• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Geral

Duas marcas de cosméticos irregulares foram proibidos pela Anvisa em 2026

Por Yudi Soares
18/jan/2026
Em Geral
Duas marcas de cosméticos irregulares foram proibidos pela Anvisa em 2026

Anvisa suspende cosméticos irregulares para proteger consumidores e mercado

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

A suspensão de cosméticos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) costuma gerar dúvidas entre consumidores, profissionais de beleza e comerciantes. Quando um produto como o Sérum Facial Uniformizador Txa – Adah Beauty ou linhas capilares específicas têm a venda proibida, não se trata apenas de um problema burocrático: há relação direta com regras sanitárias e de segurança previstas na legislação brasileira, o que ajuda a evitar riscos desnecessários e a identificar práticas irregulares no mercado de higiene e beleza.

Duas marcas de cosméticos irregulares foram proibidos pela Anvisa em 2026
Anvisa recolhendo produtos cosméticos

O que aconteceu com o Sérum Facial Uniformizador Txa e outros cosméticos suspensos?

No caso mais recente, foram determinadas a proibição e o recolhimento de todos os lotes desse sérum facial e de quatro produtos capilares de diferentes marcas. A medida, publicada no Diário Oficial da União, atinge a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso desses itens, com impacto direto em consumidores e estabelecimentos de beleza.

Isso significa que o produto não pode ser vendido em pontos físicos ou virtuais, não pode ser divulgado em ações publicitárias e não deve permanecer em uso em salões, clínicas de estética ou residências. Em situações assim, a Anvisa costuma orientar o recolhimento e divulgar detalhes técnicos das decisões para garantir transparência regulatória.

Leia Também

Brasil registra pior saldo de empregos para setembro desde 2020, aponta Caged

Montadoras dos EUA pressionam Congresso por proibição permanente de veículos chineses

Turista argentino e instrutor morrem após queda de asa-delta

Por que a Anvisa proíbe cosméticos como o Sérum Facial Uniformizador Txa?

A palavra-chave central nesse tipo de caso é cosmético irregular. Um cosmético é considerado irregular quando não cumpre as exigências de registro, notificação ou rotulagem definidas pela Anvisa, podendo gerar falsas expectativas ou exposição indevida a riscos sanitários.

No episódio envolvendo o Sérum Facial Uniformizador Txa – Adah Beauty, a fiscalização identificou que o produto trazia uma indicação terapêutica em sua comunicação, algo que não é permitido para essa categoria. Cosméticos podem ter função de higiene, embelezamento, perfumação ou proteção, mas não podem prometer tratar, curar ou prevenir doenças.

Como a Anvisa define um cosmético irregular?

Quando um fabricante atribui efeitos terapêuticos a um cosmético, ele passa a entrar em uma área reservada a medicamentos ou produtos de saúde, que exigem estudos clínicos robustos, dossiês mais complexos e autorização específica. Ao não seguir essa regra, a empresa descumpre a legislação sanitária e coloca o consumidor diante de um produto sem avaliação compatível com as promessas feitas.

Além de promessas terapêuticas indevidas, a Anvisa também atua quando faltam registros ou notificações obrigatórias, resultando na classificação como cosméticos sem registro sanitário. A agência considera vários aspectos para determinar a irregularidade, que ajudam a orientar ações de fiscalização e recolhimento:

  • Ausência de registro ou notificação sanitária quando exigidos pela norma;
  • Rótulos que atribuem propriedades medicamentosas ou terapêuticas;
  • Informações técnicas incompatíveis com a categoria de cosmético;
  • Descumprimento de requisitos de fabricação, como boas práticas e controle de qualidade;
  • Composição inadequada ou não autorizada para uso em produtos de higiene e beleza.

No caso citado, a empresa RS de Vargas Cosméticos teve quatro linhas vetadas e sujeitas a recolhimento por ausência de registro sanitário. Entre elas estavam itens como Realinhamento dos Fios Maxx Liss e Realinhamento dos Fios Perfecta Liss, da linha Legemaxx Professional, além de outros produtos capilares voltados para tratamento intensivo dos fios.

Quais produtos capilares profissionais foram atingidos pela medida?

A resolução publicada no Diário Oficial da União determinou a proibição de vários cosméticos capilares profissionais, com impacto direto em salões de beleza, cabeleireiros autônomos e distribuidores do setor. O objetivo é impedir que itens irregulares continuem sendo ofertados ou usados em serviços estéticos.

Entre os itens com comercialização e uso suspensos, estão:

  • Realinhamento dos Fios Maxx Liss – Legemaxx Professional;
  • Realinhamento dos Fios Perfecta Liss – Legemaxx Professional;
  • Power Whey – Helen Zamprogno Beauty Hair;
  • Retexturizador Capilar Biotina Supreme Evolution – Eliete Vacari Cosméticos Profissionais.

Todos esses produtos devem ser recolhidos, e não apenas retirados das prateleiras. O recolhimento significa que o fabricante ou responsável técnico precisa organizar a retirada dos lotes que já estão circulando no mercado, inclusive junto a revendedores, plataformas de e-commerce e salões de beleza.

O que consumidores e salões devem fazer diante de um produto proibido?

Quando um cosmético é suspenso pela Anvisa, a recomendação é interromper imediatamente o uso. Essa orientação vale tanto para quem utiliza o produto em casa quanto para profissionais de estética e cabeleireiros, evitando exposição contínua a um item considerado irregular.

Em situação de dúvida, a consulta ao número de lote e à identificação exata do item ajuda a confirmar se ele está entre os atingidos pela resolução. A seguir, algumas ações básicas são recomendadas para consumidores e estabelecimentos:

  1. Verificar se o produto consta na determinação publicada no Diário Oficial;
  2. Interromper o uso e separar os frascos ou embalagens;
  3. Buscar informações com o fabricante, distribuidor ou ponto de venda sobre devolução ou recolhimento;
  4. Registrar qualquer reação adversa ou problema de saúde, se houver, em atendimento de saúde e, quando indicado, em canais oficiais de notificação;
  5. Acompanhar comunicados da Anvisa sobre atualizações da medida.

O Diário Oficial da União publica os detalhes técnicos das resoluções, como datas, empresas envolvidas, escopo do recolhimento e fundamentos legais. Essa transparência permite que o público acompanhe a atuação regulatória e que profissionais do setor adequem seus estoques às normas sanitárias vigentes.

Como evitar problemas com cosméticos irregulares no dia a dia?

A fiscalização da Anvisa é um dos mecanismos de proteção, mas a escolha criteriosa dos produtos cosméticos também tem peso importante para reduzir riscos. Consumidores atentos à rotulagem, à procedência e ao canal de venda conseguem filtrar melhor itens que respeitam as exigências sanitárias.

Algumas práticas simples podem ajudar a identificar produtos mais confiáveis e reduzir a chance de contato com cosméticos irregulares, principalmente em compras online ou em promoções muito agressivas:

  • Observar se há número de registro ou notificação Anvisa no rótulo quando aplicável;
  • Desconfiar de promessas de cura, tratamento de doenças ou resultados incompatíveis com a função de um cosmético;
  • Dar preferência a marcas que divulgam informações claras sobre composição, modo de uso e responsáveis técnicos;
  • Consultar o portal da Anvisa ou o Diário Oficial em casos de dúvida sobre suspensão de algum produto;
  • Evitar comprar itens de origem desconhecida em canais informais ou sem nota fiscal.

A regularização correta de um cosmético facial ou capilar não garante desempenho estético específico, mas indica que o produto passou por um processo mínimo de avaliação e está enquadrado na categoria adequada. A atenção a essas informações, somada ao acompanhamento das decisões publicadas pela Anvisa, contribui para um uso mais seguro de séruns, retexturizadores, realinhadores de fios e demais itens que fazem parte da rotina de cuidados pessoais.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Essa cidade do Pantanal é um zoológico a céu aberto que encanta com natureza, sossego e beleza colonial

PRÓXIMO

Adeus lâmpadas LED: essa tecnologia transforma a iluminação da casa com menos sombra, mais conforto e gasto controlado

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se