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Início Justiça

PGR se posiciona contra liberdade de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro

Por Junior Melo
26/jan/2026
Em Justiça
PGR se posiciona contra liberdade de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro

Filipe Martins - Foto: Reprodução/X

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O debate em torno do ex-assessor de Jair Bolsonaro, Filipe Martins, ganhou um novo capítulo com a manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, contra a concessão de liberdade ao réu, enviada na manhã deste sábado (24/1) ao Supremo Tribunal Federal (STF), reforçando a manutenção da prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes em razão do suposto descumprimento de medidas cautelares ligadas ao uso de redes sociais.

Por que a PGR se opõe à liberdade de Filipe Martins?

O ponto central da manifestação de Paulo Gonet é o alegado descumprimento de uma medida cautelar que proibia o ex-assessor de acessar redes sociais. Há prova documental de que Martins utilizou o LinkedIn em 28 de dezembro de 2025, dois dias após a determinação judicial de 26 de dezembro.

Para o procurador-geral, esse acesso, ainda que sem publicações, é suficiente para caracterizar violação da ordem do STF e justificar a continuidade da prisão preventiva. A defesa alegou que Martins não fazia postagens desde 2022, mas a PGR enfatiza que a proibição abrangia qualquer uso, inclusive mera navegação e consulta a perfis.

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Alexandre de Moraes cobra manifestação da PGR sobre prisão de Filipe Martins

Quais são os fundamentos da prisão preventiva de Filipe Martins?

Na manifestação enviada ao STF, Paulo Gonet reforça que as provas do descumprimento da medida cautelar sustentam a manutenção da prisão preventiva. O documento cita registros de acesso ao LinkedIn, encaminhados ao Supremo por e-mail atribuído a um coronel da reserva da Aeronáutica, indicando que Martins visitou perfis na rede profissional.

Segundo a PGR, a prisão preventiva é necessária para evitar riscos como obstrução da Justiça, reiteração de condutas e desrespeito às decisões judiciais, demonstrando resistência ao cumprimento das ordens do STF. Abaixo, estão sintetizados alguns marcos relevantes do processo:

  • Data da medida cautelar: 26/12/2025
  • Suposto acesso ao LinkedIn: 28/12/2025
  • Órgão responsável pelo parecer: Procuradoria-Geral da República
  • Relator no STF: ministro Alexandre de Moraes

Qual é a relevância jurídica do uso de redes sociais no caso?

O uso de redes sociais tornou-se elemento recorrente em processos envolvendo figuras políticas e ex-integrantes de governos. No caso de Filipe Martins, o acesso ao LinkedIn é central por contrariar medida cautelar específica e indicar, segundo juristas, risco de descumprimento de outras ordens judiciais.

O episódio ilustra a interpretação ampla do ambiente digital pelo Judiciário: ao proibir “redes sociais”, a decisão tende a incluir plataformas profissionais como o LinkedIn, aplicativos de interação social e perfis de networking, tratados como parte de um mesmo ecossistema de circulação de informações e articulação de contatos.

Quais são as etapas e possíveis desdobramentos?

A palavra final sobre o pedido de liberdade caberá ao Supremo Tribunal Federal, que ainda poderá analisar recursos, habeas corpus e pedidos de revogação ou substituição de cautelares. A ausência de publicação do acórdão da condenação, fixada em 21 anos e seis meses de prisão, não impede a reavaliação da prisão preventiva durante o curso do processo.

Nos próximos meses, o andamento do caso tende a ser acompanhado por especialistas em direito constitucional e penal, além de observadores da cena política. A forma como STF e PGR tratam o descumprimento de medidas ligadas a redes sociais pode servir de parâmetro para outros processos envolvendo agentes públicos e ex-integrantes de governos.

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