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Novos radares instalados em 2026 nas rodovias podem tirar sua CNH e dar multa grave de R$ 880,41

Por Yudi Soares
30/jan/2026
Em Geral
Novos radares instalados em 2026 nas rodovias podem tirar sua CNH e dar multa grave de R$ 880,41

DER-SP ativa mais de 600 radares, padroniza velocidades e reduz acidentes nas rodovias

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O Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo ampliou recentemente o número de equipamentos de fiscalização eletrônica em rodovias estaduais não concedidas. Com a ativação de novos pontos de controle de velocidade em janeiro de 2025, o total de radares em operação passa a superar a marca de 600 unidades, distribuídas em trechos sensíveis para a segurança viária, como parte de uma estratégia de longo prazo voltada à redução de acidentes e à padronização do comportamento dos condutores nas estradas paulistas.

Como a fiscalização eletrônica do DER-SP atua na redução de acidentes?

A instalação desses dispositivos ocorre em um cenário de atenção constante aos índices de sinistros de trânsito e às estatísticas de excesso de velocidade. Em vários pontos, registros anteriores indicavam ritmo de tráfego acima do limite regulamentado, elevando o risco de colisões graves, atropelamentos e saídas de pista.

O reforço da fiscalização eletrônica se soma a ações de engenharia, sinalização e educação para o trânsito, formando um conjunto de medidas integradas. Em muitos trechos, a combinação de radares com melhorias físicas da via já demonstra redução de acidentes e de gravidade dos impactos.

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Novos radares instalados em 2026 nas rodovias podem tirar sua CNH e dar multa grave de R$ 880,41
Novo radar na rodovia

Como funcionam os radares do DER-SP?

No contexto da expansão, os radares do DER-SP é o ponto central para entender o esforço do órgão na gestão da segurança rodoviária. Esses equipamentos monitoram continuamente a velocidade dos veículos e registram automaticamente as infrações, identificando placa, data, horário e sentido de tráfego.

Em termos de legislação, as autuações seguem o Código de Trânsito Brasileiro. Quando a velocidade supera em mais de 50% o limite regulamentado, a conduta é classificada como infração gravíssima, com multa elevada, atualmente em torno de R$ 880,41, e possibilidade de suspensão do direito de dirigir.

Quais rodovias receberam novos radares do DER-SP?

Os novos radares do DER-SP foram instalados em diferentes regiões do estado, contemplando áreas metropolitanas e rodovias que cruzam municípios de médio e pequeno porte. Entre os exemplos estão trechos da SP-125, em São Luís do Paraitinga, da SP-270, em Ourinhos, e da SP-312, em Barueri.

Em corredores próximos à capital, como Mogi das Cruzes, São Bernardo do Campo, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Caieiras, Jandira e Ribeirão Pires, a presença de áreas urbanas e travessias frequentes leva à adoção de limites mais restritivos, geralmente entre 40 km/h e 60 km/h.

Como são definidos os limites de velocidade monitorados pelos radares?

No interior do estado, equipamentos foram posicionados em municípios como Jacareí, Taciba, Presidente Prudente e Tambaú. Nesses trechos, a combinação de caminhões pesados com pistas simples e curvas acentuadas exige controle rigoroso de velocidade para reduzir o risco de colisões frontais e tombamentos.

Os limites variam principalmente entre 40 km/h, 50 km/h, 60 km/h e 80 km/h, conforme tipo de tráfego e características da via. Para organizar melhor esses cenários, é possível agrupá-los em faixas de operação típicas.

  • Velocidade controlada: trechos com 40 km/h e 50 km/h em áreas urbanizadas ou de acesso local.
  • Fluxo intermediário: segmentos com 60 km/h em zonas de transição entre área urbana e rural.
  • Maior fluidez: pontos com 80 km/h em vias com boa geometria, mas ainda sob monitoramento.

Por que o DER-SP aposta na expansão de radares?

A ampliação da malha de radares do DER-SP integra um contrato que prevê centenas de equipamentos ao longo de mais de 12 mil quilômetros de rodovias estaduais. O objetivo vai além da emissão de multas, buscando alterar gradualmente o padrão de condução e incentivar respeito constante aos limites.

Na escolha dos pontos, o órgão utiliza critérios técnicos baseados em dados de sinistros, volume de tráfego, travessias de pedestres, atropelamentos e presença de áreas ambientais sensíveis. Em diversos locais, o radar é combinado com melhorias de sinalização, defensas metálicas, iluminação e redutores físicos.

Quais etapas o DER-SP segue para implantar radares em novos trechos?

Para que um ponto receba fiscalização eletrônica, o DER-SP segue um fluxo técnico padronizado. Esse processo busca garantir que cada radar seja instalado em locais com necessidade comprovada e com limite de velocidade adequado ao contexto da via:

Etapas para implantação de fiscalização eletrônica

Tráfego • Radar
1

Levantamento inicial

Coleta de dados de acidentes e velocidade média no trecho.

2

Análise técnica da via

Estudo de engenharia de tráfego, incluindo curvas, aclives e declives.

3

Definição do limite

Determinação do limite de velocidade adequado ao tipo de via.

4

Implantação e sinalização

Instalação do equipamento e das placas de advertência e regulamentação.

5

Operação e acompanhamento

Início da fiscalização eletrônica e monitoramento contínuo dos resultados.

Quais impactos os radares do DER-SP geram na segurança e na rotina dos motoristas?

Com mais radares em funcionamento, tende a haver maior padronização da velocidade ao longo das rodovias estaduais, reduzindo variações bruscas entre veículos lentos e rápidos. Essa homogeneização do fluxo contribui para diminuir a gravidade dos acidentes e ampliar o tempo de reação em situações de emergência.

A presença constante de fiscalização incentiva motoristas a planejarem melhor o tempo de viagem, sem depender de altas velocidades para cumprir horários. Além disso, o maior volume de dados gerado pelos radares apoia futuras intervenções de engenharia, campanhas educativas e ajustes de limites de velocidade pelo DER-SP.

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