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Médicos cobram que a Anvisa bloqueie Ozempic e Mounjaro

Por Yudi Soares
05/dez/2025
Em Geral
Médicos cobram que a Anvisa bloqueie Ozempic e Mounjaro

Ozempic - Créditos: depositphotos.com / marcbruxelle

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O uso de medicamentos para emagrecer voltou ao centro do debate no Brasil após operações policiais revelarem um esquema clandestino de venda de fórmulas que imitariam produtos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro, baseados em substâncias como semaglutida e tirzepatida, indicadas para o tratamento de diabetes e obesidade com acompanhamento médico, mas cuja circulação em versões manipuladas e sem controle rígido de qualidade acende um alerta sobre riscos à saúde, à segurança sanitária e à confiança da população nas terapias aprovadas.

Médicos cobram que a Anvisa bloqueie Ozempic e Mounjaro
Mounjaro – Créditos: depositphotos.com / mariar12

O que são semaglutida e tirzepatida e por que viraram alvo de falsificações?

Esses tipos de fármacos ajudam no controle da glicemia e podem reduzir o apetite, o que explica o interesse no uso para emagrecimento. As versões originais, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro, seguem processo industrial rigoroso, com purificação, testes de estabilidade, controle de dose e rastreabilidade de lote. Já a tentativa de reproduzir essas moléculas complexas fora de indústrias especializadas aumenta o risco de impurezas, degradação do princípio ativo e variação da concentração.

Medicamentos emagrecedores manipulados são seguros?

A principal preocupação das entidades médicas está ligada à falta de previsibilidade das fórmulas manipuladas chamadas de “semaglutida” ou “tirzepatida”. Sem comprovação de equivalência com o produto original e sem estudos clínicos robustos, não é possível garantir que a substância presente seja realmente a mesma, na mesma dose e com a mesma segurança.

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Para entender melhor os perigos associados a esses produtos irregulares, especialistas destacam alguns riscos frequentes observados em investigações e atendimentos de urgência:

  • Contaminação microbiológica, que pode levar a infecções sistêmicas;
  • Reações alérgicas intensas, em especial quando há impurezas ou resíduos de síntese;
  • Pancreatite e inflamações gastrointestinais severas por dose inadequada;
  • Toxicidade por superdosagem, com vômitos persistentes, desidratação e alterações metabólicas;
  • Falha terapêutica por subdosagem, com pior controle da doença de base.

Quais são os impactos para o sistema de saúde e para a vigilância sanitária?

A circulação de medicamentos emagrecedores clandestinos afeta diretamente quem usa essas substâncias e também o sistema de saúde como um todo. Complicações evitáveis sobrecarregam serviços de urgência, ampliam custos hospitalares e podem gerar desconfiança em relação a medicamentos aprovados e bem estudados.

Para a vigilância sanitária, o desafio envolve rastrear toda a cadeia da mercadoria ilegal, identificar laboratórios e farmácias que produzem fora das normas, recolher lotes suspeitos com rapidez e coordenar ações com conselhos profissionais para orientar médicos e pacientes.

Como reduzir riscos ao buscar tratamento para emagrecimento?

O tratamento da obesidade e do diabetes é multidimensional, e o uso de remédios como semaglutida e tirzepatida é apenas um dos pilares. Para diminuir riscos, especialistas enfatizam a importância da prescrição individualizada, de exames periódicos e da compra exclusiva em estabelecimentos regularizados pela vigilância sanitária.

Na prática, algumas medidas são recomendadas para quem está considerando o uso desses medicamentos ou já iniciou a terapia:

  • Consulta com médico habilitado, avaliando histórico clínico e outros remédios em uso;
  • Receita emitida por profissional registrado, com nome do produto, dose e tempo de uso;
  • Aquisição em farmácias regulares, verificando autorização pelos órgãos sanitários;
  • Desconfiança de ofertas muito baratas, vendas em redes sociais ou intermediários leigos;
  • Registro de efeitos adversos, comunicando sintomas ao médico e à farmacovigilância.
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