• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Justiça

Advogados pedem prisão de Janones após ataque a ministro do STF

Por Junior Melo
09/set/2026
Em Justiça
Janones anuncia plano para montar QG de campanha no condomínio onde Bolsonaro mora

André Janones - Foto: © Lula Marques/Agência Brasil

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

O deputado federal André Janones (Avante-MG) foi alvo de uma notícia-crime apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (9). Os advogados Paulo Faria e Filipe Rocha de Oliveira pedem a abertura de investigação contra o parlamentar e, em determinadas circunstâncias, a adoção de medidas cautelares, incluindo a prisão.

A representação foi motivada por um vídeo publicado por Janones na rede social X, no qual o deputado faz críticas ao ministro André Mendonça e o chama de “vagabundo”. Na gravação, Janones também afirma que o magistrado teria afastado o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para impedir que uma investigação chegasse até ele.

“Ele afastou o cara que estava investigando ele”, declarou o deputado no vídeo. Na mesma publicação, Janones incentivou os seguidores a compartilharem o conteúdo e a divulgá-lo em grupos de WhatsApp.

Leia Também

Mendonça libera publicação de Erika Hilton sobre Nossa Senhora Aparecida

Nunes Marques garante participação de candidatos do Novo em debates eleitorais

Demora na posse de Zanin no TSE gera questionamentos entre ministros do STF

Pedido de investigação

A notícia-crime foi protocolada dentro da PET 16.662, processo que já tramita no STF sob relatoria de André Mendonça.

Os autores sustentam que as declarações podem configurar crimes contra a honra, como calúnia, difamação e injúria. Eles argumentam ainda que eventuais crimes teriam circunstâncias que poderiam agravar a situação, por envolverem declarações dirigidas a um ministro do STF no exercício da função e divulgadas em uma rede social de grande alcance.

Segundo os advogados, as manifestações de Janones teriam ultrapassado os limites da crítica política ao atribuir a Mendonça suposto desvio de finalidade e uso da função pública para autoproteção.

Preservação das provas

A representação também pede que o STF determine a preservação das evidências relacionadas à publicação.

Entre os pedidos estão a conservação do vídeo, dos metadados associados à postagem, dos registros de edição e do histórico de visualizações, comentários e compartilhamentos.

Os advogados também querem informações sobre eventual impulsionamento pago do conteúdo e sobre contas utilizadas para ampliar a divulgação da publicação.

A solicitação é para que o material seja posteriormente encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), responsável por avaliar eventuais providências na esfera penal.

Imunidade parlamentar

Outro ponto levantado na petição é a imunidade parlamentar. Os advogados defendem que a proteção constitucional conferida aos deputados não impediria automaticamente a investigação de declarações feitas fora das dependências do Congresso Nacional.

A representação pede que o STF analise especificamente os limites dessa proteção no caso de manifestações feitas em redes sociais.

Os autores citam decisões da própria Corte relacionadas ao ex-deputado Daniel Silveira, incluindo processos nos quais o STF analisou manifestações de parlamentares contra ministros do tribunal.

Com base nesses precedentes, os advogados pedem que o Supremo avalie se a permanência do vídeo publicado por Janones nas redes sociais poderia caracterizar situação de flagrante delito. Caso a Corte entenda que houve crime inafiançável, eles requerem a prisão em flagrante do deputado.

A petição também menciona a possibilidade de prisão preventiva, desde que haja manifestação da PGR ou representação policial e sejam comprovados os requisitos previstos no Código de Processo Penal.

O simples protocolo da notícia-crime, porém, não significa que o STF tenha determinado a abertura de investigação, nem que os pedidos de prisão tenham sido acolhidos.

Além das medidas na esfera penal, os advogados pedem o encaminhamento do caso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Ministério Público Eleitoral para análise de eventuais infrações relacionadas à divulgação do conteúdo.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Quaest mostra Flávio à frente de Lula nos dois turnos no Rio

PRÓXIMO

PF intima Galípolo, Campos Neto e André Esteves em investigação sobre Banco Master

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se