Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta quarta-feira (30), mostra Marina JHC na liderança da disputa por uma das duas vagas ao Senado por Alagoas. A ex-primeira-dama de Maceió aparece com 45,6% das intenções de voto.
O ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP) está em segundo lugar, com 41,6%. O senador Renan Calheiros (MDB) aparece na terceira posição, com 36,9%.
Na sequência estão Davi Davino Filho (Republicanos), com 22,9%; Dr. Wanderley (MDB), 15,2%; Alexandre Fleming (UP), 1,1%; e Mariedson (Democrata), 0,4%.
Na pesquisa anterior, divulgada em 21 de setembro, Arthur Lira liderava com 41,2%, seguido por Marina JHC, com 37,8%, e Renan Calheiros, com 34,6%. Davi Davino tinha 25,7%; Dr. Wanderley, 12,3%; Alexandre Fleming, 2%; e Mariedson, 0,6%.
Primeira e segunda opção de voto
Marina JHC é apontada como primeira opção de voto por 26,7% dos entrevistados. Renan Calheiros aparece com 23,6%, enquanto Arthur Lira registra 23,4%.
Questionados sobre a segunda opção, 26,5% dos eleitores afirmaram não ter outro candidato em mente. Marina JHC foi citada por 18,9%, Arthur Lira por 18,3% e Renan Calheiros por 13,3%.
Em 2026, cada estado brasileiro elegerá dois senadores.
JHC lidera disputa pelo governo de Alagoas
Na disputa pelo governo de Alagoas, o ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas, o JHC, aparece na liderança, com 48,6% das intenções de voto.
O ex-ministro Renan Filho (MDB) tem 43%; Lenilda Luna (UP), 0,7%; e Márcio Jambo (Democrata), 0,4%. Brancos e nulos somam 3,7%, enquanto 3,5% dos entrevistados estão indecisos.
Considerando apenas os votos válidos, JHC registra 52,4%, contra 46,3% de Renan Filho.
Na pesquisa anterior, JHC também tinha 48,6%, enquanto Renan Filho aparecia com 41,6%.
Em um eventual segundo turno, JHC registra 50,4% das intenções de voto, contra 43,8% de Renan Filho. Brancos e nulos somam 3,5%, e 2,4% dos entrevistados estão indecisos.
Metodologia
O Paraná Pesquisas ouviu 1.400 eleitores em 59 municípios de Alagoas, entre os dias 26 e 29 de setembro.
A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número AL-01237/2026.
Fonte: O Antagonista