• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Geral

Justiça pune assédio no trabalho com indenização por danos morais em 5 casos e multas que chegam a R$ 50 mil

Por Guilherme Silva
06/fev/2026
Em Geral
Justiça pune assédio no trabalho com indenização por danos morais em 5 casos e multas que chegam a R$ 50 mil

Humilhações no trabalho podem gerar indenização quando há assédio ou discriminação

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

Ser humilhado ou constrangido no ambiente de trabalho não faz “parte do jogo”. Muitas atitudes que empresas tratam como rotina são, na verdade, atos ilícitos que ferem a dignidade humana. Para esclarecer quando o trabalhador deve buscar reparação, o advogado trabalhista Dr. Fernando Ricciardi (OAB/PR 60.769) detalha cinco cenários onde a Justiça garante o dever de indenizar.

Assédio sexual: quando a “brincadeira” vira crime e indenização

O assédio sexual é uma das violações mais devastadoras à integridade do profissional. Diferente do que muitos pensam, ele não exige contato físico explícito para configurar dano moral; insinuações constantes, convites invasivos ou mensagens impróprias enviadas por superiores já bastam para criar um ambiente hostil.

A Justiça tem sido rigorosa com empresas que permitem esse comportamento. Em casos recentes nos Tribunais Regionais, as indenizações frequentemente variam entre R$ 10 mil e R$ 50 mil. O valor tem caráter pedagógico: serve para reparar a dor da vítima e punir a empresa que falhou em garantir um ambiente seguro e respeitoso.

Leia Também

Filha de ex-jogador de futebol e modelo de renome tem morte trágica aos 21 anos

Novas penalidades severas para motoristas começam a valer em fevereiro de 2026

Interdição total de ponte que liga SP a MG preocupa motoristas após identificação de trincas e departamento de estradas emite alerta sobre sinalização instalada no local

Justiça concede R$ 3 mil a trabalhador chamado de "princesa" por seu superior
Justiça concede R$ 3 mil a trabalhador chamado de “princesa” por seu superior

Quais demissões são consideradas atos de discriminação?

O poder do empregador de demitir não é ilimitado. A Constituição proíbe terminantemente desligamentos motivados por quem a pessoa é, e não pelo seu desempenho. Quando a dispensa ocorre por preconceito, o trabalhador ganha o direito de exigir não apenas uma indenização por danos morais, mas também a sua reintegração imediata ao cargo.

Segundo o especialista, os tribunais têm protegido com rigor quatro grupos principais de trabalhadores contra demissões arbitrárias:

  • Saúde Estigmatizada: Demissão de portadores de doenças graves (como HIV, câncer ou cardiopatias) logo após o diagnóstico.
  • Identidade e Crença: Desligamentos motivados puramente por raça, orientação sexual, identidade de gênero ou religião.
  • Divergência Política: Perseguição a funcionários que expressam opiniões ideológicas contrárias à chefia.
  • Origem e Idade: Discriminação contra trabalhadores mais velhos ou baseada na região de nascimento.

No vídeo a seguir, o perfil Fernando Ricciardi (@oadvogadofernando), que conta com 121,7 mil seguidores e já soma 541,9 mil curtidas, utiliza sua plataforma para esclarecer dúvidas cruciais sobre o dia a dia do trabalhador brasileiro, com foco em situações que geram muita insegurança:

@oadvogadofernando

Trabalhador tem direito à indenização #emprego #trabalho #direitostrabalhistas #advogadotrabalhista

♬ som original – Emanuel cds🔥

Quais leis blindam o trabalhador contra esses abusos?

A proteção da sua dignidade não é uma “opinião” de advogados, mas uma garantia escrita nas leis mais importantes do país. Conhecer a base legal é a arma mais forte que o empregado possui para não aceitar acordos ruins ou silenciar diante de abusos.

Confira abaixo os dispositivos legais que fundamentam a maioria das vitórias judiciais por danos morais:

⚖️
Fundamentação Legal

Bases para Reparação de Danos

Conheça os dispositivos que sustentam a maioria das vitórias judiciais e garantem a proteção da dignidade e do patrimônio moral.
Fonte Legal Artigo Chave O que ele garante?
Constituição Federal Art. 5º, V e X Assegura indenização por dano material, moral ou à imagem.
Código Penal Art. 216-A Define assédio sexual como crime, agravando a culpa da empresa.
Lei nº 9.029/95 Art. 4º Proíbe qualquer prática discriminatória no emprego.
Código Civil Arts. 186 e 927 Obriga o causador do dano a repará-lo financeiramente.
Atualizado: Fevereiro 2026
A lei é a ferramenta de proteção da sua dignidade.

Tratamento desigual e risco à saúde geram reparação?

A quebra da isonomia é um gerador silencioso de danos morais. Se dois colegas exercem a mesma função com produtividade idêntica, mas um é sistematicamente excluído de benefícios, festas ou recebe tratamento ríspido, configura-se assédio moral ou discriminação. O Judiciário entende que o “rigor excessivo” focado em apenas um funcionário é uma forma de tortura psicológica.

Outro ponto pacificado é a proteção à maternidade. O STF já decidiu que grávidas não podem trabalhar em locais insalubres (com barulho excessivo, calor ou agentes químicos). Expor a gestante e o bebê ao risco, mesmo pagando adicional, é um ato ilícito que gera indenização automática pela angústia causada à mãe.

Créditos: depositphotos.com / seb_ra
Estátua da justiça – Créditos: depositphotos.com / seb_ra

O que fazer hoje para garantir seu direito amanhã?

Se você se identificou com alguma dessas situações, a passividade é a pior inimiga. A orientação jurídica é clara: comece a produzir provas agora. Salve e-mails, faça capturas de tela de mensagens abusivas e anote datas de episódios constrangedores. O “diz-que-me-diz” não se sustenta no tribunal.

Ao buscar reparação, você não está apenas defendendo seu bolso, mas impondo limites éticos ao mercado. Um ambiente de trabalho justo é um direito inegociável em 2026, e a Justiça está preparada para punir quem ultrapassa a linha da dignidade humana.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Novas penalidades severas para motoristas começam a valer em fevereiro de 2026

PRÓXIMO

Alexandre de Moraes solicita posicionamento sobre laudo de Jair Bolsonaro

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se