• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Geral

TRT-MG concede indenização de R$ 3 mil após sofrer apelidos de “xá de mula” e “vermelho” e outros constantes no ambiente de trabalho

Por Guilherme Silva
19/fev/2026
Em Geral
TRT-MG concede indenização de R$ 3 mil após sofrer apelidos de "xá de mula" e "vermelho" e outros constantes no ambiente de trabalho

Justiça do Trabalho condena empresa por danos morais causados por assédio sistemático

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

A Justiça do Trabalho consolidou em 2026 uma decisão marcante sobre o assédio moral em Barbacena, Minas Gerais. Uma marmoraria foi condenada a pagar R$ 3 mil em danos morais a um ex-funcionário após comprovar que ele era alvo constante de apelidos pejorativos e humilhações sistemáticas durante os quase quatro anos de contrato.

O que caracteriza o assédio moral por apelidos pejorativos?

O assédio moral é definido pela exposição repetitiva do trabalhador a situações humilhantes. No caso julgado pelo TRT-MG, o funcionário, que é ruivo e possui a pele avermelhada, sofria diariamente com apelidos como “chupa-cabra”, “mula”, “xá de mula” e “vermelho”. O desconforto era evidente para as testemunhas, o que afastou a tese de “brincadeira inofensiva”.

A decisão da 8ª Turma reforça que a repetição dessas condutas extrapola o poder diretivo da empresa. Mesmo que a primeira instância tenha negado o pedido inicialmente, os desembargadores entenderam que houve uma violação clara à dignidade da pessoa humana, fundamentada no Artigo 1º, III da Constituição Federal.

Leia Também

Top 4 máscaras capilares acessíveis para efeito de salão para cabelos grisalhos sem danificar

Márcia Sensitiva alerta para duas datas decisivas para esses signos que ainda podem mudar fevereiro

Anvisa proíbe suplementos e determina apreensão nacional após identificar fabricante sem licença sanitária

Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina
Mulher escrevendo e lendo com uma estátua da Justiça – Créditos: depositphotos.com / AllaSerebrina

Qual o impacto das brincadeiras de mau gosto na carreira?

Humilhações disfarçadas de humor criam um ambiente hostil que afeta a saúde mental e o desempenho. Neste processo, o trabalhador apresentou provas visuais contundentes: fotos de pedras de mármore rabiscadas com giz de cera contendo as mesmas ofensas verbais. Isso demonstrou que o desrespeito não era apenas verbal, mas físico e institucionalizado.

Para o RH, ignorar esses sinais pode gerar um passivo trabalhista considerável. Analise na tabela abaixo como os tribunais têm precificado o dano moral em casos de bullying corporativo recente (dados de 2025/2026):

⚖️ Bullying corporativo: jurisprudência 2025/2026

Análise técnica de indenizações por danos morais em tribunais do trabalho
Tribunal / Ano
Apelido / Contexto
Valor da indenização
TRT-4 (RS, 2025)
“Patrola” (reiterado por 25 anos)
R$ 15.000
TRT-1 (RJ)
Bullying em rádio (6 anos)
R$ 20.000
TRT-MG (2026)
“Vermelho” e “Chupa-cabra”
R$ 3.000
TRT-15
Caso sem prova de intenção
Improcedente
👨‍💼
Alerta para o RH: A omissão da empresa diante de apelidos jocosos e condutas reiteradas configura negligência no ambiente de trabalho. Os tribunais têm considerado o tempo de exposição e a inércia da gestão como fatores agravantes para o cálculo da indenização.

Como as empresas devem agir para evitar condenações em 2026?

A responsabilidade do empregador é considerada objetiva em relação aos atos de seus prepostos. Isso significa que, se um líder ou colega comete assédio e a empresa se omite, ela torna-se corresponsável pelo dano. O relator do caso, desembargador Sércio da Silva Peçanha, destacou que o empregador tem o dever absoluto de zelar pela integridade psíquica da equipe.

Para mitigar riscos, as empresas em 2026 devem adotar uma postura de fiscalização ativa sobre o clima organizacional:

  • Intervenção Imediata: Não permitir que “piadas” com características físicas se tornem recorrentes.
  • Código de Conduta: Estabelecer diretrizes claras sobre o que é aceitável na interação profissional.
  • Treinamentos Anti-bullying: Sensibilizar a equipe sobre o impacto psicológico do assédio moral.
  • Canais de Denúncia: Garantir anonimato para que vítimas relatem abusos sem medo de retaliação.
  • Monitoramento de Campo: Gestores devem estar atentos a inscrições em paredes ou materiais, como ocorreu na marmoraria.

Quais os passos para o funcionário denunciar o assédio moral?

O trabalhador que se sente lesado deve reunir o máximo de evidências possível. Fotos, vídeos, capturas de tela e, principalmente, o depoimento de colegas que presenciaram as ofensas são fundamentais. Em 2026, a Justiça do Trabalho valoriza provas que demonstrem a repetição e o caráter vexatório da conduta.

O primeiro passo é formalizar a queixa internamente. Caso a empresa não tome providências, a denúncia pode ser levada ao Ministério Público do Trabalho ou resultar em uma ação judicial. A indenização de R$ 3 mil, embora de valor pedagógico, serve para marcar que a honra do trabalhador não tem preço e deve ser protegida pelo contrato de trabalho.

Martelo da Justiça e símbolo do Pix em cima da mesa
Martelo da Justiça e símbolo do Pix em cima da mesa

Por que a dignidade no trabalho é o foco da Justiça em 2026?

A condenação unânime reflete uma tendência de 2026: a tolerância zero com o assédio moral. O Judiciário entende que a informalidade brasileira tem limites e que o local de trabalho não deve ser palco para discriminações baseadas em aparência, raça ou gênero. Zelar pela saúde ocupacional vai muito além de fornecer EPIs; envolve cuidar do ambiente emocional.

Em resumo, o caso de Barbacena serve como um alerta para todo o setor de serviços e indústria. Respeitar a individualidade do colaborador é o caminho mais seguro para evitar processos judiciais e garantir uma cultura organizacional produtiva e ética. Afinal, em um mercado cada vez mais vigiado, a reputação da empresa começa no tratamento digno aos seus funcionários.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Márcia Sensitiva alerta para duas datas decisivas para esses signos que ainda podem mudar fevereiro

PRÓXIMO

Top 4 máscaras capilares acessíveis para efeito de salão para cabelos grisalhos sem danificar

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se