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Início Política

Flávio Bolsonaro decide assinar CPI que mira Moraes e Toffoli

Por Junior Melo
09/mar/2026
Em Política
Os "vários nomes" de Flávio Bolsonaro para indicar ao STF

Flávio Bolsonaro - Foto: © Lula Marques/ Agência Brasil

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou nesta segunda-feira (9/3) que assinou o requerimento para a criação da CPI que investigará a atuação dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no Caso Master.

Por que Flávio Bolsonaro só assinou após atingir o mínimo de assinaturas?

Pré-candidato ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro condicionou sua assinatura ao anúncio de que o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) havia atingido as 27 assinaturas mínimas para protocolar o pedido. Ele afirmou que irá apresentar um requerimento para aditar a CPI, incluindo a investigação de Fernando Haddad e Galípolo, com fundamentos que serão divulgados em breve.

A estratégia evidencia a cautela política do senador, que buscou garantir que a CPI tivesse legitimidade mínima antes de se comprometer oficialmente. As informações são do portal Metrópoles.

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Quem mais assinou o pedido de CPI?

Além de Flávio, o senador Dr. Hiran (PP-RR) também aderiu ao requerimento após o anúncio de Vieira, elevando o total de assinaturas para 29. Essa articulação mostra a mobilização de diferentes partidos em torno da investigação e reforça o caráter político da comissão.

A seguir, veja a lista completa dos senadores que assinaram o pedido de CPI:

  • Alessandro Vieira (MDB/SE)
  • Astronauta Marcos Pontes (PL/SP)
  • Eduardo Girão (NOVO/CE)
  • Magno Malta (PL/ES)
  • Luis Carlos Heinze (PP/RS)
  • Sergio Moro (UNIÃO/PR)
  • Esperidião Amin (PP/SC)
  • Carlos Portinho (PL/RJ)
  • Styvenson Valentim (PSDB/RN)
  • Marcio Bittar (PL/AC)
  • Plinio Valerio (PSDB/AM)
  • Jaime Bagattoli (PL/RO)
  • Oriovisto Guimarães (PSDB/PR)
  • Damares Alves (REPUBLICANOS/DF)
  • Cleitinho (REPUBLICANOS/MG)
  • Hamilton Mourão (REPUBLICANOS/RS)
  • Vanderlan Cardoso (PSD/GO)
  • Jorge Kajuru (PSB/GO)
  • Margareth Buzetti (PP/MT)
  • Alan Rick (REPUBLICANOS/AC)
  • Wilder Morais (PL/GO)
  • Izalci Lucas (PL/DF)
  • Mara Gabrilli (PSD/SP)
  • Marcos do Val (PODEMOS/ES)
  • Rogerio Marinho (PL/RN)
  • Flávio Arns (PSB/PR)
  • Laercio Oliveira (PP/SE)
  • Flávio Bolsonaro (PL/RJ)
  • Dr. Hiran (PP/RR)

Quais outros nomes Flávio Bolsonaro pretende incluir na CPI?

Flávio Bolsonaro pretende expandir o escopo da investigação para incluir outros envolvidos no episódio, como Fernando Haddad e Galípolo. Embora ainda não tenha detalhado os fundamentos, a intenção é ampliar o alcance político da CPI e engajar um público maior na discussão.

Essa estratégia reforça que a comissão não será apenas sobre ministros do STF, mas pode atingir aliados políticos, aumentando a repercussão na mídia e no Congresso. Veja a publicação de Flávio:

Assinei hoje mais uma CPI para investigar as condutas dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Antes dessa, já havia assinado o pedido de CPI do Banco Master, além de pedidos de impeachment de outros ministros e vou assinar qualquer outro pedido que vise investigar…

— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) March 9, 2026

Qual é o contexto político da CPI?

O pedido de CPI surge em um momento de maior exposição de Flávio Bolsonaro como pré-candidato à presidência, aumentando seu protagonismo político. A movimentação também pressiona ministros do STF e figuras da oposição, tornando o tema central de debates no Senado e nas redes sociais.

A articulação demonstra que a CPI tem objetivos claros de visibilidade política, além de investigação, o que deve gerar repercussão intensa nos próximos dias.

Quando a CPI poderá ser instalada?

Com as 29 assinaturas confirmadas, a CPI já ultrapassa o mínimo necessário para ser oficialmente criada pelo Senado. O próximo passo é o protocolo formal do requerimento, que deve ocorrer ainda nesta semana, dando início aos trâmites legais da comissão.

A instalação da CPI permitirá a investigação sobre o Caso Master e a atuação de ministros e outros envolvidos, definindo os próximos movimentos políticos e jurídicos do Senado.

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