O governo venezuelano determinou novas restrições de entrada no estado de La Guaira, uma das regiões mais afetadas pelos terremotos registrados nesta semana. A partir da noite desta sexta-feira (26), o acesso ficará limitado a moradores, equipes de emergência, profissionais credenciados e veículos oficiais.
De acordo com autoridades, a decisão tem como objetivo facilitar o trabalho de busca por sobreviventes, além de organizar a distribuição de ajuda humanitária na área atingida.
Região concentra maior parte dos danos
La Guaira segue como o ponto mais crítico após os tremores, reunindo o maior número de estruturas destruídas e vítimas confirmadas até o momento. As equipes de resgate continuam atuando nos escombros, enquanto o balanço de mortos e feridos ainda pode aumentar.
Horas seguintes são vistas como decisivas
Órgãos oficiais da Venezuela afirmam que as próximas 48 horas serão fundamentais para tentar localizar pessoas ainda desaparecidas.
A decisão de restringir a circulação ocorreu no mesmo dia em que a presidente interina, Delcy Rodríguez (Delcy Rodríguez), enfrentou protestos durante uma visita a uma área atingida em Caracas.
Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram moradores cobrando maior agilidade na assistência às vítimas e na entrega de suprimentos básicos.
Insatisfação de moradores durante ações do governo
Durante a presença de autoridades nas regiões afetadas, houve registros de manifestações de insatisfação da população, que exige respostas mais rápidas diante da tragédia e da situação de emergência.
Mobilização internacional para apoio às vítimas
A tragédia provocou uma resposta internacional imediata. Países como Estados Unidos, México, Espanha e Alemanha enviaram equipes de resgate, além de equipamentos e ajuda emergencial.
A Organização das Nações Unidas (Organização das Nações Unidas) também coordena esforços conjuntos para apoiar as populações afetadas pelos tremores.
Abalos sísmicos agravaram cenário humanitário
Os terremotos, de magnitude 7,2 e 7,5, atingiram o território venezuelano na última quarta-feira (24), causando destruição principalmente no litoral norte e na região metropolitana de Caracas.
Além dos danos materiais, o desastre ampliou a crise humanitária já existente no país, levando o governo a decretar estado de emergência.