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Início Saúde

Estudo aponta que o consumo desta bebida eleva em 34% o risco de transtornos de ansiedade em jovens

Por Junior Melo
19/fev/2026
Em Saúde
Estudo aponta que o consumo desta bebida eleva em 34% o risco de transtornos de ansiedade em jovens

Jovem tomando bebida açucarada

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O consumo frequente de bebidas açucaradas na adolescência voltou ao centro do debate após uma revisão sistemática com meta-análise indicar que esses produtos estão ligados a um aumento de 34% no risco de transtornos de ansiedade em jovens de 10 a 19 anos, reforçando a preocupação com o impacto da alimentação na saúde mental dessa faixa etária.

Como as bebidas açucaradas elevam o risco de transtornos em adolescentes?

Segundo os autores, os estudos avaliados são observacionais, ou seja, apontam uma associação e não comprovam causa e efeito entre bebidas açucaradas e ansiedade. Ainda assim, os achados sugerem um possível fator de risco modificável na rotina alimentar de adolescentes, com potencial para orientar políticas públicas, práticas escolares e atendimentos em saúde.

Ao comparar adolescentes com maior ingestão dessas bebidas com aqueles que consumiam quantidades menores, a meta-análise encontrou uma probabilidade 34% maior de presença de transtornos de ansiedade no grupo de maior consumo. Entre os nove estudos considerados, sete relataram associação positiva e estatisticamente significativa, reforçando a necessidade de olhar a alimentação também pela ótica da saúde emocional.

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Quais bebidas açucaradas foram analisadas e por que elas preocupam?

“Bebidas açucaradas” significam uma ampla variedade de produtos presentes no dia a dia de muitos adolescentes, geralmente com alta densidade energética e baixo teor de nutrientes relevantes. Essas opções são de fácil acesso, amplamente divulgadas e frequentemente associadas a momentos de lazer, estudo e socialização, o que favorece o consumo excessivo.

Entre as categorias avaliadas pelos pesquisadores em diferentes países, destacam-se bebidas adoçadas com açúcar ou xaropes, muitas vezes consumidas diariamente. Esses produtos podem contribuir não apenas para obesidade e diabetes tipo 2, mas também para alterações no humor e no bem-estar mental, segundo a Dra. Chloe Casey, coautora da revisão:

  • Refrigerantes, tradicionais e de sabores variados;
  • Bebidas energéticas, comuns em períodos de provas ou treinos intensos;
  • Sucos adoçados, industrializados ou com adição de açúcar;
  • Chás e cafés com açúcar, quentes ou gelados;
  • Bebidas esportivas, associadas à prática de exercícios;
  • Leite aromatizado e bebidas lácteas adoçadas.

Como o estudo avaliou o risco de ansiedade associado às bebidas açucaradas?

A revisão sistemática e a meta-análise reuniram evidências de estudos transversais e longitudinais realizados entre 2000 e 2025, em diferentes contextos culturais. Em dois estudos que acompanharam adolescentes por um ano, o consumo de bebidas açucaradas no início se associou, ainda que de forma modesta, a níveis mais altos de sintomas de ansiedade no acompanhamento, sugerindo um efeito leve, porém persistente.

Em um desses estudos longitudinais, adolescentes que seguiam mais de perto as recomendações de reduzir a ingestão de bebidas açucaradas apresentaram níveis mais baixos de ansiedade. Esse resultado sugere que ajustes na alimentação podem integrar estratégias de prevenção em saúde mental, em conjunto com acompanhamento psicológico, suporte familiar, boas rotinas de sono e práticas de autocuidado.

Quais são as principais limitações e possíveis explicações para essa associação?

Os autores ressaltam limitações importantes: todos os dados de consumo foram autorrelatados, sem uso de biomarcadores, e as definições de “bebidas açucaradas” variaram entre os estudos, assim como os instrumentos de avaliação de ansiedade. Essas diferenças metodológicas dificultam comparações diretas e impedem afirmar com segurança a direção da causalidade.

A associação observada pode refletir diferentes caminhos, envolvendo fatores biológicos, comportamentais e contextuais. Entre eles, destacam-se a busca por alívio rápido por meio de alimentos e bebidas doces, possíveis alterações metabólicas e inflamatórias ligadas ao excesso de açúcar e o papel do ambiente familiar, do estresse escolar e da qualidade do sono, que podem influenciar tanto o consumo quanto os sintomas de ansiedade.

Como reduzir o impacto das bebidas açucaradas na saúde mental?

Os pesquisadores sugerem que a redução do consumo de bebidas açucaradas entre adolescentes pode integrar uma abordagem mais ampla de promoção da saúde mental. Campanhas educativas, revisão de práticas de marketing voltadas a jovens, estímulo ao consumo de água e bebidas sem adição de açúcar e apoio às famílias na criação de ambientes alimentares mais equilibrados são caminhos frequentemente discutidos em saúde pública.

Também é necessária a realização de novos estudos longitudinais bem estruturados e de ensaios clínicos que avaliem se a diminuição efetiva da ingestão dessas bebidas resulta em melhora dos sintomas de ansiedade. Até que essas evidências sejam mais robustas, a mensagem central da revisão é considerar o papel das bebidas açucaradas não apenas no metabolismo e no peso corporal, mas como parte do conjunto de fatores que podem influenciar a saúde mental de adolescentes em diferentes realidades socioeconômicas.

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