A mobilidade de Campo Grande ganha um novo impulso com o início da segunda fase do Anel Viário, um conjunto de obras que promete melhorar o trânsito e reduzir o tempo de deslocamento na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Por que o início da segunda fase do Anel Viário é importante para Campo Grande?
O anúncio foi feito pelo prefeito Eduardo Paes e pelo vice-prefeito Eduardo Cavaliere, marcando um avanço no Plano de Mobilidade de Campo Grande, que reúne diversas intervenções estruturais. A região, com mais de 350 mil moradores, é uma das mais populosas da cidade.
Segundo a prefeitura, o projeto integra túneis, viadutos e requalificação de vias, com o objetivo de melhorar a fluidez do trânsito e ampliar os acessos à Avenida Brasil, um dos principais eixos viários do Rio de Janeiro.
O que será feito na duplicação da Estrada do Lameirão?
Um dos principais destaques da obra é a duplicação da Estrada do Lameirão, no trecho entre a Estrada da Posse e a Avenida Brasil. A via, que hoje é de pista simples, passará a contar com uma estrutura mais ampla e organizada. Para melhorar a infraestrutura e a segurança viária, o projeto inclui diversas melhorias importantes ao longo do trecho.
- Implantação de quase 2 km de pistas duplicadas
- Construção de drenagem urbana eficiente
- Instalação de calçadas e ciclovias
- Reorganização do cruzamento com a Estrada da Posse
- Substituição da ponte sobre o Rio dos Cachorros
Essas intervenções visam tornar o deslocamento mais rápido e seguro, beneficiando tanto motoristas quanto pedestres e ciclistas. Além disso, a duplicação complementa obras já realizadas na região, como o viaduto Marcelo Alencar, fortalecendo a conexão com outras áreas do bairro.
Como o novo túnel vai melhorar a ligação com a Avenida Brasil?
Outra intervenção estratégica é a construção de um novo túnel sob o Morro João Vicente, que vai criar uma rota direta entre a Estrada da Posse e a Avenida Brasil. A obra busca eliminar gargalos e reduzir significativamente o tempo de deslocamento.
O túnel terá aproximadamente 350 metros de extensão, com duas galerias e duas faixas por sentido. Ele será integrado ao primeiro túnel da região, sob o Morro Luís Bom. Com isso, será formado um corredor viário contínuo, ligando pontos estratégicos de Campo Grande ao principal eixo de tráfego da cidade. Veja detalhes do projeto no vídeo divulgado pelo prefeito do RJ Eduardo Paes:
De que forma o projeto pode reduzir o tempo de deslocamento?
Segundo o vice-prefeito Eduardo Cavaliere, o conjunto de obras representa o maior investimento em mobilidade da cidade e pode reduzir o tempo de viagem em até 50%.
Essa melhoria impacta diretamente a rotina da população, que passa a ter deslocamentos mais rápidos e previsíveis no dia a dia. Além da redução do tempo de trajeto, o projeto também deve trazer benefícios como:
Como o plano de mobilidade transforma o futuro de Campo Grande?
O Plano de Mobilidade de Campo Grande reúne um conjunto de obras integradas que incluem pavimentação, drenagem, túneis e requalificação de vias. O objetivo é reorganizar o fluxo urbano e tornar a circulação mais eficiente.
Segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura, o projeto abrange mais de 5 a 6 quilômetros de intervenções, formando um sistema viário moderno e estruturado. Com a continuidade das obras, a expectativa é que a região passe por uma transformação significativa, consolidando um novo padrão de mobilidade na Zona Oeste e melhorando a conexão com o restante da cidade.