Em carta escrita na prisão, Jeanine Añez agradece Bolsonaro e pede que “Deus salve o Brasil” do ódio

Em carta escrita na prisão, Jeanine Añez agradece Bolsonaro e pede que “Deus salve o Brasil” do ódio

A ex-presidente da Bolívia, Jeanine Añez, escreveu uma carta sobre o Brasil. O documento foi escrito de próprio punho e contém comentários das eleições presidenciais de domingo no Brasil. No título, Jeanine escreve ‘Sem justiça, não há democracia’. Na sequência, Añez prossegue, dizendo que é uma presa política.

Ela lembra que no domingo, o Brasil realizará novas eleições, elegendo presidente, vice e parlamentares. Ela prossegue, dizendo: “Agradeço ao presidente Bolsonaro pela solidariedade e pelos conceitos justos que expressou em relação à minha situação como ex-presidente constitucional da Bolívia, inclusive oferecendo asilo político, que não me deram a possibilidade de aceitar”.

Jeanine afirma que está “longe de querer sair da Bolívia, como fizeram os aliados do Foro de São Paulo, autores da maior fraude eleitoral da história, Evo Morales e Álvaro Garcia Linera, renunciando aos cargos em 2019, fugindo de suas obrigações e incitando uma guerra civil”.

“Assumi o cargo por sucessão constitucional, pacificando a Bolívia e convocando eleições transparentes em 2020” diz a ex-presidente. Jeanine conclui: “Deus salve o Brasil da ideologia do ódio que tenta dominar a América Latina”.

Jeanine Áñez foi presa em 13 de março de 2021, após ser condenada a 10 anos de prisão por “violação de deveres e resoluções contrárias à Constituição” quando assumiu o poder em 2019, em meio a uma crise social e política no país.

Créditos: Jovem Pan.



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