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Início Economia

Alberto Fernández deixa reservas argentinas caírem quase pela metade em 2023; VEJA NÚMEROS

Por Terra Brasil
01/set/2023
Em Economia, Mundo
ALEJANDRO PAGNI / AFP.

ALEJANDRO PAGNI / AFP.

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As reservas de dólares do Banco Central da Argentina caíram para US$ 28 bilhões em 2023 até esta 5ª feira (31.ago.2023). O governo de Alberto Fernández começou o ano com US$ 44,6 bilhões em reservas.

O atual presidente não concorrerá à reeleição. O candidato governista será o ministro da Economia, Sergio Massa. O pleito será realizado em 22 de outubro.

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Na série histórica, desde 2011, o BC argentino atingiu a máxima de reservas de dólares em 2019, com US$ 77,4 bilhões em caixa. À época, o país era governado por Mauricio Macri, que está na corrida eleitoral para um novo mandato.

Durante sua gestão, Macri negociou com o FMI (Fundo Monetário Internacional) um empréstimo no valor de US$ 57 bilhões para investimentos. Ao deixar o governo, em 2020, Macri deixou US$ 39,4 bilhões de dólares em reservas. Quando assumiu o cargo, sucedendo Cristina Kirchner em 2016, a Argentina tinha US$ 39,3 bilhões em caixa.

Em 2022, sob gestão do atual presidente Alberto Fernández, o FMI aprovou um acordo de US$ 44 bilhões ao país sul-americano. O acordo com Fernández permite a rolagem da dívida contraída em 2018.

Em julho, a Argentina anunciou que não usaria a moeda norte-americana para pagar a dívida de US$ 2,7 bilhões que tinha com o FMI. Segundo o ministro da Economia, o montante seria quitado por meio de dinheiro recebido de um empréstimo emergencial pela CAF (Corporação Andina de Fomento) e de yuans, moeda chinesa.

Poder 360

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