Apesar de a federação União Progressista ter declarado apoio à reeleição de Davi Alcolumbre, a decisão enfrenta resistência dentro do PP. Segundo relatos de bastidores publicados pela imprensa, integrantes da legenda afirmam que não foram consultados antes do anúncio feito pelo presidente do partido, Ciro Nogueira.
Entre as insatisfações está a avaliação de que Alcolumbre teria negociado diretamente com Antônio Rueda, presidente do União Brasil, deixando o PP à margem das articulações.
Parte dos progressistas defende o nome da senadora Tereza Cristina, considerada uma alternativa com capacidade de dialogar com diferentes setores políticos e com o agronegócio. Outros preferem apoiar Rogério Marinho, candidato defendido pela família Bolsonaro, a respaldar mais uma gestão de Alcolumbre.
A divergência indica que o apoio formal da federação não garante, necessariamente, a adesão de todos os senadores do PP. Como a votação para a Presidência do Senado é secreta, eventuais dissidências poderão influenciar o resultado.
Fonte: coluna_claudiohumberto