• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Brasil

Rinite viral ou alérgica? Médica explica como identificar e tratar cada uma

Por Terra Brasil
13/jul/2023
Em Brasil, Saúde
Shutterstock.

Shutterstock.

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

A rinite está entre os problemas de saúde mais frequentes do inverno – seja ela viral ou alérgica. Aliás, ambos os quadros compartilham basicamente os mesmos sintomas: coriza, espirro e congestão nasal. No entanto, algumas particularidades fazem a diferença na hora de prevenir e combater as condições.

Segundo a médica otorrinolaringologista Renata Moura Barizon, coordenadora de Otorrinolaringologia da Associação Médica Fluminense, a rinite viral é bastante frequente nesta época do ano porque as pessoas tendem a ficar em ambientes fechados, com maior aglomeração, por conta do frio.

“E aí, se tiver uma pessoa contaminada ali, um espirro ou tosse pode acabar dissipando o vírus para quem está naquele ambiente”, afirma a médica.

Leia Também

O segredo para vencer a insônia pode estar nestes alimentos ricos em melatonina para comer antes de deitar

Os riscos que um bebê corre ao consumir fórmula infantil contaminada

Pílula para emagrecer da Novo Nordisk chega ao mercado

O quadro alérgico também é comum durante a estação por uma série de razões, aponta Renata. Algumas delas são o casaco de frio que ficou muito tempo no guarda-roupas juntando poeira e ácaro, ou as condições de um destino de viagem de férias, como áreas de serra, que costumam ser regiões úmidas e acumular muito mofo.

Rinite alérgica ou viral?

Assim como o quadro viral, o diagnóstico da rinite alérgica depende da história clínica do paciente. Isto é, se ele teve contato com poeira ou mofo, por exemplo. No caso da contaminação por vírus, geralmente o paciente indica ter tido contato com alguém que estava gripado ou resfriado.

Além disso, no quadro viral, além dos sintomas comuns, o paciente pode apresentar prostração, febre e outros sintomas virais, como diarreia ou vômito, aponta Renata. E seu tratamento, por sua vez, está associado ao tratamento da virose causadora da rinite.

Já a rinite alérgica não tem cura, mas tem controle, destaca a otorrinolaringologista. Suas principais causas são os ácaros, os fungos e o pólen – lembrando que a causa mais comum no Brasil é o ácaro, que está presente na poeira.

Como manter os ácaros longe

No caso da rinite alérgica, a principal forma de tratar a condição é com o controle ambiental. Isto é, evitar a exposição aos causadores de alergia. “Se é poeira, se é mofo, então tem que ser um ambiente limpo, arejado”, destaca a profissional. A médica dá algumas dicas para manter o ambiente protegido dos ácaros:

  • Realize a limpeza do ambiente com pano úmido, principalmente no chão;
  • Evite usar espanador e vassoura, o que pode espalhar poeira;
  • Evite usar carpetes e tapetes;
  • Utilize uma cortina de fácil higienização, com material lavável ou persiana para limpar com pano úmido;
  • Faça a limpeza do filtro do ar-condicionado no tempo adequado (a cada semana, com troca anual);
  • Evite ventiladores, especialmente de teto, que acumulam muita sujeira e dificultam a limpeza;
  • Se não puder evitar, prefira ventiladores de pé, e não coloque-o em direção a cabeça;
  • Higienize as hélices dos ventiladores semanalmente;
  • No caso de pacientes com rinite alérgica, utilize máscara para limpar os ambientes.

Além disso, a otorrinolaringologista destaca a importância de realizar a lavagem nasal. Mesmo sem nenhum sintoma, o recomendado é lavar as narinas com soro fisiológico de uma a duas vezes no dia. “Mas, se entrar em crise, lave mais vezes, de cinco a sete vezes ao dia, por exemplo. O que vai te orientar com relação à lavagem é a secreção: quanto mais secreção, mais lavagem tem que ser feita”, afirma a médica.

Tratamento

Há ainda outras formas de combater a rinite alérgica. Conforme Renata, existe o tratamento medicamentoso, feito com anti histamínico, corticóide oral e corticoide tópico. A terapia deve ter prescrição médica. 

Existe também o tratamento com vacina, indicado por um médico alergista. “Então, sempre que o paciente apresentar sintomas alérgicos, é importante fazer uma avaliação com o alergista para descobrir qual é a causa da sua alergia, e saber se para essa causa existe um tratamento com vacina”, destaca a profissional.

Segundo ela, a opção com vacina é um tratamento de longo prazo, que leva de dois a três anos, mas que recupera o paciente por um longo período.

Créditos: Saúde em Dia.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Alerta Vermelho: Inmet declara de ‘grande perigo’ o nível de tempestades e vendavais no RS e SC

PRÓXIMO

Com salários de mais de R$ 30 mil, juízes e promotores de MG terão direito a auxílio-creche de até R$ 57 mil por filho

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se