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Brasil terá novo aumento de temperaturas mesmo com ‘bolha de calor’ perdendo força, veja previsão

Por Junior Melo
19/fev/2026
Em Geral
Brasil terá novo aumento de temperaturas mesmo com 'bolha de calor' perdendo força, veja previsão

Calor - Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy

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A presença de uma bolha de calor sobre o centro da América do Sul elevou as temperaturas a patamares extremos nesta semana, com registros de até 44ºC na Argentina e sensação térmica próxima de 50ºC, influenciando diretamente o Norte argentino, o Paraguai e ao menos cinco estados brasileiros nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Como a bolha de calor eleva temperatura da América do Sul?

O núcleo da bolha de calor está entre o Norte da Argentina e o Paraguai, onde foram registradas as temperaturas mais altas deste episódio. Em Rivadavia, a máxima chegou a 44,0ºC, enquanto cidades como Presidencia Roque Saenz Peña (41,8ºC), Resistencia (41,3ºC) e Corrientes (41,1ºC) também ultrapassaram 40ºC.

No Paraguai, dados da Direção de Meteorologia e Hidrologia indicaram 42ºC no interior e 41,4ºC no aeroporto de Assunção, refletindo a força da massa de ar quente. Esse calor avança em direção ao Brasil, influenciando principalmente o Centro-Sul, com máximas próximas de 40ºC no Oeste e Noroeste do Rio Grande do Sul, e marcas acima de 37ºC em diversas cidades gaúchas.

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Como os estados do Sul são impactados pela bolha de calor?

Entre quarta e quinta-feira, marcas acima de 35ºC se tornaram comuns em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Em algumas cidades, os termômetros alcançaram as maiores temperaturas de 2026 até agora, sob tempo firme, poucas nuvens e ar seco, o que elevou o índice de calor e a sensação de abafamento.

Em Santa Catarina, medições da Epagri/Ciram registraram 35,8ºC em Itapiranga, 34,9ºC em Caibi e 34,8ºC em Maravilha, enquanto no Nordeste catarinense José Boiteux chegou a 35ºC. No Paraná, o Simepar apontou as maiores temperaturas do ano em locais como Londrina (35,1ºC) e Guaíra (37,8ºC), com risco de desconforto térmico, maior fadiga e sobrecarga em sistemas de saúde locais. Veja a publicação compartilhada pelo Meteored Brasil:

🥵☀️ Bolha de calor sobre a Argentina e Paraguai vai afetar o tempo nos estados do MT e MS nos próximos dias.

🌡️ Temperaturas elevadas, ficando entre 40ºC-42ºC na faixa oeste do MS e 38ºC-39ºC no sul do MT.

🗺️ + mapas: https://t.co/qcoBdYuFMS pic.twitter.com/5IfSibouUU

— Meteored Brasil (@MeteoredBR) February 18, 2026

Quais estados do Brasil sentem mais o efeito da bolha de calor?

No Centro-Oeste, o Mato Grosso do Sul está entre os estados mais impactados pela atual onda de calor. Estações do Inmet indicaram 38,7ºC em Porto Murtinho, 38,5ºC em Maracaju e 38,0ºC em Corumbá, enquanto Rio Brilhante, Água Clara e Amambaí registraram 37,6ºC, evidenciando a amplitude do calor extremo.

No Sudeste, o interior de São Paulo sente o avanço da bolha de calor, com Rancharia registrando 36,0ºC e previsão de novos picos no Oeste e Noroeste paulista. As áreas mais quentes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e interior paulista formam um corredor de temperaturas elevadas, com maior risco de desidratação, exaustão térmica e aumento da demanda por energia elétrica.

Quais regiões brasileiras concentram o núcleo da bolha de calor?

Essas áreas mais quentes compõem o núcleo brasileiro da bolha de calor, onde o calor persistente intensifica impactos na saúde, na agricultura e na infraestrutura urbana. Abaixo, estão os trechos com maior concentração de temperaturas extremas, que exigem atenção reforçada de autoridades e da população:

  • Rio Grande do Sul: calor mais intenso no Oeste e Noroeste, próximo à fronteira com a Argentina;
  • Santa Catarina: Oeste e parte do Nordeste catarinense com máximas acima de 34ºC;
  • Paraná: Oeste, Norte e regiões centrais com valores entre 32ºC e quase 38ºC;
  • Mato Grosso do Sul: Oeste e parte central com marcas entre 37ºC e 39ºC;
  • Interior de São Paulo: cidades do Oeste registrando até 36ºC.

Quando a bolha de calor deve perder força e como se proteger?

Projeções dos serviços de meteorologia indicam que a bolha de calor tende a perder força gradualmente entre o fim da semana e o fim de semana. A partir de amanhã, a tendência é de queda nas temperaturas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e na maior parte do Paraná, com entrada de ar mais ameno, mais nebulosidade e chance maior de chuva em alguns pontos.

Ainda assim, o Noroeste e o Norte paranaense e grande parte do Mato Grosso do Sul devem seguir com máximas ao redor ou acima de 35ºC, embora um pouco menores que nos dias anteriores. Estudos associam a mudança climática ao aumento da intensidade e frequência de ondas de calor, o que torna essenciais medidas de adaptação, como hidratação regular, preferência por ambientes arejados e atenção especial a crianças, idosos e pessoas com doenças pré-existentes.

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