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Início Justiça

STF terá novo Código de Ética anunciado por Fachin com Cármen Lúcia como relatora

Por Junior Melo
02/fev/2026
Em Justiça
STF terá novo Código de Ética anunciado por Fachin com Cármen Lúcia como relatora

Edson Fachin - Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil/Wikimedia Commons Comissão analisa indicação de Luiz Edson Fachin para exercer o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na vaga decorrente da aposentadoria do ministro Joaquim Benedito Barbosa Gomes. Em pronunciamento, advogado Luiz Edson Fachin. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

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O anúncio do novo Código de Ética do Supremo Tribunal Federal (STF) foi colocado pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, como um dos pontos centrais do ano Judiciário, com o objetivo de reforçar padrões de integridade, transparência e responsabilidade no tribunal que ocupa o topo do sistema de Justiça brasileiro, em sintonia com boas práticas de governança e de controle social adotadas em outros países.

Como será o novo Código de Ética do STF?

O futuro Código de Ética do STF é apresentado como instrumento para organizar e consolidar normas de conduta que hoje existem de forma dispersa. A ministra Cármen Lúcia foi designada relatora do texto, responsável por sistematizar diretrizes em um documento único a ser debatido pelo plenário.

Segundo Fachin, o documento deve orientar o comportamento dos integrantes da Corte, prevenir conflitos de interesse e ampliar a confiança pública. A proposta é que o código funcione como guia prático para decisões e posturas no exercício das funções públicas, e não apenas como referência formal.

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Quais mudanças práticas o Código de Ética trará ao funcionamento do STF?

Na prática, o Código de Ética do STF busca definir parâmetros mais objetivos sobre relacionamento com partes interessadas, participação em eventos, uso de informações privilegiadas e transparência em agendas oficiais. A ideia é reduzir margem para interpretações individuais e fortalecer a previsibilidade institucional.

O eixo central do documento será a promoção de um ambiente de debate institucional sobre integridade e transparência, com foco preventivo. Em vez de se limitar à punição de condutas inadequadas, o código deve oferecer clareza sobre o que é esperado dos ministros e auxiliar na solução de dúvidas internas.

Por que ética e transparência no STF impactam diretamente o cidadão?

Fachin relacionou o Código de Ética ao interesse direto do cidadão, destacando que a legitimidade do STF depende da qualidade das decisões e da forma como seus integrantes se posicionam publicamente. Em cenário de forte exposição midiática e intenso debate político, regras claras tendem a reduzir ruídos e suspeitas.

A transparência em agendas, a publicação de informações relevantes e a prevenção de conflitos de interesse aproximam o STF da sociedade e facilitam o controle social. Nessa lógica, a confiança pública passa a ser tratada como ativo estratégico do Estado de Direito e fator de estabilidade democrática:

  • Prevenção de conflitos de interesse: definição prévia de situações em que ministros devem se declarar impedidos ou suspeitos.
  • Padronização de conduta: redução de interpretações individuais sobre limites éticos.
  • Fortalecimento da imagem institucional: maior clareza sobre como o STF se autorregula.

Como Fachin analisa os impactos sobre a liberdade de expressão?

Além do Código de Ética, Fachin enfatizou a importância da liberdade de expressão e de imprensa como pilares do debate público e do controle democrático. Para o presidente, momentos de adversidade exigem responsabilidade institucional e fidelidade à Constituição, sem tratar a crítica republicana como ameaça.

Foi anunciada também a continuidade do Observatório de Integridade e Transparência, em articulação com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A iniciativa monitora práticas éticas e de transparência no Judiciário, servindo de referência para aprimorar procedimentos internos, fiscalização e responsabilização:

  • Elaboração do Código de Ética do STF, sob relatoria de Cármen Lúcia.
  • Debate interno para consolidar normas de conduta e transparência.
  • Atuação conjunta com o CNJ por meio do Observatório de Integridade.
  • Reforço do compromisso com liberdade de expressão e imprensa livre.
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