A morte de um dos nomes mais conhecidos do tráfico na Zona Norte do Rio de Janeiro chamou atenção neste domingo (8/3). Rodrigo Rosa Brasil, conhecido como “Boneco do Andaraí”, morreu após confronto com policiais militares durante uma operação na comunidade.
Como foi a morte do traficante conhecido como Boneco do Andaraí?
Segundo a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, equipes realizavam uma operação no Morro do Andaraí quando criminosos armados atacaram os agentes, dando início a um intenso tiroteio na comunidade.
Durante o confronto, Rodrigo Rosa Brasil foi baleado. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Municipal do Andaraí, mas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada na unidade.
Quem também foi baleado na ação policial?
De acordo com informações da polícia, um segundo suspeito, apontado como segurança do traficante, também foi atingido durante a troca de tiros registrada na comunidade.
O homem foi levado para o mesmo hospital da região. Até o momento, não há atualização oficial sobre o estado de saúde dele, segundo as autoridades.
Quais os impactos da operação policial?
Após o confronto, policiais militares fizeram buscas na área para localizar armamentos e possíveis outros envolvidos na ação criminosa na comunidade.
Durante a operação, os agentes apreenderam armas que estavam com os suspeitos. Entre os materiais recolhidos estão:
- Um fuzil de uso restrito
- Uma pistola
- Outros materiais que serão analisados pela perícia
Segundo a polícia, o armamento apreendido pode ajudar nas investigações sobre a atuação da quadrilha na região.
Quem era o Boneco do Andaraí?
Rodrigo Rosa Brasil era apontado pelas autoridades como um dos líderes do tráfico de drogas na comunidade do Andaraí e integrante do Comando Vermelho.
Além do controle do tráfico na área, investigações indicam que ele também era suspeito de comandar uma associação criminosa armada e aliciar crianças e adolescentes para o tráfico dentro da comunidade.
Desde quando o traficante estava foragido?
O criminoso estava foragido desde março de 2019, quando recebeu o benefício da saída temporária do sistema prisional e não retornou à unidade após o prazo.
Ele cumpria pena pela morte do policial civil André Gustavo Lopes da Rocha, assassinado em 2008 no bairro do Grajaú. O crime ocorreu na frente da família da vítima e teve grande repercussão na época.