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Início Política

Trump afirma que governo cubano vive momento decisivo e está “a ponto de cair”

Por Junior Melo
06/jan/2026
Em Política
Trump afirma que governo cubano vive momento decisivo e está "a ponto de cair"

Donald Trump - Foto: Creative Commons

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As declarações do presidente dos Estados Unidos Donald Trump sobre Cuba voltaram a colocar a ilha caribenha no centro do debate internacional. Em conversa com jornalistas neste domingo (04/01), Trump afirmou que o regime de Cuba estaria “a ponto de cair”, associando essa possibilidade ao colapso econômico vivido pelo país e ao fim do apoio petrolífero vindo da Venezuela, o que repercutiu entre analistas de política externa, exilados cubanos e governos da região.

Como Trump avalia a situação de Cuba?

Trump relacionou diretamente a fragilidade econômica cubana ao embargo imposto pelos Estados Unidos há décadas e à interrupção do fluxo de petróleo venezuelano, que por anos funcionou como uma válvula de escape para a crise interna de Cuba. Para ele, a situação financeira do país estaria tão deteriorada que não haveria necessidade de uma operação militar semelhante à realizada contra o governo de Nicolás Maduro em Caracas.

Ao comentar o futuro da ilha, Trump afirmou que Cuba estaria “definitivamente afundando”, destacando que grande parte da receita do governo dependeria do apoio de Caracas, especialmente do petróleo enviado em condições vantajosas. Com a crise profunda na Venezuela e mudanças na correlação de forças regionais, esse canal de ajuda se reduziu significativamente, ampliando o desgaste de uma economia já marcada por baixa produtividade e forte dependência de importações.

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Como a crise econômica e o fim do petróleo venezuelano afetam Cuba?

A crise econômica em Cuba resulta de uma combinação de fatores: embargo norte-americano, baixa diversificação produtiva, forte presença estatal e dificuldades em atrair investimentos estrangeiros. A parceria com a Venezuela, intensificada nos anos 2000, garantiu à ilha combustíveis e créditos em condições especiais, em troca de serviços médicos, assessoria técnica e apoio político.

Com o agravamento da situação venezuelana, esse arranjo se esvaziou, aprofundando a dependência cubana do petróleo venezuelano e seus impactos no cotidiano. A redução de combustíveis pressiona transporte público, geração de energia e funcionamento de indústrias, agravando faltas periódicas de produtos básicos, filas e racionamento, em um cenário comparado por alguns especialistas ao “Período Especial” pós-União Soviética.

Qual é o papel dos Estados Unidos e de Marco Rubio?

As declarações de Trump foram acompanhadas da fala do secretário de Estado Marco Rubio, figura influente na política norte-americana para a América Latina. Rubio classificou o governo cubano como um “grande problema”, reforçando a visão de que se trata de uma ditadura que oprime sua população e mantém laços com regimes autoritários.

Ele retomou a lógica da doutrina de segurança dos Estados Unidos para o Hemisfério Ocidental, destacando a preocupação com a presença de Rússia, China e Irã em alianças estratégicas com Cuba e Venezuela. Questionado sobre ações concretas, evitou antecipar medidas, indicando apenas que não há simpatia em Washington pelo regime de Havana, mas sem sinalizar abertamente intervenção ou novas sanções.

Como Cuba reage à pressão dos Estados Unidos?

O governo cubano respondeu com um discurso de defesa da soberania e de solidariedade ao aliado venezuelano, convocando uma manifestação em apoio ao governo da Venezuela e criticando a operação militar norte-americana em Caracas. Em comunicado, Havana pediu que as nações latino-americanas permaneçam vigilantes, argumentando que a “ameaça paira sobre todos” e atribuindo parte central da crise ao embargo e às sanções.

Enquanto reforça a imagem de unidade interna, o governo tenta mobilizar apoio internacional em fóruns regionais e na ONU, mantendo cooperação em saúde, turismo e educação com parceiros como Rússia, China e países europeus. Porém, a população segue enfrentando escassez, inflação e limitações estruturais, e o desfecho dependerá de reformas internas, da diplomacia e de mudanças na política de Washington.

FAQ sobre Cuba e Trump

  • Cuba ainda recebe algum apoio internacional além da Venezuela? Sim. Cuba mantém relações com diversos países, buscando acordos em áreas como saúde, educação, turismo e investimentos, embora em escala menor do que a antiga parceria com a Venezuela.
  • O embargo dos EUA contra Cuba continua em vigor em 2026? Sim. O embargo econômico permanece, com ajustes pontuais ao longo dos anos, mas sem revogação completa pelo Congresso norte-americano.
  • Qual a importância da comunidade cubano-americana nesse debate? A comunidade cubano-americana, especialmente na Flórida, exerce forte influência política, pressionando por uma postura rígida contra o governo de Havana.
  • Existe risco imediato de intervenção militar dos EUA em Cuba? Nas declarações citadas, Trump indicou que não via necessidade de ação militar, apontando a crise econômica como fator suficiente de pressão sobre o regime.
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