• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Brasil

GSI se recusou a informar os registros de acesso da lobista Roberta Luchsinger ao Palácio da Alvorada

Por Junior Melo
28/set/2026
Em Brasil
Roberta Luchsinger e Lula — Foto: Reprodução/Redes sociais

Roberta Luchsinger e Lula — Foto: Reprodução/Redes sociais

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) se recusou a informar os registros de acesso da lobista Roberta Luchsinger ao Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre janeiro de 2023 e setembro de 2026.

Segundo informações divulgadas pelo O Globo, a resposta foi dada a um pedido feito pela equipe da coluna com base na Lei de Acesso à Informação (LAI). Segundo o GSI, os dados estão sob sigilo porque a divulgação das visitas ao presidente Lula no Alvorada “gera risco à segurança de instituições ou altas autoridades nacionais ou estrangeiras e seus familiares”.

A legislação prevê três níveis de sigilo: cinco anos para informações reservadas, 15 anos para secretas e 25 anos para ultrassecretas. O GSI, porém, não informou por quanto tempo os registros de acesso ao Alvorada permanecerão sob sigilo.

Leia Também

URGENTE: Renan candidato do Missão diz que votará em Lula se houver segundo turno

Justiça Eleitoral notifica Duda Salabert por uso de vasos com árvores em campanha

Mensagens mostram que Lewandowski convidou Vorcaro para sua posse, VEJA

Roberta Luchsinger é apontada como amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que é alvo de três inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF). Ela também entrou no radar das investigações da Polícia Federal sobre um esquema de desvio de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Durante uma sabatina na TV Globo, em agosto, Lula chamou Roberta de “pilantra” e afirmou que não a conhecia nem mantinha proximidade com ela. Após a entrevista, porém, circularam nas redes sociais fotografias do presidente ao lado da lobista em diferentes ocasiões, incluindo imagens em que ela aparece beijando a mão de Lula e o abraçando ao lado da primeira-dama Janja.

Segundo investigações da Polícia Federal, Roberta dizia ter acesso ao círculo próximo do presidente e se gabava de utilizar jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB). Em 25 de outubro de 2023, ela teria informado a um interlocutor que estava na casa do “pai do Fábio”, expressão usada para se referir a Lula. A mensagem foi enviada às 23h16 para um contato salvo como “Gustavo Oliveira”, segundo informação revelada pela colunista Andreza Matais, do Metrópoles.

Naquele dia, entretanto, a agenda oficial de Lula não registrava compromissos no Palácio da Alvorada. O presidente tinha, segundo a agenda, uma série de audiências e compromissos no Palácio do Planalto durante a manhã e a tarde.

Outra reportagem da equipe do blog informou que Roberta, Fábio Luís da Silva e Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola e então chefe de gabinete de Lula no Palácio do Planalto, teriam atuado a favor da celebração de um contrato entre a produtora de fertilizantes Unigel e a Petrobras. Segundo a reportagem, o acordo seria prejudicial aos interesses da estatal.

Ainda de acordo com o texto, Roberta recebeu R$ 1,26 milhão do diretor da empresa, Leo Slezynger. O contrato foi posteriormente anulado.

GSI cita proteção à intimidade

Ao justificar a negativa, o GSI afirmou que os registros de entrada e saída das residências oficiais do presidente devem ser protegidos por revelarem aspectos da intimidade e da vida privada das autoridades públicas e de seus familiares.

Segundo o órgão, a exceção ocorre quando os registros dizem respeito a agendas oficiais ou envolvem agentes privados que estejam representando interesses perante a administração pública.

As investigações da Polícia Federal, descritas nas representações que deram origem a inquéritos no STF sobre suspeitas de tráfico de influência e corrupção, levantam a hipótese de que Roberta mantivesse uma sociedade informal com Lulinha e Marcola para atuar em favor de empresas e governos junto ao Palácio do Planalto.

Entre os contratos citados estão um acordo envolvendo canabidiol e a empresa World Cannabis, além de outro relacionado à 3Sytructre. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Roberta também teria atuado com Lulinha para marcar reuniões do governador do Maranhão, Carlos Brandão, com Lula no Palácio do Planalto.

Em mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular apreendido em dezembro de 2025, Roberta teria afirmado: “eles sabem o que eu sou. Eu sou o Fábio”. Segundo os investigadores, a declaração indicaria uma “aparente autorização” para que ela atuasse em nome de Lulinha.

A negativa do GSI também contrasta, segundo a reportagem, com uma decisão tomada pelo governo Lula no início de 2023, quando foi retirado o sigilo de 100 anos sobre a lista de pessoas que visitaram Michelle Bolsonaro no Palácio da Alvorada durante a gestão de Jair Bolsonaro.

Previdência e Anvisa não encontraram registros

A resposta do GSI também foi comparada às obtidas em pedidos semelhantes sobre possíveis registros de acesso de Roberta em outros órgãos públicos.

O Ministério da Previdência Social informou que, após consultar seus bancos de dados com base no nome apresentado no pedido, não encontrou registros de entrada ou saída relacionados a Roberta no período solicitado.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também afirmou ter consultado seus sistemas de controle de acesso e não ter localizado registros de entrada ou saída referentes a Roberta Moreira Luchsinger.

Para Juliana Sakai, diretora executiva da Transparência Brasil, a negativa do GSI representa um problema de transparência pública. Segundo ela, os registros de entrada de uma lobista na residência oficial do presidente são informações de interesse público.

Sakai também afirmou que o caso demonstra fragilidades na aplicação da Lei de Acesso à Informação e defendeu a aprovação de uma legislação específica sobre lobby, com regras para ampliar a transparência dos encontros entre lobistas e autoridades.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Justiça Eleitoral notifica Duda Salabert por uso de vasos com árvores em campanha

PRÓXIMO

URGENTE: Renan candidato do Missão diz que votará em Lula se houver segundo turno

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se