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Início Política

Projeto aprovado no Senado torna misoginia crime e pode mudar regras no país para combater a discriminação

Por Junior Melo
25/mar/2026
Em Política
Projeto aprovado no Senado torna misoginia crime e pode mudar regras no país para combater a discriminação

Senado Federal - Foto: Lula Marques/Agência Brasil

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O Senado Federal do Brasil aprovou nesta terça-feira (24/3) um projeto que criminaliza a misoginia e amplia o combate à discriminação no país. O texto agora segue para a Câmara dos Deputados do Brasil.

O que muda com a criminalização da misoginia?

O projeto inclui a misoginia na Lei do Racismo, equiparando esse tipo de discriminação a crimes já considerados graves no Brasil. A medida amplia a proteção legal contra ataques motivados por gênero.

Na prática, isso significa que condutas de ódio ou preconceito contra mulheres passam a ter tratamento mais rigoroso, com punições mais severas e maior alcance da Justiça.

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Como foi a votação no Senado?

A aprovação ocorreu com amplo consenso entre os parlamentares, sem qualquer divergência entre os presentes. O tema foi tratado como prioritário no combate à discriminação.

Foram 67 votos a favor, nenhum contra e nenhuma abstenção, demonstrando apoio unânime ao projeto entre os senadores que participaram da sessão. Veja publicação feita pelo Senado:

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Um post compartilhado por Senado Federal (@senadofederal)

Quais senadores estavam ausentes na votação?

Apesar da votação unânime, 11 parlamentares não estiveram presentes na sessão que aprovou o projeto. Não houve registro de abstenções. Confira a lista dos senadores ausentes:

  • Angelo Coronel (PSD-BA)
  • Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)
  • Cid Gomes (PSB-CE)
  • Dr. Hiran (PP-RR)
  • Eliziane Gama (PSD-MA)
  • Magno Malta (PL-ES)
  • Mara Gabrilli (PSD-SP)
  • Otto Alencar (PSD-BA)
  • Professora Dorinha Seabra (União Brasil-TO)
  • Rogério Marinho (PL-RN)
  • Sérgio Petecão (PSD-AC)

Quais são as penas previstas no projeto?

O texto determina que a prática de misoginia seja punida com reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. A pena segue os mesmos critérios aplicados a crimes de preconceito previstos na legislação atual.

Além disso, o crime será imprescritível e inafiançável, o que significa que não perde validade com o tempo e não permite pagamento de fiança, com possibilidade de início em regime fechado.

O que acontece agora com o projeto?

Após a aprovação no Senado, a proposta segue para análise na Câmara dos Deputados, onde ainda será discutida antes de uma possível sanção.

Caso seja aprovada sem mudanças, a medida pode se tornar lei e representar um avanço no combate à discriminação contra mulheres no Brasil.

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