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Homem se recusa a devolver Pix duplicado de R$ 50 mil e acaba condenado a pagar mais R$ 10 mil pela Justiça

Por Guilherme Silva
09/fev/2026
Em Geral
Martelo da Justiça e símbolo do Pix em cima da mesa

Martelo da Justiça e símbolo do Pix em cima da mesa

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Uma decisão recente da Segunda Câmara de Direito Privado do TJMT firmou jurisprudência severa sobre a apropriação de valores creditados por erro operacional. O tribunal condenou um recebedor a restituir R$ 50 mil e indenizar a parte lesada em R$ 10 mil, punindo a tentativa de compensação de dívida sem amparo contratual.

Como ocorreu o erro operacional da transferência?

O litígio originou-se em um contrato de empréstimo onde, por falha humana, o pagador realizou duas remessas idênticas de R$ 50 mil. A má-fé ficou caracterizada porque uma ata notarial comprovou que o beneficiário tinha plena ciência do crédito excedente em sua conta corrente e optou pelo silêncio deliberado.

Mesmo após ser notificado extrajudicialmente sobre o equívoco, o réu recusou-se a realizar o estorno imediato. A defesa alegou que o valor foi retido para abater uma suposta dívida antiga entre as partes, argumento que transformou uma falha administrativa em um processo judicial complexo, resultando na condenação por enriquecimento sem causa.

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Créditos: depositphotos.com / rafapress
Pessoa mexendo no celular para usar o PIX – Créditos: depositphotos.com / rafapress

É permitido reter dinheiro para quitar dívidas antigas?

A tese de defesa foi rejeitada pela ausência de cláusula contratual expressa que autorizasse tal manobra. A justiça determinou que a boa-fé objetiva rege as relações financeiras e que a compensação automática de valores exige acordo prévio ou decisão judicial específica. A relatora destacou que a apropriação unilateral configura enriquecimento ilícito, violando o Código Civil.

Para entender a extensão do prejuízo financeiro imposto ao réu pela retenção indevida e as bases legais utilizadas na sentença, observe o detalhamento abaixo:

Detalhamento da Extensão do Prejuízo Financeiro
Memória de cálculo e fundamentos legais da sentença
Restituição do Principal
R$ 50.000,00
Base Legal: Repetição de indébito por valor pago em duplicidade, apurado na fase de instrução.
Danos Morais
R$ 10.000,00
Fundamento: Compensação pelo transtorno causado e punição pela má-fé na retenção.
Correção Monetária
Índice IPCA
Termo Inicial: Incidência a partir de cada desembolso indevido (Súmula 43 do STJ).
Juros de Mora
Taxa Selic
Termo Inicial: Contagem a partir da citação válida do réu no processo.
Nota: A utilização da Taxa Selic engloba, em regra, tanto juros quanto correção conforme entendimento atual do STF.

Como agir juridicamente para garantir a recuperação?

O julgamento estabelece um roteiro claro de defesa para quem sofre esse tipo de apropriação indébita nas relações comerciais. A agilidade na contestação formal é o principal ativo para garantir o sucesso da ação judicial e evitar que o dinheiro seja gasto pelo recebedor.

Para blindar seus direitos e assegurar a recuperação do capital, siga os passos fundamentais validados pela jurisprudência:

  • Registro Imediato: Notifique o banco sobre o erro assim que ele ocorrer e solicite o bloqueio cautelar via MED (Mecanismo Especial de Devolução).
  • Tentativa Amigável: Documente todas as mensagens, e-mails e tentativas de contato com o recebedor para provar a boa-fé e a recusa.
  • Ação Judicial: Busque orientação especializada se a devolução não ocorrer espontaneamente, utilizando a ata notarial como prova de ciência do réu.
Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom
PIX sendo utilizado no celular – Créditos: depositphotos.com / BrendaRochaBlossom

A regra de devolução também se aplica ao Pix?

O entendimento jurídico aplicado neste caso transcende a transferência bancária tradicional, abarcando integralmente o ecossistema do Pix e TED. A legislação brasileira não faz distinção pelo meio de pagamento; a obrigação de estorno é imediata assim que constatado o erro operacional ou sistêmico, independentemente da tecnologia utilizada.

O Banco Central fortaleceu essa diretriz com o Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado especificamente para agilizar bloqueios em casos de fraude ou falha. Entenda como proteger seu patrimônio e recuperar valores retidos indevidamente consultando um especialista em direito bancário caso a negociação amigável falhe e a via judicial se torne necessária.

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