O general Walter Braga Netto recebeu uma visita que chamou atenção nos bastidores políticos e voltou a gerar debate sobre sua prisão e condenação.
Como foi a visita de Fábio Wajngarten a Braga Netto na prisão?
O general Walter Braga Netto recebeu, na quarta-feira (25/3), a visita do advogado Fábio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação do governo Jair Bolsonaro, na unidade militar onde está detido, no Rio de Janeiro.
Durante o encontro, ele se emocionou e declarou se considerar um preso político, reforçando que nunca recebeu dinheiro desviado e negando participação em qualquer tentativa de golpe de Estado. As informações são da Folha de SP.
Qual foi a condenação do general?
Braga Netto está preso há cerca de um ano e três meses, após condenação do Supremo Tribunal Federal (STF) a 26 anos de prisão em regime fechado, por envolvimento em uma suposta trama golpista.
O caso teve grande repercussão nacional e segue dividindo opiniões, com aliados defendendo sua inocência e críticos sustentando a legitimidade da decisão judicial.
Como é a rotina de Braga Netto na prisão?
Na unidade militar, o general mantém uma rotina disciplinada, com horários definidos para acordar, se alimentar e realizar atividades físicas durante o banho de sol.
A estrutura onde ele está é simples, com poucos itens e condições básicas, refletindo o ambiente restrito da detenção.
- Acorda por volta das 7h30 e toma café da manhã
- Realiza exercícios físicos durante o banho de sol
- Permanece em sala com cama de solteiro e banheiro simples
- Vive em isolamento e com poucas interações
Quem tem visitado Braga Netto na detenção?
Desde que foi preso, Braga Netto tem recebido um número limitado de visitas, principalmente de familiares e algumas autoridades políticas.
Recentemente, um grupo de senadores também esteve na unidade, além da visita de Wajngarten, que chamou atenção pelo vínculo com o antigo governo.
O que Wajngarten levou e o que foi dito no encontro?
Durante a visita, Fábio Wajngarten levou duas sacolas com alimentos, incluindo pães, grãos e frutas compradas em padaria, que passaram por inspeção antes da entrega.
No encontro, Braga Netto reforçou sua narrativa de defesa, insistindo que é vítima de injustiça e que sua prisão tem motivação política, posição que mantém desde o início do processo.