O documento, segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, não teria chegado ao gabinete do ministro André Mendonça, que posteriormente assumiu a relatoria do caso no Supremo.
Relatório reúne informações sobre fundo
Com aproximadamente 200 páginas, o material reuniria informações sobre a relação entre Toffoli, Vorcaro e o fundo Arleen.
Segundo as informações atribuídas ao relatório, a Polícia Federal levantou a hipótese de que o ministro pudesse ser beneficiário final ou proprietário de fato de um fundo que teria recebido R$ 35 milhões relacionados a Vorcaro.
Toffoli nega ter recebido dinheiro do banqueiro e também rejeita ter mantido recursos no exterior.
Documento ficou na Presidência do STF
O relatório teria sido enviado diretamente à Presidência do Supremo porque, naquele momento, Toffoli ainda estava responsável pela condução do caso Banco Master.
Posteriormente, André Mendonça assumiu a relatoria. De acordo com o relato divulgado pela imprensa, porém, o documento não teria sido encaminhado ao novo relator.
Mendonça afirmou que o material não chegou ao seu gabinete.
Relatório entra no centro da disputa no STF
A existência e a tramitação do documento ganham relevância em meio à disputa interna no Supremo envolvendo a condução das investigações relacionadas ao Banco Master.
O caso passou a envolver diferentes ministros da Corte e levantou questionamentos sobre quais informações estavam disponíveis para cada relator durante a condução dos processos.
Até o momento, as informações atribuídas ao relatório da PF representam suspeitas levantadas durante a investigação, e não uma conclusão definitiva sobre eventual participação de Toffoli em irregularidades.
A Polícia Federal encaminhou ainda em fevereiro ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, um relatório com informações sobre suspeitas envolvendo o ministro Dias Toffoli e o empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master.
O documento, segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, não teria chegado ao gabinete do ministro André Mendonça, que posteriormente assumiu a relatoria do caso no Supremo.
Relatório reúne informações sobre fundo
Com aproximadamente 200 páginas, o material reuniria informações sobre a relação entre Toffoli, Vorcaro e o fundo Arleen.
Segundo as informações atribuídas ao relatório, a Polícia Federal levantou a hipótese de que o ministro pudesse ser beneficiário final ou proprietário de fato de um fundo que teria recebido R$ 35 milhões relacionados a Vorcaro.
Toffoli nega ter recebido dinheiro do banqueiro e também rejeita ter mantido recursos no exterior.
Documento ficou na Presidência do STF
O relatório teria sido enviado diretamente à Presidência do Supremo porque, naquele momento, Toffoli ainda estava responsável pela condução do caso Banco Master.
Posteriormente, André Mendonça assumiu a relatoria. De acordo com o relato divulgado pela imprensa, porém, o documento não teria sido encaminhado ao novo relator.
Mendonça afirmou que o material não chegou ao seu gabinete.
Relatório entra no centro da disputa no STF
A existência e a tramitação do documento ganham relevância em meio à disputa interna no Supremo envolvendo a condução das investigações relacionadas ao Banco Master.
O caso passou a envolver diferentes ministros da Corte e levantou questionamentos sobre quais informações estavam disponíveis para cada relator durante a condução dos processos.
Até o momento, as informações atribuídas ao relatório da PF representam suspeitas levantadas durante a investigação, e não uma conclusão definitiva sobre eventual participação de Toffoli em irregularidades.