• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
terça-feira, 22 de setembro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Internet

Agência dos EUA aprova novo remédio para tratamento do Alzheimer

Por Terra Brasil
07/jan/2023
Em Internet
EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

Foto: 9 News.

A FDA, agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou nesta sexta-feira (6) um novo remédio para o tratamento da doença de Alzheimer, o lecanemab. O distúrbio neurodegenerativo afeta mais de 55 milhões de pessoas no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

“Esta opção de tratamento é a terapia mais recente para atingir e afetar o processo subjacente da doença de Alzheimer, em vez de tratar apenas os sintomas da doença”, disse o diretor do Escritório de Neurociência do Centro de Avaliação e Pesquisa de Medicamentos da FDA, Billy Dunn.

Leia Também

Influenciadora afirma que perfil foi derrubado após post sobre festa de Vorcaro, VEJA VÍDEO

Empresa de Elon Musk anuncia internet gratuita para áreas afetadas por terremotos na Venezuela

Golpes virtuais se tornam mais sofisticados e já atingem 56 milhões de brasileiros

Embora recebido com entusiasmo pela comunidade científica, um artigo publicado também nesta sexta-feira (6) pela revista Nature aconselha que outras pesquisas sejam realizadas para determinar a eficácia e segurança do lecanemab.

A eficácia do Leqembi, nome comercial do medicamento, foi avaliada em um estudo com 2 grupos distintos, com 1.795 participantes na fase inicial da doença, em método duplo-cego, no qual 897 receberam placebo –substâncias sem nenhum efeito– e o restante, o remédio verdadeiro. Isso significa que tanto médicos, como pacientes não sabiam quem recebeu o tratamento de fato.

Os resultados indicaram que o grupo medicado teve redução significativa de 27% dos declínios cognitivos causados pela doença, um percentual considerado significativo pelos laboratórios desenvolvedores.

A análise do medicamento pela FDA foi feita por “via de aprovação acelerada”. Essa brecha é usada pela agência para avaliar remédios que tratem doenças graves ou que ofereçam risco de morte.

O desenvolvimento do medicamento foi realizado em uma parceria da empresa japonesa de biotecnologia Eisai com a norte-americana Biogen.

COMO O MEDICAMENTO FUNCIONA
O Leqembi age nas placas beta amiloides, proteína presente no cérebro de pacientes com Alzheimer. O acúmulo dessa substância pode afetar a capacidade mental do paciente, que interrompe a comunicação entre as células. A droga busca diminuir o nível dessa proteína, retardando assim os efeitos da doença, segundo os estudos.

Os efeitos colaterais mais graves relatados foram inchaços e hemorragias no cérebro. Pacientes com duas cópias da variante genética APOE4 –que aumenta o risco do desenvolvimento de Alzheimer– têm mais chance de inchaço cerebral com o remédio.

Segundo o rótulo do Leqembi, a droga deve ser usada somente em pacientes nos estágios iniciais e leves da doença.

Créditos: Poder 360.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Sob Governo Bolsonaro, número de startups de base científica se multiplicou

PRÓXIMO

Afinidade entre Ministro da Agricultura de Lula e MST preocupa produtores

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se