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Início Animais

Nem alforreca, nem balão de festa: a ‘invasão roxa’ que feriu 500 pessoas num único dia e pôs a praia em alerta

Por Terra Brasil
04/fev/2026
Em Animais
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Quem caminhava pela Praia do Cassino (Rio Grande do Sul) esta semana deparou-se com um cenário de filme: a areia e o mar foram tomados por milhares de pequenas “bolsas” roxas e azuis. O que parecia um fenómeno bonito, no entanto, transformou o dia de lazer numa operação de emergência, com mais de 500 banhistas queimados em poucas horas — incluindo uma menina de 12 anos em estado grave.

Mas afinal, que criatura é esta que engana pela beleza e ataca com tanta violência? Se pensou em “água-viva” (ou alforreca), enganou-se. A ciência explica que o buraco é — literalmente — mais em baixo.

O segredo da ‘Caravela’: não é um animal, são quatro

A Caravela-portuguesa (Physalia physalis) é um dos seres mais fascinantes e traiçoeiros do oceano. Ao contrário das alforrecas comuns, ela não é um único organismo. Biologicamente, trata-se de um sifonóforo: uma colónia de quatro tipos diferentes de seres (pólipos) que vivem juntos, cada um com uma função específica (flutuar, digerir, reproduzir-se e caçar).

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Enquanto a “bexiga” colorida flutua acima da água (atraindo a curiosidade, especialmente das crianças), os seus tentáculos podem estender-se por impressionantes 30 metros abaixo da superfície. É aí que reside o perigo invisível: muitas vezes, o banhista nem sequer vê a parte flutuante, mas é chicoteado pelos tentáculos distantes.

Por que razão dói tanto? (E o erro que não pode cometer)

O veneno da caravela é muito mais potente que o das alforrecas comuns. Ele contém neurotoxinas semelhantes às da aranha viúva-negra, causando dores lancinantes e, em casos extremos, choque anafilático ou arritmias cardíacas.

O que fazer se for atingido? A maioria das pessoas comete um erro fatal: lava com água doce ou esfrega a zona.

  • Nunca use água doce: Ela faz as cápsulas de veneno que ainda não rebentaram explodir na pele.
  • A solução mágica: O vinagre. O ácido acético inibe a descarga do veneno.
  • Remoção: Retire os tentáculos com uma pinça (nunca com as mãos nuas) e aplique compressas de água do mar gelada.

Com os ventos a trazerem estas “armadas” para a costa, a regra de ouro dos nadadores-salvadores é simples: se vir uma mancha roxa na areia, mantenha a distância. Mesmo mortas e secas na praia, elas ainda podem libertar veneno ativo por 24 horas.

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