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Início Política

Nova proposta do Centrão amplia jornada semanal para 52 horas e adia fim da escala 6×1

Por Junior Melo
19/maio/2026
Em Política
Nova proposta do Centrão amplia jornada semanal para 52 horas e adia fim da escala 6x1

Câmara dos Deputados - Foto: © Bruno Spada/Câmara dos Deputados

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A proposta apresentada por parlamentares do Centrão e da direita na Câmara dos Deputados alterou completamente o texto original da PEC do fim da escala 6×1. Em vez de reduzir a jornada semanal, a emenda cria mecanismos que podem ampliar o tempo de trabalho para até 52 horas semanais e adia qualquer mudança por dez anos.

Como a proposta muda completamente a PEC do fim da escala 6×1?

A emenda foi protocolada pelo deputado Sérgio Turra e conseguiu 176 assinaturas válidas, número suficiente para tramitação na Câmara. O texto recebeu apoio de nomes ligados à direita e ao Centrão.

A proposta altera o objetivo original da PEC 221/2019, que previa reduzir gradualmente a jornada para 36 horas semanais. O novo texto reduz a meta para 40 horas, o que representa quatro horas extras de trabalho por semana em relação ao projeto inicial.

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Emenda abre brecha para jornadas de até 52 horas

O trecho mais polêmico da proposta permite que acordos individuais ou coletivos ampliem a jornada em até 30% acima do limite constitucional. Como o teto geral previsto passa a ser de 40 horas, a carga semanal poderia chegar a 52 horas.

Além disso, a emenda amplia o chamado negociado sobre o legislado, fortalecendo acordos entre empresas e trabalhadores em temas como banco de horas, escalas, intervalos e teletrabalho. Especialistas avaliam que isso pode aumentar a pressão sobre funcionários em setores mais vulneráveis.

Quais setores essenciais poderão manter jornadas maiores?

O texto também cria exceções amplas para atividades consideradas essenciais. Áreas como saúde, segurança, mobilidade urbana, abastecimento e infraestrutura crítica poderão manter jornadas de até 44 horas semanais.

Na prática, o conceito de atividade essencial ainda dependerá de regulamentação futura por lei complementar. Críticos da proposta afirmam que a exceção pode acabar se tornando regra para grande parte do mercado de trabalho brasileiro.

Quais os benefícios fiscais para empresas?

Além da flexibilização das regras trabalhistas, a proposta cria incentivos tributários para empregadores que aderirem ao novo modelo. Os parlamentares defendem que isso evitaria impactos econômicos negativos durante a transição. Entre os principais pontos previstos na emenda estão:

  • Brecha para jornadas de até 52 horas semanais
  • Adiamento do fim da escala 6×1 por dez anos
  • Meta reduzida de 36 para 40 horas semanais
  • Ampliação de acordos individuais sobre direitos trabalhistas
  • Redução de 50% da contribuição ao FGTS
  • Benefícios fiscais e redução de encargos para empresas
  • Flexibilização sem necessidade de compensações ao trabalhador

Outro ponto que gerou críticas é a previsão de que pausas e intervalos deixem de ser contabilizados como jornada efetiva. Com isso, trabalhadores poderão permanecer mais tempo no ambiente profissional sem que essas horas sejam computadas integralmente.

Implementação da proposta pode demorar mais de dez anos

A emenda estabelece que as mudanças só entrarão em vigor dez anos após a publicação da futura emenda constitucional. Mesmo depois desse prazo, ainda será necessária a aprovação de uma lei complementar para regulamentar as novas regras.

Na justificativa apresentada, os deputados afirmam que uma redução imediata da jornada poderia gerar inflação, insegurança jurídica e aumento de custos para empresas. Já críticos da proposta argumentam que o texto enfraquece direitos trabalhistas e adia indefinidamente o fim da escala 6×1.

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