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O plano de treinamento de robôs para assumirem postos de trabalho no comércio até 2029

Por Junior Melo
13/jan/2026
Em Tecnologia
O plano de treinamento de robôs para assumirem postos de trabalho no comércio até 2029

Robô humanoide - Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy

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Robôs treinados para ocupar postos de trabalho no comércio até 2029 já deixam de ser apenas projeção futurista e passam a integrar estratégias concretas de grandes redes varejistas. Em países como Japão e Alemanha, a adoção de humanoides e assistentes autônomos vem sendo testada em cenários reais de supermercado, com foco em tarefas repetitivas, atendimento guiado e reorganização de estoques, indicando uma mudança estrutural na forma como o varejo pretende operar nos próximos anos.

Como robôs no comércio estão redefinindo funções e operações?

A expressão robôs no comércio reúne tanto humanoides quanto plataformas móveis conectadas a sistemas de inteligência artificial generativa. No Japão, duas empresas desenvolvem o modelo Astra, um robô humanoide para operar em lojas, depósitos e centros de distribuição, com previsão de uso comercial até 2029 ao lado de equipes humanas.

Alimentado por IA generativa, o Astra é treinado para tarefas rotineiras internas, como separação de produtos, verificação de etiquetas, apoio em inventário e transporte de mercadorias. A proposta é liberar trabalhadores para atendimento consultivo, venda assistida e resolução de problemas específicos, em que a interação humana ainda é considerada mais adequada e valorizada pelos clientes.

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Robôs estão sendo treinados para assumir postos de trabalho no comércio?

No varejo alemão, robôs em lojas físicas já fazem parte da rotina em alguns supermercados, como o robô Rob, que atua como assistente de navegação. Por meio de um painel sensível ao toque, o cliente informa o item desejado e é guiado até a prateleira correta, com o robô circulando de forma autônoma pelos corredores.

Sensores de teto, câmeras infravermelhas e sistemas de detecção de obstáculos ajudam o Rob a desviar de carrinhos, pessoas e objetos, expandindo a automação no varejo além dos caixas de autoatendimento. Em paralelo, protótipos focados na retaguarda são treinados para inventário e reposição de prateleiras durante a madrugada, permitindo operações de fluxo contínuo com menor dependência de equipes em todos os turnos.

Quais os impactos da robótica no varejo?

A introdução de robôs humanoides no comércio abre frentes de mudança em emprego, logística e relacionamento com o consumidor. Caixas, repositores e auxiliares de estoque tendem a ser mais expostos à automação, enquanto surgem funções em manutenção, programação e supervisão de sistemas, que exigem maior qualificação técnica.

Na logística, visão computacional, braços articulados e navegação autônoma elevam a eficiência e demandam nova organização operacional. Para ilustrar como essas mudanças se materializam no dia a dia das lojas, destacam-se algumas funções especialmente visadas pela automação:

  • Inventário automatizado: contagem de produtos por câmeras e sensores ao longo dos corredores;
  • Reposição de prateleiras durante a madrugada, sem interferência de clientes na operação;
  • Movimentação interna de caixas e pallets entre depósitos e área de vendas com rotas otimizadas;
  • Monitoramento de ruptura para detectar prateleiras vazias e acionar reposição em tempo quase real.

Especialistas em mercado de trabalho indicam que a discussão central é a proporção e o tipo de função afetada, e não apenas se robôs vão substituir humanos. A tendência predominante é a automação parcial de atividades repetitivas sob supervisão humana, combinando sistemas inteligentes e julgamento humano em um mesmo cargo.

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