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Início Justiça

STF dá início ao julgamento dos acusados de mandar matar Marielle e Anderson

Por Junior Melo
24/fev/2026
Em Justiça
STF dá início ao julgamento dos acusados de mandar matar Marielle e Anderson

Marielle Franco - Foto: © Marcelo Freixo/Wikimedia Commons

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O julgamento dos acusados de mandar matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes chega a uma etapa decisiva no Supremo Tribunal Federal (STF) oito anos após o crime, ocorrido em 14 de março de 2018, quando a Primeira Turma começa a decidir se condena ou absolve os cinco réus apontados como mandantes e articuladores do atentado.

Como será o julgamento dos acusados de mandar matar Marielle e Anderson?

A sessão da Primeira Turma do STF está marcada para as 9h desta terça-feira (24/2) e pode se estender até a noite, com possibilidade de continuação na quarta-feira (25/2). A análise envolve acusações de homicídio qualificado, tentativa de homicídio e organização criminosa, com delações premiadas e suspeitas de envolvimento de milícias.

O caso mobiliza o país e é visto como um teste da capacidade institucional de punir crimes políticos de grande repercussão. A decisão poderá influenciar outras investigações sobre milícias e redes criminosas que atuam em disputas fundiárias e em territórios dominados por grupos armados no Rio de Janeiro.

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Quem são os réus apontados como mandantes do crime?

Entre os réus no centro do julgamento estão os irmãos Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, e Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, apontados pelo Ministério Público como responsáveis por encomendar a morte de Marielle em meio a disputas envolvendo milícias e conflitos de terras na capital fluminense.

Também respondem ao processo o delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio, acusado de ser o mentor intelectual; o major da PM Ronald Paulo Alves Pereira, que teria monitorado a rotina da vereadora; e o policial militar Robson Calixto Fonseca, ex-assessor de Domingos Brazão, suspeito de ocultar a arma do crime e integrar o núcleo financeiro do grupo, todos presos preventivamente e negando as acusações.

Como será conduzido o julgamento no STF?

O julgamento seguirá o rito tradicional de ações penais na Corte, começando com a leitura do relatório pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, seguida da manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), representada pelo vice-procurador-geral Hindenburgo Chateaubriand, que deve reiterar o pedido de condenação pelos três crimes principais da denúncia.

Depois fala o advogado assistente da acusação, indicado por Fernanda Chaves, ex-assessora de Marielle que sobreviveu ao ataque, atuando em apoio ao Ministério Público; em seguida, as defesas terão até uma hora para cada sustentação oral, antes de os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia votarem, sendo necessários três votos para condenar ou absolver, com eventual segunda rodada apenas para fixar as penas.

Por que o caso Marielle e Anderson chegou ao STF?

O processo sobre os supostos mandantes chegou ao STF em 2024, após surgirem indícios envolvendo autoridade com foro privilegiado, já que Chiquinho Brazão exercia mandato de deputado federal. A delação de Ronnie Lessa, formalizada em 2023, impulsionou a mudança de instância ao apontar detalhes da contratação do crime.

Os executores foram identificados e condenados antes da análise dos mandantes: em 2019, os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram presos, confessaram participação e receberam penas de 78 anos e 9 meses e 59 anos e 8 meses de prisão, respectivamente, permitindo que as investigações avançassem sobre a estrutura criminosa.

Quais são os principais marcos e o que está em jogo no julgamento?

A investigação percorreu um longo caminho até o início do julgamento, marcado por idas e vindas, mudança de instância e prioridade variável na pauta do STF. A seguir estão os principais marcos que ajudam a entender a trajetória do caso até o plenário da Primeira Turma:

  • Assassinato em 14 de março de 2018, no centro do Rio
  • Prisão de Ronnie Lessa e Élcio Queiroz em 2019
  • Delações premiadas e avanço sobre os supostos mandantes
  • Envio do caso ao STF em 2024 por causa do foro privilegiado
  • Alegações finais da PGR em 2025 e início do julgamento em 2026
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