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Início Justiça

Advogado revela que Bolsonaro optou por não comparecer ao STF no segundo dia de julgamento

Por Felipe Dantas
26/mar/2025
Em Justiça
O novo pedido de Bolsonaro autorizado por Alexandre de Moraes

Bolsonaro - Foto: Isac Nóbrega/PR/Creative Commons

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Segundo informações do g1, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) optou por assistir à transmissão do julgamento que pode torná-lo réu por suposta tentativa de golpe de Estado no gabinete de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL), ao lado da também senadora Damares Alves (Republicanos). Bolsonaro decidiu não comparecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (26).

Até a noite de terça-feira (25), após as duas primeiras sessões do julgamento, a expectativa era de que o ex-presidente estivesse presente no STF durante a votação dos ministros da Primeira Turma. Nos bastidores, a análise é de que o momento de surpresa já ocorreu no dia anterior (25) e que a mensagem foi clara: Bolsonaro não tem a intenção de se esquivar e deseja enfrentar as acusações.

Como funciona o julgamento no STF?

Advogado revela que Bolsonaro optou por não comparecer ao STF no segundo dia de julgamento
STF – Créditos: depositphotos.com / diegograndi

O julgamento no STF segue um rito específico, começando com a apresentação do voto do relator. Neste caso, o ministro Alexandre de Moraes é responsável por expor seu parecer sobre o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para iniciar uma ação penal. Após o relator, os demais ministros da Primeira Turma, incluindo Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, apresentam seus votos.

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O objetivo é decidir se o caso deve prosseguir e se transformar em uma ação penal. Caso a decisão seja favorável, os envolvidos se tornam réus e passam a responder a um processo penal na Corte. Este procedimento é fundamental para garantir que as acusações sejam examinadas de forma justa e imparcial.

Quais foram os desdobramentos anteriores?

Na terça-feira (25/3), o ministro Alexandre de Moraes leu o documento que detalha as condutas de Bolsonaro e dos demais acusados. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou seus argumentos, destacando a disseminação de ataques às urnas como uma das principais acusações contra o ex-presidente.

As defesas dos acusados tiveram a oportunidade de apresentar seus argumentos, mas as chamadas questões preliminares foram rejeitadas pelos ministros. Luiz Fux foi o único a divergir, sugerindo que a denúncia deveria ser julgada no plenário do Supremo, o que indica a complexidade e a importância do caso.

O que está em jogo para Bolsonaro?

Para Jair Bolsonaro, o julgamento representa um ponto de inflexão em sua carreira política. A decisão de não comparecer ao STF e acompanhar a transmissão no gabinete do filho, o senador Flávio Bolsonaro, ao lado da senadora Damares Alves, reflete uma estratégia calculada. Nos bastidores, a avaliação é de que sua presença poderia acirrar os ânimos e legitimar discursos políticos adversos.

O resultado do julgamento pode ter implicações significativas não apenas para Bolsonaro, mas também para o cenário político brasileiro como um todo. A decisão da Primeira Turma do STF será um indicativo de como o sistema judiciário brasileiro lida com acusações de tal gravidade, influenciando a percepção pública sobre a integridade das instituições democráticas.

O julgamento de Jair Bolsonaro é mais do que um evento isolado; é um reflexo das tensões políticas que permeiam o Brasil. A decisão do STF pode estabelecer precedentes importantes para futuros casos envolvendo figuras políticas de destaque. Além disso, o desfecho do julgamento pode influenciar as eleições futuras, moldando o cenário político do país nos próximos anos.

pic.twitter.com/Yk3kDTRjwV

— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) March 26, 2025
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