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Idoso cobra R$ 13 milhões na Justiça após devolver R$ 131 milhões e ter acordo negado pelo banco

Por Guilherme Silva
16/fev/2026
Em Geral
Martelo da Justiça e símbolo do Pix em cima da mesa

Martelo da Justiça e símbolo do Pix em cima da mesa

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O caso de Antônio Pereira do Nascimento, motorista de ônibus aposentado em Palmas, tornou-se um marco jurídico sobre a ética em transações digitais em 2026. Após receber por erro um crédito de mais de R$ 131 milhões em sua conta e realizar a devolução imediata, o idoso ingressou com uma ação judicial pleiteando uma recompensa milionária fundamentada no Código Civil.

Como um saldo de R$ 227 se transformou em R$ 131 milhões?

Em junho de 2023, Antônio, que é correntista do Bradesco há vinte e cinco anos, foi surpreendido ao consultar seu extrato e notar um montante exorbitante. O erro ocorreu devido a uma falha operacional da instituição financeira, que direcionou uma transferência bilionária destinada a outra entidade diretamente para a conta pessoal do aposentado.

Ao perceber o equívoco, o motorista notificou o gerente da agência no mesmo dia. A devolução total do valor foi concluída em 14 de junho de 2023, mas o autor alega que o processo gerou um desgaste emocional profundo, além de pressões indevidas por parte da agência bancária para a regularização rápida do sistema.

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Aplicativo Bradesco e dinheiro no bolso - Créditos: depositphotos.com / Alisonnunes
Aplicativo Bradesco e dinheiro no bolso – Créditos: depositphotos.com / Alisonnunes

Qual é a base legal para o pedido de recompensa de R$ 13 milhões?

A defesa do aposentado protocolou a ação na 6ª Vara Cível de Palmas utilizando como argumento principal o artigo 1.234 do Código Civil, que trata do “achado de coisa alheia”. A tese defende que o depósito equivocado em conta bancária se equipara a encontrar um objeto perdido, o que daria ao descobridor o direito a uma gratificação.

O texto legal prevê uma recompensa mínima de 5% sobre o valor recuperado, mas a equipe jurídica de Antônio solicita 10%, totalizando R$ 13,1 milhões. Para entender os valores pleiteados e os fundamentos da ação que tramita no Tocantins, analise o detalhamento das solicitações abaixo:

⚖️ Detalhamento das solicitações judiciais

Análise dos valores pleiteados e fundamentos da ação em trâmite no Tocantins
Gratificação por restituição
R$ 13.187.022
Base legal: Artigo 1.234 do Código Civil. Solicitação de 10% sobre o montante devolvido.
Indenização por danos morais
R$ 150.000
Pleiteado devido ao estresse psicológico e pressão sofrida durante o processo de devolução.
Taxas bancárias indevidas
R$ 70,00
Referente ao upgrade de conta realizado sem autorização prévia do correntista.
Total da ação (estimado) R$ 13,3 milhões
Ação em trâmite
💡
Nota legal: O pedido baseia-se na vedação ao enriquecimento sem causa por parte da instituição bancária, que se beneficiou da pronta restituição de um vultoso montante por erro operacional.

Por que o banco recusou o acordo na audiência de conciliação?

Em audiência realizada por videoconferência em fevereiro de 2025, o Bradesco recusou qualquer proposta de acordo com o aposentado. A instituição mantém a postura de não comentar casos que estão sob julgamento, deixando a decisão final para o mérito do processo, que segue em fase de contestação técnica.

A resistência da instituição financeira baseia-se na interpretação de que o depósito passivo não configura esforço de busca do dono, uma vez que o banco já possuía os registros da origem do dinheiro. Para o banco, a devolução foi um cumprimento de obrigação legal de repetição de indébito, sem gerar direito à bonificação por “achado”.

PIX e dinheiro embaixo do celular - Créditos: depositphotos.com / Etalbr
PIX e dinheiro embaixo do celular – Créditos: depositphotos.com / Etalbr

Quais são as controvérsias jurídicas sobre erros bancários digitais?

O caso é considerado complexo por especialistas, pois coloca em conflito tradições do direito civil com a modernidade dos sistemas bancários. A grande dúvida é se um algoritmo que erra um destino de Pix pode ser comparado a alguém que perde uma carteira na rua, onde o esforço de quem encontra é fundamental para o retorno do bem.

Para evitar problemas em situações de depósitos inesperados em 2026, os especialistas recomendam os seguintes passos:

  • Registrar o ocorrido imediatamente nos canais de atendimento oficial do banco.
  • Não realizar movimentações ou investimentos com o saldo creditado por erro.
  • Guardar todos os protocolos de atendimento e comprovantes de devolução.

Qual o impacto deste julgamento para a jurisprudência brasileira?

O desfecho desta ação na Justiça do Tocantins poderá fixar uma diretriz para milhares de casos de transferências equivocadas no Brasil. Se o Poder Judiciário entender que o banco deve pagar a recompensa, as instituições financeiras terão que revisar drasticamente seus protocolos de segurança para evitar prejuízos compensatórios.

Enquanto a sentença definitiva não é proferida, o caso de Antônio reforça a importância da boa-fé, mas também abre um debate necessário sobre a responsabilidade civil dos bancos. A integridade do aposentado ao devolver dezoito milhões de vezes o seu saldo original é inegável, restando agora saber como a lei interpretará o valor dessa honestidade.

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