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Início Justiça

Vazamento de dados de integrantes do STF é confirmado pela Receita Federal

Por Junior Melo
17/fev/2026
Em Justiça
Vazamento de dados de integrantes do STF é confirmado pela Receita Federal

Receita Federal - Foto: © Marcello Casal jr/Agência Brasil

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A confirmação de que a Receita Federal registrou vazamento de dados de integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) recolocou no centro do debate a segurança de informações fiscais de autoridades, envolvendo possíveis desvios de acesso em seus sistemas e conexão com o chamado inquérito das fake news.

O que a Receita Federal confirmou sobre o vazamento de dados do STF?

A Receita Federal confirmou que houve acessos irregulares a dados fiscais de ministros do STF, familiares e ex-cônjuges ao longo de três anos. A auditoria interna nos sistemas foi iniciada após solicitação formal do Supremo, em 12 de janeiro deste ano.

Segundo o órgão, já foram identificados desvios de acesso, comunicados preliminarmente ao relator no STF. A Receita ressaltou que os sistemas são rastreáveis, permitindo identificar quem acessou, quando e com qual finalidade, e informou que, desde 2023, reforçou controles de acesso e alertas automáticos. As informações são de O Antagonista.

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Como o vazamento de dados do STF se conecta ao inquérito das fake news?

O vazamento de dados de ministros do STF é tratado como desdobramento do inquérito das fake news, que apura ataques, ameaças e campanhas de desinformação contra a Corte. Os mandados de busca e apreensão foram autorizados no âmbito desse inquérito, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).

As diligências ocorreram em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, com adoção de medidas cautelares pela Polícia Federal, como monitoramento eletrônico, afastamento de funções públicas e restrições de deslocamento internacional de investigados, para limitar o uso indevido de dados sigilosos.

Quais foram os impactos do vazamento de dados de integrantes do STF?

O vazamento de dados de integrantes do STF afeta não apenas ministros, mas também familiares, levantando dúvidas sobre a proteção de dados no setor público. A quebra de sigilo fiscal de autoridades reacende o debate sobre uso político de informações sensíveis e sobre mecanismos de controle interno.

A Receita Federal enfatizou que o sigilo fiscal é pilar básico do sistema tributário e informou a existência de procedimento investigatório interno, concluindo processos disciplinares com demissões e outras sanções. Especialistas apontam que episódios assim tendem a acelerar discussões sobre governança de informação e responsabilização de agentes públicos.

Quais medidas de apuração e responsabilização estão em andamento?

A atuação conjunta entre STF, Receita Federal, Polícia Federal e PGR busca esclarecer autoria, motivação e possíveis usos indevidos dos dados vazados. A auditoria em “dezenas de sistemas e contribuintes” pretende rastrear acessos, coibir novas violações e fornecer elementos para responsabilização administrativa e criminal.

De acordo com a Receita, qualquer desvio de acesso é considerado falta grave e também crime, o que já levou à abertura de procedimentos disciplinares e ao reforço de controles tecnológicos. A seguir, estão alguns pontos que demonstram o estágio atual das apurações e das medidas corretivas em curso:

  • Existência de procedimento investigatório interno em conjunto com autoridade policial;
  • Conclusão de sete processos disciplinares desde 2023, com três demissões e outras penalidades;
  • Reforço de perfis restritos de acesso e ampliação de alertas automáticos em sistemas;
  • Previsão de divulgação dos resultados da auditoria “oportunamente”, conforme o avanço das apurações;
  • Enquadramento de acessos indevidos como condutas puníveis também na esfera criminal.

Quais os próximos passos na investigação?

Apesar da confirmação de acessos irregulares, persistem dúvidas sobre a autoria exata dos vazamentos, a motivação para o uso de logins funcionais e se houve repasse estruturado de informações para terceiros. Também segue em investigação se os dados foram empregados em campanhas de desinformação ou para pressionar autoridades.

As apurações em curso no STF, na PGR e na Polícia Federal buscam esclarecer se grupos organizados utilizaram esses dados em ataques ao Supremo e quais medidas adicionais de segurança tecnológica serão necessárias. O caso se tornou um teste relevante da capacidade do Estado brasileiro de proteger informações sigilosas de autoridades sem comprometer o funcionamento regular de seus órgãos de controle e investigação.

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