As obras do novo viaduto no km 59 da BR-282/SC, em Rancho Queimado, avançam em ritmo considerado significativo e já alcançaram 75% de execução até fevereiro de 2026. O empreendimento, financiado com cerca de R$ 19 milhões por meio do Novo PAC, integra um conjunto de intervenções para ampliar a capacidade e aumentar a segurança em um dos trechos mais movimentados da rodovia federal em Santa Catarina, com previsão de conclusão em agosto de 2026, caso o cronograma seja mantido.
Como é o projeto do viaduto no km 59 da BR-282/SC em Rancho Queimado?
O projeto do viaduto na BR-282/SC contempla uma estrutura com 18 metros de extensão e acessos de aproximadamente 900 metros e 775 metros no lado esquerdo, permitindo maior fluidez para quem se desloca entre a Grande Florianópolis, a Serra Catarinense e o Oeste. A intervenção é estratégica para reduzir conflitos de tráfego em nível, minimizar congestionamentos e melhorar o escoamento de cargas da agroindústria e do comércio atacadista.
Além da estrutura principal, o viaduto foi projetado para integrar acessos locais e tráfego de longa distância, organizando melhor as entradas e saídas. Essa configuração busca diminuir manobras bruscas, oferecer rotas mais diretas e criar um traçado mais seguro em um ponto sensível do corredor logístico estadual.
Em que estágio estão as obras do viaduto de Rancho Queimado na BR-282/SC?
De acordo com o planejamento da BR-282/SC, as etapas de infraestrutura e mesoestrutura já foram executadas, incluindo fundações e pilares. Atualmente, os trabalhos se concentram na superestrutura, com a execução da laje do tabuleiro, que receberá o pavimento e o fluxo de veículos.
As alças de acesso ao viaduto foram concluídas e estão em operação, liberando o trecho principal para avanços com menos interferência do tráfego. Seguem em andamento as estruturas de solo reforçado, as chamadas terras armadas, que funcionam como contenção e apoio nos encontros do viaduto, garantindo estabilidade aos aterros.
Confira abaixo o anúncio oficial do DNIT sobre o andamento das obras:
Por que o viaduto da BR-282/SC em Rancho Queimado aumenta a segurança viária?
O viaduto no km 59 da BR-282/SC foi projetado para reduzir cruzamentos em nível e manobras arriscadas em um trecho de alta movimentação, com intenso fluxo local e de longa distância. Ao separar fluxos e organizar entradas e saídas, a obra contribui diretamente para a segurança viária e para a diminuição da probabilidade de colisões.
Entre os principais benefícios esperados com a entrega do viaduto na BR-282/SC, destacam-se melhorias que impactam tanto motoristas de automóveis quanto caminhoneiros e usuários de ônibus:
- Redução de conflitos entre fluxos opostos e conversões em nível;
- Diminuição de filas em horários de pico, feriados e temporadas turísticas;
- Melhor escoamento de cargas, com mais previsibilidade de tempo de viagem;
- Aumento da capacidade da rodovia em um segmento crítico do sistema logístico estadual;
- Integração mais segura entre tráfego local e trânsito de longa distância.
Qual é a importância da BR-282/SC para o transporte e a economia catarinense?
A BR-282/SC é um dos principais corredores logísticos de Santa Catarina, ligando o litoral ao interior em mais de 600 quilômetros. A rodovia conecta Florianópolis e região metropolitana à Serra Catarinense e ao Oeste, atendendo polos agrícolas, industriais, de serviços e turismo.
Por concentrar o transporte de cargas e passageiros, a rodovia impacta diretamente a economia regional e o acesso da população à saúde, educação e lazer. Por isso, obras de ampliação de capacidade e melhorias estruturais, como o viaduto de Rancho Queimado, são tratadas como prioritárias em programas federais de infraestrutura.
Quais são as próximas etapas até a entrega do viaduto na BR-282/SC?
Para que o viaduto da BR-282/SC seja liberado de forma definitiva ao tráfego, ainda é necessária a conclusão da superestrutura e das terras armadas, além dos serviços de pavimentação, drenagem e sinalização no tabuleiro e nos acessos. Esses itens garantem conforto de rolamento e segurança, especialmente em dias de chuva e em períodos de maior fluxo.
As intervenções previstas para a etapa final incluem a execução da laje, consolidação dos aterros, aplicação das camadas de pavimento, instalação de dispositivos de drenagem, implantação de sinalização horizontal e vertical e obras complementares, como barreiras de proteção e demais dispositivos de segurança viária.