• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Justiça

Gilmar Mendes determina suspensão de penduricalhos do MP e do Judiciário

Por Junior Melo
24/fev/2026
Em Justiça
Gilmar Mendes determina suspensão de penduricalhos do MP e do Judiciário

Gilmar Mendes - Foto: Agência Brasil

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (23/2) que os chamados penduricalhos do Ministério Público e do Judiciário só poderão ser pagos quando estiverem previstos em lei aprovada pelo Congresso Nacional, afetando verbas indenizatórias, gratificações e auxílios criados por normas locais ou decisões administrativas.

Como funcionam os penduricalhos do MP e do Judiciário?

No debate público, o termo penduricalhos designa verbas indenizatórias, auxílios e gratificações pagos além do subsídio principal de juízes e membros do Ministério Público, muitas vezes funcionando como complemento remuneratório permanente.

Embora tenham natureza indenizatória, esses benefícios geram dúvidas sobre compatibilidade com o teto constitucional e com a isonomia, motivo pelo qual a decisão do STF condiciona sua existência à previsão em lei federal aprovada pelo Congresso, com critérios objetivos e limites claros.

Leia Também

Show de Margareth Menezes no Carnaval vira alvo de pedido de apuração do MP ao TCU

Ibaneis Rocha enfrenta novo pedido de impeachment

Famosa musa da Gaviões da Fiel é denunciada pelo MP por lavagem de dinheiro ligada ao PCC

O que muda na prática com a decisão de Gilmar Mendes?

A decisão monocrática estabeleceu um verdadeiro pente-fino sobre os penduricalhos do Judiciário e do Ministério Público, impondo limites à criação e manutenção de auxílios e vantagens sem respaldo em lei federal específica.

Para organizar a aplicação prática dessas novas regras, o ministro definiu prazos, competências e consequências que devem ser observados por tribunais, Ministérios Públicos e órgãos de controle em todo o país:

  • Verbas indenizatórias só podem ser pagas se previstas em lei federal aprovada pelo Congresso Nacional.
  • CNJ e CNMP devem apenas regulamentar benefícios já previstos em lei, com base de cálculo, percentual e teto máximo definidos.
  • Tribunais e Ministérios Públicos estaduais têm 60 dias para interromper pagamentos criados apenas por leis estaduais.
  • Pagamentos instituídos por atos administrativos ou normativos secundários devem ser suspensos em até 45 dias.
  • O descumprimento poderá ser considerado ato atentatório à dignidade da Justiça, com responsabilização administrativa, disciplinar, penal e eventual devolução de valores.

Como a decisão se relaciona com o combate a penduricalhos ilegais?

A liminar de Gilmar Mendes se soma a decisões do ministro Flávio Dino e de outros julgados do STF, que vêm exigindo a revisão de vantagens sem amparo em lei específica e proibindo a edição de atos para preservar pagamentos irregulares.

Esse movimento reforça a necessidade de base legal clara e transparente para qualquer benefício remuneratório, ampliando o controle sobre criação de novas verbas, manutenção de auxílios internos e observância do teto constitucional.

Quais são os impactos esperados para o Judiciário e o Ministério Público?

Os impactos imediatos envolvem revisão de folhas de pagamento, revisão de atos normativos internos e possível redução de despesas com verbas indenizatórias sem respaldo em lei federal, com tendência à uniformização nacional das regras.

Especialistas apontam também possível aumento de ações judiciais e controvérsias sobre devolução de valores já pagos, além de maior transparência na composição salarial e fortalecimento do papel do Congresso na definição dos benefícios.

Qual será o papel do Congresso e dos órgãos de controle?

Com a centralização da competência normativa em lei federal, o Congresso passa a ser o foro decisivo para autorizar ou barrar novos benefícios, sob maior escrutínio social e orçamentário, especialmente em tempos de ajuste fiscal.

CNJ, CNMP, tribunais de contas e corregedorias deverão intensificar o monitoramento do cumprimento dos prazos e da observância ao teto, consolidando um padrão nacional de transparência e controle dos penduricalhos do MP e do Judiciário.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Brasileiros que moram sozinhos em 2026 podem acessar benefícios sociais e reduzir gastos fixos

Please login to join discussion
grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se