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Início Justiça

PGR solicita arquivamento de inquérito contra Carla Zambelli por suposta coação contra o STF

Por Junior Melo
16/fev/2026
Em Justiça
PGR solicita arquivamento de inquérito contra Carla Zambelli por suposta coação contra o STF

Carla Zambelli - Foto: © Michel Jesus/Câmara dos Deputados

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O pedido de arquivamento de um inquérito contra a ex-deputada federal Carla Zambelli, apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), reacende o debate sobre os limites entre discurso político e crimes contra instituições, em meio ao processo de extradição da ex-parlamentar, presa em Roma.

Por que a PGR pediu o arquivamento do inquérito sobre coação ao STF?

O inquérito investigava se, ao deixar o Brasil em 2025, Carla Zambelli tentou influenciar autoridades europeias a adotar medidas contra o país, em linha com estratégias atribuídas a Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo. A suspeita era de tentativa de coagir o STF e interferir na aplicação da lei penal, valendo-se de apoios internacionais.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, concluiu que não houve elementos para caracterizar conduta criminosa voltada a constranger o Supremo. Segundo ele, as falas de Zambelli permaneceram no campo da retórica, sem contatos comprovados com autoridades estrangeiras ou qualquer ato efetivo de pressão institucional.

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Quais foram os principais argumentos da PGR?

No parecer enviado ao ministro Alexandre de Moraes na quinta-feira (12/2), a PGR destacou que, embora Zambelli tenha anunciado publicamente o plano de convencer autoridades estrangeiras a pressionar instituições brasileiras, não se verificou desdobramento concreto dessas intenções. Não foram identificados encontros formais, tratativas diplomáticas ou mobilização de organismos internacionais.

Com isso, a Procuradoria reafirmou o entendimento de que declarações políticas, por si só, não configuram o crime de coação se não houver atos que demonstrem tentativa real de interferir em processo judicial. A análise também considerou o contexto de polarização política e a necessidade de distinguir críticas institucionais de condutas penalmente relevantes.

O que disseram PGR e PF sobre coação contra o STF?

A posição da PGR dialoga com relatório da Polícia Federal (PF), apresentado em 2025, que já apontava ausência de medidas efetivas para constranger o STF. Segundo a PF, apesar de Zambelli ter exposto o desejo de dificultar a aplicação da lei penal, seu comportamento não produziu efeitos práticos sobre o funcionamento da Justiça.

O relatório da PF elencou pontos objetivos que fundamentaram a conclusão pela inexistência de atos concretos capazes de configurar coação ou obstrução de investigações, reforçando a interpretação de que o caso se limitou a manifestações públicas:

  • Inexistência de provas de contatos formais com autoridades estrangeiras com esse objetivo;
  • Ausência de registros de reuniões ou tratativas diplomáticas para pressionar o STF;
  • Falta de articulações ou expedientes que interferissem no andamento de ações penais.

Como a extradição de Carla Zambelli se conecta ao STF e à PGR?

Embora o arquivamento trate apenas da suposta coação ao STF, a situação de Zambelli segue ligada ao processo de extradição na Itália. A ex-deputada está presa em Roma desde 29 de julho de 2025, após deixar o Brasil dias antes do esgotamento dos recursos contra a condenação de 10 anos de prisão imposta pelo Supremo.

A pena está relacionada à invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2023, ataque cibernético que, segundo as investigações, foi praticado a mando de Zambelli. Em 12 de fevereiro de 2026, a Corte de Apelação de Roma encerrou as audiências da extradição e entrou em fase de deliberação interna, com sentença aguardada para os próximos dias.

Quais são os próximos passos no caso Carla Zambelli?

Com o pedido de arquivamento do inquérito por coação ao STF, o foco recai sobre o julgamento da extradição na Itália e a execução da pena definida pelo Supremo Tribunal Federal. Uma decisão favorável à extradição abrirá caminho para que Zambelli seja encaminhada ao sistema prisional brasileiro para cumprimento da condenação relativa ao CNJ.

Segundo a PGR, o fato de a ex-deputada estar presa em Roma contribuiu para afastar o potencial de pressão real sobre o STF, esvaziando o chamado “potencial delitivo” das condutas investigadas nesse inquérito específico. Até a decisão final da Justiça italiana, o caso seguirá em evidência, exemplificando a interação entre sistemas de Justiça de diferentes países em torno de um mesmo personagem público.

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