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Início Justiça

Funcionários dos Correios na Bahia se revoltam e denunciam traição do governo Lula

Por Junior Melo
30/jan/2026
Em Justiça
Funcionários dos Correios na Bahia se revoltam e denunciam traição do governo Lula

Correios - Foto: © Fernando Frazão/Agência Brasil

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O vídeo divulgado por representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos do Estado da Bahia (Sincotelba) expôs uma nova fase de tensão entre funcionários da estatal e o governo federal, ao acusar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, de “traição” aos interesses da categoria, sobretudo após o recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar benefícios trabalhistas já reconhecidos, como um abono extra de fim de ano e um vale-alimentação de R$ 2,5 mil concedidos pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), cuja suspensão, por decisão do ministro Alexandre de Moraes, ampliou o desgaste entre a base sindical e o Palácio do Planalto.

Como os funcionários dos Correios na Bahia acusam o governo Lula de traição?

Para a categoria, a suspensão do abono e do vale-alimentação extra, considerados conquistas consolidadas, representa um ataque direto aos direitos trabalhistas e à confiança construída ao longo de décadas.

Os sindicalistas também destacam que a iniciativa jurídica do governo se assemelha a estratégias de gestões anteriores voltadas à redução de custos trabalhistas, o que agrava o sentimento de frustração na base aliada. Em vídeo, um dos dirigentes afirma que o sindicato “não irá aceitar o ataque que o governo Lula está fazendo aos trabalhadores” e que a entidade baiana será a primeira a se manifestar de forma aberta, buscando influenciar outros sindicatos da estatal em âmbito nacional. Veja o vídeo:

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Por que o Sincotelba critica a cúpula dos Correios e as ações no STF?

As críticas do Sincotelba também se dirigem à escolha de Emmanoel Rondon para a presidência da estatal, indicação atribuída a Rui Costa e associada à decisão de recorrer ao STF após derrota no TST. Segundo o sindicato, levar o caso ao Supremo após uma decisão trabalhista desfavorável é uma forma de esvaziar conquistas obtidas em instâncias especializadas, repetindo práticas vistas no governo Bolsonaro.

Além do abono de fim de ano, os representantes dos trabalhadores demonstram preocupação com possíveis cortes em áreas sensíveis, como plano de saúde e outros direitos adquiridos previstos em acordos e convenções coletivas. A entidade afirma que não aceitará qualquer redução nesse conjunto de benefícios e cobra que Lula intervenha para conter a “ofensiva jurídica” e preservar compromissos históricos com a classe trabalhadora dos Correios.

Como a situação financeira dos Correios influencia o conflito trabalhista?

O embate ocorre em um contexto de forte desequilíbrio financeiro da estatal, que registra déficit anual superior a R$ 4 bilhões, patrimônio líquido negativo de cerca de R$ 10,4 bilhões e prejuízo acumulado de R$ 6,057 bilhões até setembro de 2025. Esses números são usados pela direção como justificativa para reduzir despesas trabalhistas, enquanto os sindicatos alegam que os trabalhadores não devem arcar sozinhos com o ajuste.

Para tentar reequilibrar as contas, a empresa vem adotando um conjunto de medidas estruturais que afetam diretamente a rotina dos empregados e a oferta de serviços à população, gerando preocupações adicionais entre os trabalhadores e suas entidades representativas. Entre as ações anunciadas estão:

  • Fechamento estimado de até mil agências em diferentes regiões do país;
  • Venda de imóveis considerados não estratégicos para a operação;
  • Programa de demissão voluntária com meta de até 15 mil desligamentos até 2027;
  • Revisão de benefícios e acordos internos para diminuir o passivo trabalhista.

Quais são os próximos passos no caso?

O Sincotelba anunciou o início de uma “ofensiva” a partir de 2 de fevereiro, indicando que a reação não ficará restrita ao vídeo divulgado, mas envolverá atos públicos e articulação com outras entidades. A intenção é transformar o caso da Bahia em um exemplo de resistência a medidas classificadas como retrocessos trabalhistas, influenciando o debate em outros estados.

Entre os caminhos considerados estão a ampliação da pressão política sobre o governo federal e o Congresso, a busca por reabertura de negociações com a direção dos Correios e a adoção de campanhas públicas para dar visibilidade às pautas da categoria. O sindicato também estuda medidas jurídicas para defender decisões já reconhecidas em tribunais, enquanto reafirma que manterá a defesa de direitos como abonos, benefícios de alimentação e plano de saúde ao longo de 2026.

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