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Início Economia

Pagamento de R$ 1.665 pode cair na conta de trabalhadores com carteira assinada

Por Guilherme Silva
29/jan/2026
Em Economia
Pagamento de R$ 1.665 pode cair na conta de trabalhadores com carteira assinada

Piso salarial no Rio combina regras federais, estaduais e acordos coletivos

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O cenário trabalhista no Rio de Janeiro apresenta particularidades que exigem atenção de empregadores e funcionários. Enquanto o piso nacional foi ajustado para R$ 1.518 em 2025, o estado possui legislação própria que define faixas de remuneração específicas para diversas categorias.

Como funciona a convivência entre o piso nacional e o estadual?

A Lei Complementar nº 103/2000 permite que os estados definam seus próprios pisos salariais, desde que estes não sejam inferiores ao valor federal. No entanto, o Salário Mínimo Regional fluminense enfrenta um período de defasagem legislativa, mantendo faixas de referência antigas em seu texto original.

Na prática, isso significa que, embora a lei estadual cite valores iniciais menores, nenhum trabalhador pode receber menos que o mínimo federal vigente. Assim, a regra do governo federal atua como uma barreira de proteção, garantindo o piso de R$ 1.518 mesmo para categorias enquadradas nas primeiras faixas do estado.

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Carteira de Trabalho - Créditos: depositphotos.com / rafapress
Carteira de Trabalho com dinheiro dentro – Créditos: depositphotos.com / rafapress

Quais são as faixas salariais de referência no Rio de Janeiro?

O estado divide as categorias profissionais em seis faixas distintas, baseadas na complexidade e formação exigida para a função. Para cargos de nível superior ou técnico, o piso estadual ainda serve como um importante balizador de mercado, muitas vezes superando o nacional.

Confira abaixo os valores de referência para as principais categorias, observando sempre a prevalência do mínimo nacional quando este for maior:

  • Faixa 1 (Domésticos e auxiliares): O valor base estadual é R$ 1.238, mas o pagamento obrigatório é o nacional de R$ 1.518.
  • Faixa 2 (Cabeleireiros e comércio): Referência de R$ 1.665, aplicável se não houver convenção coletiva superior.
  • Faixa 3 a 5 (Técnicos): Profissionais como técnicos em enfermagem possuem referência de R$ 2.512.
  • Faixa 6 (Nível Superior): Advogados, engenheiros e administradores têm piso base de R$ 3.158.

Comparativo com outros estados da federação

🇧🇷 Piso salarial por estado e categoria

Comparativo de valores e regras regionais

🏖️ Rio de Janeiro

Categoria / Profissão
Empregado doméstico
Valor do piso
Regido pelo mínimo federal
Observações
Atualização estadual menos frequente

🏙️ São Paulo

Categoria / Profissão
Empregado doméstico
Valor do piso
R$ 1.320 ou mais
Observações
Depende de negociações vigentes e convenções coletivas

🌲 Paraná

Categoria / Profissão
Geral
Valor do piso
Atualizações frequentes
Observações
Costuma reajustar antes de outros estados

🧀 Minas Gerais

Categoria / Profissão
Profissionais de nível superior (ex. engenheiros)
Valor do piso
R$ 3.100 a R$ 3.200
Observações
Tendência de padronização para qualificações maiores

🌴 Bahia

Categoria / Profissão
Profissionais de nível superior (ex. engenheiros)
Valor do piso
R$ 3.100 a R$ 3.200
Observações
Faixas superiores mais alinhadas ao padrão nacional

Por que o custo de vida impacta o piso regional?

A existência de um piso diferenciado no Rio de Janeiro justifica-se pelo elevado custo de vida na capital e região metropolitana. Gastos com moradia, alimentação e transporte no estado costumam superar a média nacional, exigindo uma remuneração base mais robusta para garantir a subsistência.

Esse mecanismo busca proteger trabalhadores que não possuem sindicatos fortes ou convenções coletivas definidas. O piso regional atua como um substituto legal na ausência de acordos específicos, assegurando uma renda mínima condizente com a realidade econômica local.

Créditos: depositphotos.com / baranq
Trabalhador estressado – Créditos: depositphotos.com / baranq

Quais os direitos trabalhistas além do salário base?

O cumprimento do piso salarial é apenas o primeiro passo na garantia da dignidade profissional. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) assegura benefícios que compõem a rede de proteção social do empregado com carteira assinada, independentemente da faixa salarial.

Entre os direitos inegociáveis estão o registro formal do vínculo e a jornada máxima de 44 horas semanais. Além disso, o pagamento de horas extras, férias remuneradas com terço constitucional e o 13º salário são obrigatórios e devem ser calculados com base no salário real recebido, seja ele o piso nacional ou o regional.

O que esperar das próximas negociações na ALERJ?

A atualização das faixas estaduais depende de votação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ). Sindicatos e representantes civis pressionam anualmente por reajustes que reponham a inflação e recuperem o poder de compra perdido nos anos de congelamento da tabela.

Para o trabalhador, a recomendação é verificar sempre a convenção coletiva da sua categoria. Frequentemente, os acordos sindicais garantem pisos superiores tanto ao mínimo nacional quanto ao regional estagnado.

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