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Início Economia

Contas externas registram déficit de US$ 68,8 bilhões em 2025 e atingem pior resultado desde 2014

Por Junior Melo
26/jan/2026
Em Economia
Contas externas registram déficit de US$ 68,8 bilhões em 2025 e atingem pior resultado desde 2014

Economia - Créditos: depositphotos.com / coffeekai

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O déficit nas contas externas do Brasil atingiu US$ 68,8 bilhões em 2025, o maior nível desde 2014, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central em janeiro de 2026. O resultado reacende o debate sobre o equilíbrio do setor externo brasileiro em um cenário de comércio aquecido, maior circulação de serviços e forte movimento de capitais. As contas externas reúnem o saldo do comércio de bens, a conta de serviços, as rendas e as transferências entre residentes e não residentes.

Qual o valor do déficit nas contas externas em 2025?

Em termos práticos, o déficit em transações correntes indica que o país gastou mais divisas do que recebeu em 2025, somando operações como exportações, importações, viagens internacionais, remessas de lucros e juros. Embora o valor registrado ainda esteja distante do patamar de 2014, ele marca uma virada em relação a anos de déficits menores, mesmo em meio a oscilações da economia global e variações no câmbio.

Em 2025, o resultado negativo de US$ 68,79 bilhões superou o saldo de 2024, quando o déficit havia sido de US$ 66,16 bilhões. Segundo o Banco Central, a variação de cerca de US$ 2,6 bilhões está ligada sobretudo à redução do superávit da balança comercial, parcialmente compensada por menor déficit em serviços e maior superávit de renda secundária.

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Como a balança comercial e os serviços afetaram o déficit externo em 2025?

A balança comercial teve papel central no comportamento das contas externas em 2025. O superávit comercial somou US$ 60 bilhões, queda de 8,9% em relação a 2024. As exportações de bens atingiram US$ 350,9 bilhões, alta de 3,2%, enquanto as importações chegaram a US$ 290,9 bilhões, avanço de 6,2%, reduzindo a folga que ajudava a conter o déficit em transações correntes.

A conta de serviços manteve déficit elevado, ainda que um pouco menor. Em 2025, o saldo negativo em serviços foi de US$ 52,9 bilhões, queda de 4,1% ante os US$ 55,2 bilhões de 2024. Itens como transporte, viagens internacionais e serviços empresariais seguiram pressionando as saídas, em linha com um cenário de maior atividade econômica e retomada de fluxos globais de serviços.

  • Superávit comercial menor: importações crescendo mais que exportações.
  • Serviços: déficit ainda elevado, mas ligeiramente menor que em 2024.
  • Renda primária: déficit de cerca de US$ 81,3 bilhões, estável em relação ao ano anterior.

Déficit em transações correntes representa risco imediato para o país?

A leitura do déficit em transações correntes costuma levantar dúvidas sobre o grau de vulnerabilidade externa do país. Nessa análise, ganham destaque o comportamento dos investimentos diretos no país (IDP), que financiam parte do desequilíbrio, e o nível de reservas internacionais, que atua como proteção em momentos de estresse financeiro global.

Em 2025, o IDP somou US$ 77,7 bilhões, o equivalente a 3,41% do PIB, acima dos US$ 74,1 bilhões de 2024. As reservas internacionais fecharam o ano em US$ 358,2 bilhões, aumento de US$ 28,5 bilhões frente a dezembro de 2024. Esses fatores indicam que o déficit, embora maior, segue sendo financiado por capitais de longo prazo, em um contexto de relativa solidez das contas externas.

Quais tendências os dados de 2025 indicam?

Os números de 2025 sugerem um cenário de maior integração ao comércio internacional, com recordes de exportações e importações, mas com déficit moderado nas contas externas, financiado principalmente por investimentos diretos. A estabilidade do déficit em renda primária, em torno de US$ 81,3 bilhões, mostra continuidade nas remessas de lucros e juros, típicas de economias com forte presença de capital estrangeiro.

O comportamento de dezembro reforça a percepção de fim de ano com maior entrada de divisas pela balança comercial e alguma acomodação nos déficits de serviços e renda. Ao mesmo tempo, a volatilidade das saídas líquidas de IDP no mês evidencia que a dinâmica de capitais pode oscilar ao longo do ano, exigindo monitoramento contínuo das condições externas e internas.

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