Com 3 derrotas judiciais em um dia, Justiça desnuda a face mais baixa de Carlos Eduardo Alves: Com mentiras, números falsos e fake news contra Rogério Marinho, ele perde seu tempo de TV; ENTENDA

Com 3 derrotas judiciais em um dia, Justiça desnuda a face mais baixa de Carlos Eduardo Alves: Com mentiras, números falsos e fake news contra Rogério Marinho, ele perde seu tempo de TV; ENTENDA

A Justiça precisou intervir para que Carlos Eduardo Alves (PDT) tivesse sua verdadeira face revelada. Com uma campanha repleta de mentiras e números falsos para atacar o ex-ministro Rogério Marinho (PL), Carlos Eduardo se vê agora numa dura condição de perder tempo da sua propaganda, na última semana de campanha. Um verdadeiro castigo à desinformação propagada contra Marinho.

Primeira derrota

A Juíza Auxiliar da Propaganda Eleitoral Ticiana Maria Delgado Nobre acaba de julgar procedente e conceder direito de resposta ao candidato ao Senado Rogério Marinho, por considerar que a propaganda eleitoral levada ao ar pelo seu oponente Carlos Eduardo foi sabidamente inverídica. A Juíza afirmou em sua decisão:

“Do conteúdo da propaganda eleitoral em discussão, constata-se que estão configuradas as hipóteses em que é cabível o direito de resposta, sobretudo porque restou caracterizada a veiculação de informação sabidamente inverídica. Com efeito, no teor da própria certidão ID 10783435, utilizada pelo representado na propaganda eleitoral impugnada para afirmar que o candidato Rogério Marinho é investigado pelo Ministério Público por crime peculato, consta a informação de que a Ação Penal n.º 0107254- 70.2018.8.20.0001 proposta para apurar eventual prática delitiva está com o seu trâmite suspenso por determinação do STF, até o julgamento definitivo do HC 215.341, conforme decisão liminar proferida pelo Ministro Dias Toffoli em 17/05/2022 (ID 10783436)”.

A deslealdade da propaganda veiculada por Carlos Eduardo também foi ressaltada na decisão quando a Juíza escreve que “divulga-se na propaganda eleitoral em questão apenas a parte da certidão que noticia a existência do processo, omitindo-se, deliberadamente, a parte que afirma, no mesmo documento, a suspensão da ação penal por decisão judicial, o que faz com que o conjunto da propaganda eleitoral impugnada contenha informação sabidamente inverídica, pois o requerente, tecnicamente, não está sendo investigado, no momento atual, sobre os fatos ali imputados”.


Carlos Eduardo foi condenado a não repetir a propaganda eleitoral inverídica, sob pena de pagar uma multa de R$ 5.000,00 assim como Rogério Marinho usará o tempo de Carlos Eduardo para exercer o seu direito de resposta que foi assim fixado na decisão:


“que seja concedido ao candidato o direito de resposta, nos termos do que preceitua o art. 32, inciso III, alínea “c”, da Resolução 23.608/2019, de forma que, como as veiculações da peça da propaganda ilícita constaram de todos os blocos de inserções do dia 20 de setembro de 2022, sejam veiculadas no dia 27 de setembro de 2022, da seguinte forma: 2.1) No bloco 01 (05hs às 11hs): uma vez no intervalo do programa Bom dia Brasil – Globo; uma vez no intervalo do programa Bora Brasil – Band; uma vez no intervalo do programa Fala Brasil – Record; uma vez no intervalo do programa Primeiro Impacto – SBT. Cada aparição deve ocorrer pelo tempo de 01 (um) minuto. 2.2) No bloco 02 (11hs Às 17hs): Uma vez no intervalo do RNTV, uma vez no intervalo do Jornal Hoje – Globo; Duas vezes no intervalo do Programa Jogo Aberto – Band; uma vez no intervalo do programa Balanço Geral, uma vez no intervalo do programa Tudo com Priscila Freire – Record; uma vez no intervalo do programa Tudo de Bom, uma vez no intervalo do programa Jornal do Dia – SBT. Cada aparição deve ocorrer pelo tempo de 01 (um) minuto. 2.3) No bloco 03 (17hs às 00hs): uma vez no intervalo do programa Mar do Sertão, uma vez no intervalo do programa Pantanal – Globo; uma vez no intervalo do programa Jornal da Band, duas vezes no intervalo do programa Master Chef – Band; duas vezes no intervalo do programa Jornal da Record e uma vez no intervalo do programa A Fazenda – Record; Uma vez no intervalo do programa Desalmada e uma vez no intervalo do Programa do Ratinho – SBT. Cada aparição deve ocorrer pelo tempo de 01 (um) minuto. 2.4) Se o tempo reservado à coligação responsável pela propaganda ilícita impugnada for inferior ao necessário para as veiculações de um minuto determinadas nesta decisão, as respostas serão levadas ao ar tantas vezes quantas forem necessárias para o cumprimento integral desta decisão (art. 32, III, e da Resolução nº 23.608/2019), podendo ser veiculada no dia seguinte, nos mesmos intervalos dos blocos de inserção, até se completar o período total de tempo.

Já é o segundo direito de resposta deferido ao candidato Rogério Marinho, em face de propagandas eleitorais sabiamente inverídicas veiculadas por Carlos Eduardo.

CARLOS EDUARDO PERDERÁ VALIOSO TEMPO DE INSERÇÕES NA RETA FINAL DA PROPAGANDA ELEITORALA Juíza Auxiliar da Propaganda Eleitoral Ticiana Maria Delgado Nobre acaba de julgar procedente e conceder direito de resposta ao candidato ao Senado Rogério Marinho, por considerar que a propaganda eleitoral levada ao ar pelo seu oponente Carlos Eduardo foi sabidamente inverídica. A Juíza afirmou em sua decisão:“Do conteúdo da propaganda eleitoral em discussão, constata-se que estão configuradas as hipóteses em que é cabível o direito de resposta, sobretudo porque restou caracterizada a veiculação de informação sabidamente inverídica. Com efeito, no teor da própria certidão ID 10783435, utilizada pelo representado na propaganda eleitoral impugnada para afirmar que o candidato Rogério Marinho é investigado pelo Ministério Público por crime peculato, consta a informação de que a Ação Penal n.º 0107254- 70.2018.8.20.0001 proposta para apurar eventual prática delitiva está com o seu trâmite suspenso por determinação do STF, até o julgamento definitivo do HC 215.341, conforme decisão liminar proferida pelo Ministro Dias Toffoli em 17/05/2022 (ID 10783436)”.A deslealdade da propaganda veiculada por Carlos Eduardo também foi ressaltada na decisão quando a Juíza escreve que “divulga-se na propaganda eleitoral em questão apenas a parte da certidão que noticia a existência do processo, omitindo-se, deliberadamente, a parte que afirma, no mesmo documento, a suspensão da ação penal por decisão judicial, o que faz com que o conjunto da propaganda eleitoral impugnada contenha informação sabidamente inverídica, pois o requerente, tecnicamente, não está sendo investigado, no momento atual, sobre os fatos ali imputados”.Carlos Eduardo foi condenado a não repetir a propaganda eleitoral inverídica, sob pena de pagar uma multa de R$ 5.000,00 assim como Rogério Marinho usará o tempo de Carlos Eduardo para exercer o seu direito de resposta que foi assim fixado na decisão:“que seja concedido ao candidato o direito de resposta, nos termos do que preceitua o art. 32, inciso III, alínea “c”, da Resolução 23.608/2019, de forma que, como as veiculações da peça da propaganda ilícita constaram de todos os blocos de inserções do dia 20 de setembro de 2022, sejam veiculadas no dia 27 de setembro de 2022, da seguinte forma: 2.1) No bloco 01 (05hs às 11hs): uma vez no intervalo do programa Bom dia Brasil – Globo; uma vez no intervalo do programa Bora Brasil – Band; uma vez no intervalo do programa Fala Brasil – Record; uma vez no intervalo do programa Primeiro Impacto – SBT. Cada aparição deve ocorrer pelo tempo de 01 (um) minuto. 2.2) No bloco 02 (11hs Às 17hs): Uma vez no intervalo do RNTV, uma vez no intervalo do Jornal Hoje – Globo; Duas vezes no intervalo do Programa Jogo Aberto – Band; uma vez no intervalo do programa Balanço Geral, uma vez no intervalo do programa Tudo com Priscila Freire – Record; uma vez no intervalo do programa Tudo de Bom, uma vez no intervalo do programa Jornal do Dia – SBT. Cada aparição deve ocorrer pelo tempo de 01 (um) minuto. 2.3) No bloco 03 (17hs às 00hs): uma vez no intervalo do programa Mar do Sertão, uma vez no intervalo do programa Pantanal – Globo; uma vez no intervalo do programa Jornal da Band, duas vezes no intervalo do programa Master Chef – Band; duas vezes no intervalo do programa Jornal da Record e uma vez no intervalo do programa A Fazenda – Record; Uma vez no intervalo do programa Desalmada e uma vez no intervalo do Programa do Ratinho – SBT. Cada aparição deve ocorrer pelo tempo de 01 (um) minuto. 2.4) Se o tempo reservado à coligação responsável pela propaganda ilícita impugnada for inferior ao necessário para as veiculações de um minuto determinadas nesta decisão, as respostas serão levadas ao ar tantas vezes quantas forem necessárias para o cumprimento integral desta decisão (art. 32, III, e da Resolução nº 23.608/2019), podendo ser veiculada no dia seguinte, nos mesmos intervalos dos blocos de inserção, até se completar o período total de tempo.Já é o segundo direito de resposta deferido ao candidato Rogério Marinho, em face de propagandas eleitorais sabiamente inverídicas veiculadas por Carlos Eduardo.

Segunda derrota

O candidato a senador Carlos Eduardo (PDT) sofreu mais uma derrota na Justiça Eleitoral nesse domingo. O juiz auxiliar do TRE-RN determinou que o candidato se abstenha de exibir propaganda irregular que menciona crescimento de 46% nas pesquisas de intenção de voto como também depoimento de um homem que culpa Rogério Marinho por não conseguir o benefício da aposentadoria.

Na decisão, o magistrado considerou que: “por todo o exposto, vislumbro presente o fumus boni iuris, porquanto a propaganda eleitoral despeitou as normas que regem a matéria, bem como o periculum in mora, tanto pela proximidade do Pleito que se avizinha, quanto pela possibilidade de desequilíbrio na disputa eleitoral em se deixando programas como estes no ar”. 

Com isso, foi deferido o pedido liminar para suspensão desses programas.

Terceira derrota

E o domingo (25) reservou ainda uma terceira derrota para o candidato a senador Carlos Eduardo Alves (PDT) após decisões anteriores fazê-lo perder inserções e suspender peças de propaganda com.dados inverídicos contra o adversario Rogério Marinho, uma nova decisão do juiz Daniel Maia do TRE-RN suspendeu os programas do candidato que seriam veiculados em rede nesta segunda-feira, última semana antes das eleições.

O magistrado deferiu a ação de embargos declaratórios da defesa de Marinho e determinou a suspensão dos programas. 

“Enfim, forte nos fundamentos expostos, conheço e acolho, parcialmente, os embargos declaratórios para condenar o embargado Carlos Eduardo Nunes Alves à perda do direito de veiculação do programa eleitoral gratuito em rede, tão somente na próxima segunda-feira, 26, nos horários noturno e diurno”.




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