• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
segunda-feira, 30 de março de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Policial

Síndico confessa ter matado corretora desaparecida em Goiás e choca ao revelar detalhes do crime

Por Junior Melo
28/jan/2026
Em Policial
Síndico confessa ter matado corretora desaparecida em Goiás e choca ao revelar detalhes do crime

Corretora de imóveis Daiane Alves Souza, 43 anos - Foto: Câmera de Segurança/Reprodução

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

O desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, em Caldas Novas (GO), ganhou novos desdobramentos após a confissão do síndico do prédio onde ela morava. Preso preventivamente, Cléber Rosa de Oliveira afirmou à Polícia Civil que matou Daiane após uma discussão no subsolo do condomínio e indicou o local onde o corpo foi deixado, em uma área de mata da cidade, levantando debate sobre segurança em condomínios e situações de perseguição em ambientes residenciais.

Como foi o desaparecimento da corretora em Goiás?

Segundo as investigações, Daiane desapareceu em 17 de dezembro, após descer até o subsolo para verificar um problema no fornecimento de energia em seu apartamento. As últimas imagens de câmeras de segurança registraram a corretora seguindo em direção ao quadro geral de energia e, a partir daí, não houve mais registros da sua movimentação.

A família estranhou a falta de respostas e apontou inconsistências no cenário encontrado no imóvel, o que reforçou a necessidade de uma apuração mais detalhada. Segundo a Polícia Civil, Cléber Rosa de Oliveira e o filho, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos na madrugada desta quarta-feira (28/1), e o síndico declarou ter agido sozinho, descrevendo uma discussão acalorada no subsolo como momento do crime.

Leia Também

Esquema bilionário de fraude no ICMS foi alvo de operação que apreendeu relógios avaliados em R$ 1 milhão e dinheiro vivo

Foragido ligado ao escândalo do Banco Master é preso em São Paulo

URGENTE: PF faz operação contra fiscais da Fazenda

Como era a rotina da corretora antes do desaparecimento em Goiás?

Antes de ser conhecida nacionalmente como a corretora desaparecida em Goiás, Daiane administrava imóveis em Caldas Novas e mantinha contato frequente com hóspedes, moradores e a administração do condomínio. Natural de Uberlândia (MG), ela se mudou para a cidade goiana há cerca de dois anos, onde passou a gerenciar sete apartamentos da família no mesmo prédio.

No dia do desaparecimento, Daiane gravou um vídeo para uma amiga mostrando o quadro de luz do apartamento e a tentativa de restabelecer a energia. As câmeras registraram que ela foi até a portaria, falou com o porteiro sobre a falha apenas em sua unidade e desceu ao subsolo em seguida; não há registro de sua saída pela câmera principal do prédio, o que reforçou a suspeita de crime dentro do condomínio.

Qual era o histórico de conflitos e perseguição entre a corretora e o síndico?

Outro ponto central da investigação envolve o histórico de conflitos entre a corretora desaparecida em Goiás e o síndico, que já havia sido denunciado pelo Ministério Público de Goiás por perseguição reiterada (stalking). A acusação descreve agressões físicas e verbais ao longo de cerca de dez meses, além de monitoramento constante e perturbação das atividades profissionais de Daiane no condomínio.

Segundo a promotoria, o comportamento de Cléber colocava em risco a integridade física e psicológica da vítima, em um contexto de tensão crescente e sensação de vulnerabilidade. A defesa do síndico alegou que suas ações teriam sido praticadas no exercício do dever de síndico e sustentou que não haveria provas suficientes das acusações de perseguição.

Como atuam as autoridades na investigação do homicídio da corretora?

Com o avanço do inquérito, a Polícia Civil montou uma força-tarefa com equipes de delegacias locais, coordenada pelo delegado titular do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH). Esse grupo ficou responsável por diligências, oitivas, análise de imagens, perícias e outras medidas técnicas para esclarecer a dinâmica do crime e eventuais coautorias.

O porteiro foi levado à delegacia para detalhar o funcionamento das câmeras, a rotina de acesso ao condomínio e o registro de entradas e saídas na data do desaparecimento. A atuação conjunta com o Ministério Público também busca avaliar se o histórico de perseguição pode agravar a responsabilização criminal, especialmente em relação a homicídio qualificado e possíveis crimes conexos.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Top 6 perfumes O Boticário que são baratinhos e te deixam cheirosa o dia todo

PRÓXIMO

Uma das maiores cidades de Minas Gerais está se destacando no setor de tecnologia e atraindo olhares de multinacionais

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se