R$ 50 mil, busca a Justiça e sai com valor devolvido e indenização
Decisão judicial reforça dever de devolver Pix recebido de forma indevida (Créditos: depositphotos.com / rafapress)

Como funciona o Mecanismo Especial de Devolução?

O MED permite que o pagador solicite a devolução administrativa de valores, desde que apresente documentação como comprovantes e registros bancários. Esse procedimento pode ser iniciado diretamente no banco onde a transação foi realizada.

Em 2025, o Banco Central aprimorou o MED, trazendo novidades que otimizam a contestação digital e o rastreamento dos recursos. Assim, ficou mais rápido e eficiente localizar e reaver valores indevidamente transferidos.

  • Devolução facilitada em até 11 dias após a contestação
  • Rastreamento aprimorado dos valores transferidos
  • Maior transparência e segurança para o usuário

Quais fatores podem caracterizar danos morais em casos de transferência por engano?

A negativa em restituir os valores, mesmo diante de provas do erro, pode fundamentar uma ação por danos morais. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por exemplo, concedeu uma indenização de R$ 10 mil em razão da recusa injustificada do beneficiário.

A jurisprudência reforça que não apenas a retenção injusta do valor, mas também a insistência em não a resolver, contribuem para a responsabilização civil por danos morais.

Homem erra Pix de R$ 50 mil, busca a Justiça e sai com valor devolvido e indenização
Decisão judicial reforça dever de devolver Pix recebido de forma indevida

Como agir ao perceber um erro em transferência bancária?

É fundamental agir rapidamente ao identificar o engano, comunicando o banco envolvido e utilizando o MED no caso do Pix. A reunião de documentos, como comprovantes e conversas, é essencial para iniciar qualquer procedimento de correção.

Se a negociação administrativa não tiver êxito, o ideal é considerar uma ação judicial, com base nas provas de que o erro foi cometido sem má-fé e que houve tentativa de resolução direta.

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