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Cientistas identificam na Indonésia a arte rupestre mais antiga do mundo com cerca de 67,8 mil anos e descoberta pode mudar o entendimento sobre a história humana

Por Felipe Dantas
06/abr/2026
Em Geral
Cientistas identificam na Indonésia a arte rupestre mais antiga do mundo com cerca de 67,8 mil anos e descoberta pode mudar o entendimento sobre a história humana

Imagem ilustrativa de cientista descobrindo arte rupestre mais antiga do mundo

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Uma pintura de uma mão encontrada em uma caverna da Indonésia foi reconhecida como a arte rupestre mais antiga do mundo, com idade estimada em 67,8 mil anos, mudando o entendimento sobre a história humana.

Por que a pintura de mão na Indonésia é a mais antiga do mundo?

A descoberta revelou uma simples silhueta de mão em uma parede rochosa, mas sua importância está na idade confirmada: trata-se da mais antiga representação de arte rupestre já identificada.

O registro supera em cerca de 15 mil anos outra pintura também encontrada em Sulawesi, consolidando a região como um dos principais berços da arte pré-histórica conhecida.

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O arqueólogo ilumina a silhueta da arte rupestre – Foto: Max Aubert/Reprodução

Onde foi encontrada a arte rupestre de 67,8 mil anos?

A pintura foi localizada na caverna de Liang Metanduno, na ilha de Muna, no sudeste de Sulawesi, região já conhecida por outras descobertas arqueológicas.

O local faz parte de um conjunto de cavernas estudadas por pesquisadores e reforça a ideia de que a área foi ocupada e utilizada por grupos humanos ao longo de dezenas de milhares de anos.

Como os cientistas determinaram a idade da pintura rupestre?

Os pesquisadores utilizaram uma técnica baseada na análise de depósitos minerais formados naturalmente sobre as rochas ao longo do tempo. Esses depósitos ajudam a criar uma espécie de linha do tempo geológica.

Assim, foi possível definir uma idade mínima de 67,8 mil anos para a imagem. Entre os principais pontos do método utilizado pelos cientistas, destacam-se:

  • Análise de camadas minerais sobre e sob a pintura
  • Estimativa da idade mínima com base na formação dessas camadas
  • Uso de técnicas avançadas de datação geoquímica
  • Comparação com outros registros rupestres da região

Por que a descoberta muda a história da ocupação humana?

A nova datação não impacta apenas a história da arte, mas também as teorias sobre a migração dos primeiros humanos pelo planeta. O achado reforça hipóteses sobre rotas de deslocamento que podem ter levado grupos humanos até a Austrália, alterando linhas de tempo aceitas há décadas.

Entre os principais impactos científicos da descoberta estão novas interpretações sobre:

  • A chegada de humanos ao Sudeste Asiático
  • A possível ocupação da Austrália há mais de 65 mil anos
  • A existência de rotas migratórias mais antigas do que se imaginava
  • A conexão entre ilhas do Sudeste Asiático e o continente de Sahul

Que evidências mostram uma tradição artística prolongada em Sulawesi?

Além da pintura de mão, os pesquisadores identificaram que a caverna de Liang Metanduno foi usada repetidamente como espaço de produção artística ao longo do tempo.

As evidências indicam que as pinturas foram feitas durante um período de pelo menos 35 mil anos, demonstrando continuidade cultural entre diferentes gerações. Veja imagens da pintura (Reprodução/Instagram/@spacetoday):

Ver essa foto no Instagram

Um post compartilhado por Sergio Sacani (@spacetoday)

O que a pesquisa revela sobre as rotas humanas até a Austrália?

O estudo, publicado na revista científica Nature, foi conduzido por uma equipe internacional liderada pela Griffith University, em parceria com a agência de pesquisa da Indonésia (BRIN) e a Southern Cross University.

Segundo os pesquisadores, a presença de arte tão antiga em Sulawesi fortalece a hipótese de uma rota migratória pelo norte, conectando ilhas do Sudeste Asiático até a Nova Guiné e, posteriormente, à Austrália.

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